Um filme sombrio de super-heróis de inspiração urbana, detalhando as façanhas do combate ao crime do misterioso vigilante de bairro conhecido como "El Chicano".
Começou até que bem depois começou a apelação forçada nas cenas Aquele cara com a.pegada de super herói foi o fim de tudo Um Batman mexicano E o rapper Mr. criminals fazendo parte desse filme onde só aparece duas vezes e só fala duas palavras kkkkkkkk E enche o bolso por duas palavras e uma aparição de 8minutos Kkkkk
Tenho absoluta certeza que tentaram inventar um herói mexicano que se enquadrasse virava serie, lancheira, camiseta, jogo de estojo e por ai vai, mas por alguma razão, não foi, não caiu na identificação dos chicanos...
Talvez os exageros, os maus são maus demais, e o bonzinhho, hummm,não convence muito, apesar de um visual muito foda, em muitos momentos ficou algo bem batman cabron e coringa órale, a coisa não engrena em seu inicio, fase adulta, e fica meio mole no meio tendo algo pro final, faltando mais ação.
Em fim, nao é ruim, mas precisa um pouco mais de biotônico com tequila, pra encorpar...
O filme de certa forma mistura história e investigação criminal, gostei da ideia da trama envolver a cultura Chicana, sempre achei bem interessante tudo que envolva. O enredo em sua maior parte fica na questão da investigação policial mesmo, mas no último ato o foco fica apenas num vingador estilo super-herói, que até lembra muitos outros personagens, porém agora pertencendo a certa mitologia. Achei bacana! Em lguns momentos é clichê e previsível, mas é dificil escapar do clichê num filme com essa trama, mesmo que relatando outra etnia.
Ah! Vá lá, uma coisa é certa, como disse o "mr" a uns comentários abaixo, é uma tentativa. Faltou grana, faltou equipamentos, faltou atores, mas sobrou empenho. A trilha sonora, por exemplo, as tentativas de se criar um roteiro denso, com tramas paralelas, tentou criar diálogos com pitadas de humor e ironia (do meio para frente, cansaram), tentou por misticismo e tradição no contexto, mas enrolou pra caralho, trouxe personagens desnecessários, perdeu o foco, esqueceu de dar carisma aos personagens. Aí virou uma zona, massuda e sem graça, que parece se arrastar por dias,
Misericórdia, acabou! Uma estrela pelo empenho e meia pelo poster.
Começou até que bem depois começou a apelação forçada nas cenas
Aquele cara com a.pegada de super herói foi o fim de tudo
Um Batman mexicano
E o rapper Mr. criminals fazendo parte desse filme onde só aparece duas vezes e só fala duas palavras kkkkkkkk
E enche o bolso por duas palavras e uma aparição de 8minutos
Kkkkk
Tenho absoluta certeza que tentaram inventar um herói mexicano que se enquadrasse virava serie, lancheira, camiseta, jogo de estojo e por ai vai, mas por alguma razão, não foi, não caiu na identificação dos chicanos...
Talvez os exageros, os maus são maus demais, e o bonzinhho, hummm,não convence muito, apesar de um visual muito foda, em muitos momentos ficou algo bem batman cabron e coringa órale, a coisa não engrena em seu inicio, fase adulta, e fica meio mole no meio tendo algo pro final, faltando mais ação.
Em fim, nao é ruim, mas precisa um pouco mais de biotônico com tequila, pra encorpar...
Foi bom apenas isso. (17.11.20)
O filme de certa forma mistura história e investigação criminal, gostei da ideia da trama envolver a cultura Chicana, sempre achei bem interessante tudo que envolva.
O enredo em sua maior parte fica na questão da investigação policial mesmo, mas no último ato o foco fica apenas num vingador estilo super-herói, que até lembra muitos outros personagens, porém agora pertencendo a certa mitologia.
Achei bacana! Em lguns momentos é clichê e previsível, mas é dificil escapar do clichê num filme com essa trama, mesmo que relatando outra etnia.
Ah! Vá lá, uma coisa é certa, como disse o "mr" a uns comentários abaixo, é uma tentativa. Faltou grana, faltou equipamentos, faltou atores, mas sobrou empenho. A trilha sonora, por exemplo, as tentativas de se criar um roteiro denso, com tramas paralelas, tentou criar diálogos com pitadas de humor e ironia (do meio para frente, cansaram), tentou por misticismo e tradição no contexto, mas enrolou pra caralho, trouxe personagens desnecessários, perdeu o foco, esqueceu de dar carisma aos personagens. Aí virou uma zona, massuda e sem graça, que parece se arrastar por dias,
Misericórdia, acabou! Uma estrela pelo empenho e meia pelo poster.