Dirigido por
Duração
A húngara que transportaria do Rio de Janeiro para Budapeste diamantes camuflados em três quilos de cocaína; o eslovaco que, afundado em dívidas de jogo, pensou em uma forma “rápida e fácil de ganhar muito dinheiro”; o líbio que teve “alguma coisa ilegal” encontrada na mala. Esses são alguns dos oito personagens do documentário “Ela sonhou que eu morri”, dos paulistanos Matias Mariani e Maíra Bühler, premiado este mês no Festival de Paulínia (SP). Todos os presos são estrangeiros que relatam não apenas o que os levou à prisão, mas também passagens da vida pessoal anterior às grades e o sonho de deixá-las.
Sem anúncios
Aproveite o melhor do Filmow sem interrupções
Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita
Parece que cada um conversava comigo e contava um pedacinho da sua história, um pedacinho da sua vida, e sou grata. Essa coisa de tirar a liberdade me incomoda muito, o sistema carcerário me incomoda, ficar presa, enquanto assistia, ficar presa ao enquadramento, somente um plano, me remeteu a isso de alguma forma.
É um filme diferente do que a gente ta acostumado a ver, eu gostei.
Lembrou-me muito "Edifício Master", porém com outra temática. Acho incrível!!! Personagens e histórias reais são muito prazerosas de assistir e ouvir, a vida como ela é e suas caras e coroas, o acervo de histórias e lembranças que podem ser encontrados dentro de uma cela de 9m².
P.s.: Assistam também o documentário que comparei acima.
Voluptuoso.
Um documentário muito sensível, simples, diferente.
Esperava uma coisa diferente, mais dramática, não sei ao certo.. Mas gostei muito do jeito que trataram cada 'personagem', cada história, os depoimentos conseguem te envolver, conseguem puxar teu interesse e isso é uma coisa que eu não esperava, ainda mais com esse tema de prisão e tudo mais. Achei um trabalho muito interessante, mesmo.