Com a ajuda da realidade virtual, Emmanuelle (Sylvia Kristel) tenta ajudar uma colega de internato, Sophie (Caroline Laurence), de um trauma sexual que aconteceu há 20 anos. Mas parece que Sophie não está animada em "voltar no tempo", apesar de Emmanuelle ser a "cafetina de um bordel eletrônico", que permite que se tenha sensações extremamente reais. Paralelamente muitas pessoas perguntam sobre o paradeiro de Frantz Gotzerman (Roland Waden), um vencedor do Prêmio Nobel que parece não dar importância à honraria. Porém Emmanuelle sabe que Gotzerman está totalmente viciado em realidade virtual.
Esse filme é o precursor da série de TV. É uma produção do Menahen Golan da Cannon e bem superior aos episódios 5 e 6. Além disso conta com a Emmanuelle original, a Sylvia Kristel, que aqui relembra a adolescência e dirige uma companhia de realidade virtual. Ela não aparece nua e nem tinha mais idade pra isso. A sacanagem fica por conta da safadíssima Emmanuelle adolescente e sua amiga Sophie.
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