Versão coreana de two girls and one cup. Fiquei surpreso, já que os outros trabalhos do diretor seguem uma linha totalmente diferente, sendo muito menos experimental e mais próximo de um cinema mais político. Seu último trabalho (5.25m²), inclusive, é um curta metragem em Realidade Virtual que simula seus quase dois anos na prisão por ter se recusado a servir no exercito coreano. Já que todos os homens são obrigados a fazer o serviço militar, Kim Kyung Mook é mantido em um solitária separado dos outros detentos por ser gay. No filme, é possível experienciar um pouco da claustrofobia de sua cela e reviver um pouco dos seus momentos de reclusão. Por outro lado, Faceless Things (que é o título em inglês desse filme), é uma mistura de 2 curtas que descreve encontros sexuais com direito a muita bizarrice. Enquanto o primeiro é um trabalho de ficção, o segundo é um documentário em que o próprio diretor (pasmem) caga na boca de um outro homem. Tem que ter muito estômago. Apesar do primeiro curta ter um diálogo minimamente interessante em que os personagens ainda levantam questões pouco relevantes, o segundo é um show de horrores que serve somente pra chocar e nada mais. Talvez o diretor tinha o desejo de passar alguma mensagem com isso. Se sim, ele falha miseravelmente. Se alguém quiser ver essa bizarrice, está disponível aqui: https :// ubu. com/ film/Kim _ faceless .html
Com ressalva a esse filme, recomendo os outros filmes do Kim Kyung Mook. Se aqui ele não havia se encontrado como diretor, seus outros trabalhos mostram um profissional muito mais capacitado com uma linguagem cinematográfica muito mais refinada. "Stateless Things" é de longe o meu favorito! "Grace Period", que eu ainda não tive a oportunidade de assistir, é um documentário que acompanha a vida de trabalhadoras sexuais na Coreia em meio a constante repressão do governo que criminaliza a prostituição.
Versão coreana de two girls and one cup. Fiquei surpreso, já que os outros trabalhos do diretor seguem uma linha totalmente diferente, sendo muito menos experimental e mais próximo de um cinema mais político. Seu último trabalho (5.25m²), inclusive, é um curta metragem em Realidade Virtual que simula seus quase dois anos na prisão por ter se recusado a servir no exercito coreano. Já que todos os homens são obrigados a fazer o serviço militar, Kim Kyung Mook é mantido em um solitária separado dos outros detentos por ser gay. No filme, é possível experienciar um pouco da claustrofobia de sua cela e reviver um pouco dos seus momentos de reclusão. Por outro lado, Faceless Things (que é o título em inglês desse filme), é uma mistura de 2 curtas que descreve encontros sexuais com direito a muita bizarrice. Enquanto o primeiro é um trabalho de ficção, o segundo é um documentário em que o próprio diretor (pasmem) caga na boca de um outro homem. Tem que ter muito estômago. Apesar do primeiro curta ter um diálogo minimamente interessante em que os personagens ainda levantam questões pouco relevantes, o segundo é um show de horrores que serve somente pra chocar e nada mais. Talvez o diretor tinha o desejo de passar alguma mensagem com isso. Se sim, ele falha miseravelmente. Se alguém quiser ver essa bizarrice, está disponível aqui: https :// ubu. com/ film/Kim _ faceless .html
Com ressalva a esse filme, recomendo os outros filmes do Kim Kyung Mook. Se aqui ele não havia se encontrado como diretor, seus outros trabalhos mostram um profissional muito mais capacitado com uma linguagem cinematográfica muito mais refinada. "Stateless Things" é de longe o meu favorito! "Grace Period", que eu ainda não tive a oportunidade de assistir, é um documentário que acompanha a vida de trabalhadoras sexuais na Coreia em meio a constante repressão do governo que criminaliza a prostituição.