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Data de lançamento
12 Julho 1935Duração
Na hora de sua morte, o doente tio de Leo Vincey conta ao jovem sobre uma terra perdida que seus ancestrais desvendaram há mais de 500 anos. Leo decide partir com seu amigo Horace Holly em busca dos segredos dessa civilização perdida, que conhecem os mistérios do fogo da imortalidade.
Atravessando a Rússia Ártica, eles encontram Tanya, a filha de um guia, e vão de encontro ao povo de Kor, a sociedade imortal governada pela severa Rainha She. Mas quando She confunde Leo com John Vincey, um ancestral que foi o grande amor desta cruel rainha, os três amigos passam a correr o maior perigo de suas vidas...
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Aventura de ficção romântica em preto e branco da Merican C. Cooper Productions e RKO Radio Pictures indicada ao Oscar de melhor coreografia. O filme foi baseado no romance de 1887 de mesmo nome de H. Rider Haggard (1856-1925). Também disponível em versão colorizada por computador. Por muitos anos esta versão cinematográfica foi considerada perdida. Único longa-metragem do diretor Lansing C. Holden (1896-1938), que fez mais 1 curta logo depois.
Outras versões deste filme, todas baseadas no mesmo romance: os curtas She (08) e She (11), She (16), Valle Occulto (16), She (17), Ela (25). A Deusa da Cidade Perdida (65), A vingança da Deusa (68), The Lost City (82), She (84) e She (01), sendo a 1° versão sonora. Nos créditos de abertura, cada lote de créditos é "apagado" pela fumaça que sobe da Chama da Vida.
Na cena em que a rainha julga o Povo das Cavernas, o traje que ela veste mais tarde inspirou o design da Rainha Má em Branca de Neve e os sete anões (37), da Disney. Até mesmo a voz de Helen Gahagan (1900-1980), interpretando "Ela" em seu único filme, parece ter sido a inspiração para a voz da Rainha Má em Branca de Neve. O enorme portão pelo qual eles passam para entrar na cidade de Kor é o mesmo portão usado em muitos outros filmes, incluindo O Rei dos Reis (27), King Kong (33), O Jardim de Allah (36) e ...E o vento levou (39).
As atuações e o enredo deixam muito a desejar, com a atriz principal sendo a mais fraca do elenco. O design de produção é o destaque deste filme com muitas falhas, é extravagante, mas limitado em escopo. Apesar do apelo dos temas de imortalidade, reencarnação e da loucura das indulgências egoístas do homem, não há complexidades suficientes para tornar a premissa consequente. Considerado um clássico b de fantasia, a trama é morna durante quase todo tempo, mas dá uma melhorada discreta no quarto final com mais ação e suspense na trama.
Achei melhor que o que via na sessao da tarde com a com a Ursula Andress,.
A capinha do DVD diz que é dos mesmos criadores de King Kong original. Então assisti imaginando se tratar de uma aventura rumo ao desconhecido. E de fato, é isso mesmo, a história é sobre aventureiros em busca de uma terra perdida onde possa existir o poder da imortalidade. O ator Randolph Scott, de tantos faroestes aqui é o jovem protagonista da jornada. Mas o filme (que segundo a capinha, ganhou um Oscar de direção de dança) pode ter sido um “filmão” em 1935, mas visto hoje, não dá pra levar a sério, de tão fraco. Vale apenas como curiosidade.
Este é o segundo que vi da maratona de filmes ( She ), vi o de 1965 com a Ursula Andress, este com a Helen Gahagan de 1935, agora faltam She de 1925 com a Betty Blytte, o The Vengeance of She de 1968 com Olga Schoberová e o de 2001 She com a Ophélie Winter.
Assisti em DVD com o título "Ela". Curiosa e bem realizada aventura que traz bons momentos de tensão e suspense e efeitos visuais impressionantes para a época em que o filme foi feito