Uma espécie de road movie good vibes com toque de sci-fi e distopia, tem um ritmo um tanto moroso por um bom tempo e é meio bobinho, mas depois que o destino dos protagonistas é traçado o filme ganha mais ritmo, não salta aos olhos em nada, mas também não é ruim, fica em um limiar entre simpático e indiferente, destaque pra Julia Garner ao menos atuando bem como sempre, mas é pouco pra destacar, um filme passavel e nada mais.
O filme é uma enorme alegoria ao que a gente considera importante para "gastar energia", além de trazer o questionamento se sobreviver é o máximo que a gente pode fazer com a nossa vida. O minimalismo de tudo na tela faz o deserto virar um personagem e é fascinante ver como em menos de uma hora e meia podemos ver a evolução das personagens:
Lernert deixa de lado os conselhos racionais de Susan e procura balancear sua razão e a espontaneidade de Rola, e vejam só, com alguns ajustes, até a Susan mudou, mesmo sendo um robô.
Outra reflexão do filme é a que o próprio título traz: tudo que é bonito está muito longe, muito bem representado na passagem "quando você chega no seu destino, o desafio se torna saber o que fazer em seguida" reforçando aquela história de que a gente tem que aproveitar a jornada e não a chegada, afinal, chegando lá, alcançando o objetivo, o que você fará depois?
Filme bonito, minimalista, um pouco enfadonho, mas que gratifica quem assistir até o final <3
Uma espécie de road movie good vibes com toque de sci-fi e distopia, tem um ritmo um tanto moroso por um bom tempo e é meio bobinho, mas depois que o destino dos protagonistas é traçado o filme ganha mais ritmo, não salta aos olhos em nada, mas também não é ruim, fica em um limiar entre simpático e indiferente, destaque pra Julia Garner ao menos atuando bem como sempre, mas é pouco pra destacar, um filme passavel e nada mais.
Filme com ritmo bem lento, mas de uma alegoria muito boa.
Entre tantas, aproveite bem a jornada, que muitas das vezes é melhor que a chegada.
“Viva os entretantos, para desfrutar do finalmente”
O filme é uma enorme alegoria ao que a gente considera importante para "gastar energia", além de trazer o questionamento se sobreviver é o máximo que a gente pode fazer com a nossa vida. O minimalismo de tudo na tela faz o deserto virar um personagem e é fascinante ver como em menos de uma hora e meia podemos ver a evolução das personagens:
Lernert deixa de lado os conselhos racionais de Susan e procura balancear sua razão e a espontaneidade de Rola, e vejam só, com alguns ajustes, até a Susan mudou, mesmo sendo um robô.
Outra reflexão do filme é a que o próprio título traz: tudo que é bonito está muito longe, muito bem representado na passagem "quando você chega no seu destino, o desafio se torna saber o que fazer em seguida" reforçando aquela história de que a gente tem que aproveitar a jornada e não a chegada, afinal, chegando lá, alcançando o objetivo, o que você fará depois?
Filme bonito, minimalista, um pouco enfadonho, mas que gratifica quem assistir até o final <3
Bom filme
Ah não, o nome da mina é rola