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Moise Sthar, aventureiro de prazeres mundanos, é na verdade um espião que infiltra-se amigavelmente na casa do coronel Holbein e rouba documentos militares, mas não sem antes ousar seduzir sua bela filha Elsa. Acusado e desmoralizado, Holbein comete suícidio e sua filha é expulsa de seu lar. Elsa, no entanto, recomeça sua vida em Paris; o passado, porém, logo a assombraria mais uma vez.
"Ma l'amor mio non muore" é um dos primeiros filmes estrelados pela atriz italiana Lyda Borelli, e um dos poucos registros de sua curta carreira que sobreviveram ao tempo.
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Uma jornada de encher os olhos! O título esteve inédito no Brasil até ser exibido no "Ciclo de Clássicos Restaurados", promovido pelo Centro Cultural São Paulo, em parceria com a Cineteca de Bolonha. Tanto o trabalho de imagem quanto de trilha sonora deixaram o filme bem sedutor, quase hipnótico, já que durante a trama a atriz Lyda Borelli aparece em praticamente todas as cenas. É uma história de amor trágica filmada de perto, com ênfase nos gestos e no "ir e vir" dos personagens, tudo sendo sustentado por cenários suntuosos. Aqui no Brasil foi exibido com o nome "Mas...o Meu Amor Não Morre". Ao final da sessão, o desejo é de conhecer mais pela produção italiana vinda dos primórdios, tamanha a sofisticação e experiência visual apresentadas. (06/05/2016)