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Sinopse
Uma líder de torcida é o objeto da obsessão do orador de sua turma, um jovem nerd. Quando ele declara sua paixão por ela durante o discurso de formatura, os dois embarcam em uma série de confusões.
Uma comédia leve e divertida, que funciona bem quando abraça o caos da noite maluca dos personagens. Mas o humor às vezes é meio forçado e algumas situações ficam exageradas demais. Mesmo assim, tem seu charme e entrega uma história simples sobre crescer e se arriscar.
É mais um daqueles filmes bobos de adolescente americano: protagonista tonhão, gostosa e valentão, onde no fim tudo da certo. Mas não sei se sou eu que estou velho pra esses filmes ou esse que é muito ruim mesmo porque não esbocei um sorriso por menor que seja. Perda de tempo!
Sou muito cadelinha da Hayden Panettiere desde Heroes, ohh mulher linda, e talentosa, carinha de menina angelical e talento de mulherão, perfeita. Uma comédia adolescente, bem a cara dos anos 90, mas sem tanto sexo, drogas e escatologia, situações clichés abobadas, dá para tirar algumas risadas, varias cenas de vergonha alheia, e muitas, desnecessárias, mas tudo bem gostosinho de acompanhar. “Uma experiência feliz e previsível, leve e com piadas ousadas” como bem resumiu Rodrigo Cunha.
Valeu apenas pela Hayden mesmo. Algumas situações exageradas e absurdas demais não funcionaram para mim.
Uma comédia leve e divertida, que funciona bem quando abraça o caos da noite maluca dos personagens. Mas o humor às vezes é meio forçado e algumas situações ficam exageradas demais. Mesmo assim, tem seu charme e entrega uma história simples sobre crescer e se arriscar.
É mais um daqueles filmes bobos de adolescente americano: protagonista tonhão, gostosa e valentão, onde no fim tudo da certo. Mas não sei se sou eu que estou velho pra esses filmes ou esse que é muito ruim mesmo porque não esbocei um sorriso por menor que seja. Perda de tempo!
Assisti esse filme só agora e achei ruim demais.
Sou muito cadelinha da Hayden Panettiere desde Heroes, ohh mulher linda, e talentosa, carinha de menina angelical e talento de mulherão, perfeita. Uma comédia adolescente, bem a cara dos anos 90, mas sem tanto sexo, drogas e escatologia, situações clichés abobadas, dá para tirar algumas risadas, varias cenas de vergonha alheia, e muitas, desnecessárias, mas tudo bem gostosinho de acompanhar. “Uma experiência feliz e previsível, leve e com piadas ousadas” como bem resumiu Rodrigo Cunha.