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O roubo no Hotel de Palácio Real e o sequestro de Lord Beltham, fazem de Fantômas o imperador de Crime. Cabe ao Inspetor Juve, sempre auxiliado pelo jornalista Fandor, prender o criminoso. Finalmente Fantômas é preso e condenado a morte. Esse parece ser o fim do inimigo público número 1 da cidade.
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Precedente do clássico os vampiros Fantomas segue a mesma lógica que depois seria reaproveitada por FRitz Lang em Dr Mabuse. Um criminoso multi-facetado perseguido por um policial. Um tanto confuso em seus personagens e pela minha clara falta de entendimento da língua francesa mas um bom exemplar do início do gênero.
"Fantômas - A Sombra da Guilhotina" é o primeiro média-metragem de uma série de cinco filmes mudos sobre o malfeitor 'Fantômas', mestre dos disfarces, mágico, ladrão de joias e assassino. Esse filme ainda não possui a sofisticação visual da narrativa que Louis Feuillade iria apresentar em seu posterior "Os Vampiros", podendo deixar o espectador levemente confuso em relação à motivação dos personagens em alguns momentos, mas ao final tudo se encaixa. Já é notório aqui uma influência que o cinema de Feuillade iria ter no cinema criminal de Fritz Lang, em especial, na trilogia do 'Dr. Mabuse'. Tem um tom típico dos folhetins do início do século passado, com personagens bem rasos e estereotipados, mas cativa o interesse de ver os demais episódios.
Segue a linha francesa ao estilo Melies, claro que isso vem antes do estilo clássico de montar implementado por Griffith, teatro filmado com a camera na perspectiva do espectador, closes apenas nos momentos de ler cartas ou jornais.
Boa historia ainda mais pra epoca, policiais corruptos, detetive sagaz e etc, envolve e te prende ate o clímax no final
Não tem como não se sentir envolvido pela trama.
A história é tão simples, mas ao mesmo tempo cativa pelos personagens, em especial pelo Fantômas. Nunca se sabe o que ele vai aprontar.
Ainda falta eu ver "Judex", mas até o momento, meu preferido é "Les Vampires".
Parece mais teatro filmado, sendo dum período antes de revolucionários como o Griffith, Eisenstein e o pessoal do Expressionismo Alemão darem uma estética nova para o cinema. Neste caso, o que aparentava é que closes e cortes eram utilizados apenas quando indispensáveis.