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In a tale that is visually stunning in certain segments, director Shuji Terayama (who died before this movie was released) has woven a spell of magic and social reprobation around the forbidden love of two cousins. Su-e (Mayumi Ogawa) and her cousin Sutekichi (Tsutomu Yamazaki), a descendant of one of the village clans, live together but have been forbidden by her father to have sexual contact. Like other villagers, he believes that if cousins have children together, the children will suffer serious birth defects. His remedy is to make Su-e wear a large, ugly chastity belt. Unable to take the ridicule of his fellow villagers, Sutekichi stabs the head of the clan to death and then runs away with Su-e. After some time elapses, the two make their way back to the village, but by then Sutekichi is suffering the effects of his actions...
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Obra máxima sobre o desprendimento. Terayama livra o homem de qualquer objeto mundano que o prenda à convenções do sociedade, do tempo, do espaço e do presente ou futuro para chegar à um desprendimento físico da vida e da morte. Conceito tão amplo e genial que só poderia surgir da mente inquieta deste gênio absoluto.
Os inúmeros rituais de Saraba Hakobune carregam uma necessidade de representação do tempo e da vida de uma forma performática, corporal. Os relógios carregados, a casa decorada, a fuga, a redenção sobrenatural, o ressuscitar.
Existe aqui uma pergunta construída com profundidade e poesia: como mudamos e como continuamos ao, progressivamente, morrer?
Um clique. Uma fotografia. Essa captura do tempo, sua paralisação. Como sempre em Terayama a quebra do véu que oculta a obra é reforçado. Essa tentativa de, por um momento, criar um marco no irreversível só pode indicar começo e não o final das relações levantadas pela obra.
mano?????????
Bem menos inventivo do que Pastoral: To Die In The Country, mas nem por isso um filme menor do Shuji Terayama, Farewell to the Ark é inspirado em 100 Anos de Solidão, mas não se pode esperar uma adaptação literal, como eu disse é mais uma inspiração. Filme que me lembra um pouco A Balada de Narayama, mas de longe. Muito bom.
Surreal como o livro, mas é outra história. Apenas baseia em Cem Anos de Solidão, não espero o livro. Mas vale pela curiosidade.