"Eu dei, dou e darei minha vida e minha morte à essa bruxaria que é o teatro."
Fédro (Brasil,2021)
Direção: Marcelo Sebá e Camila Mota. Com: José Celso Martinez Corrêa e Reynaldo Gianecchini.
Fedro é também o nome de um texto filosófico escrito por Platão, por volta de 385-370 a.C. Na obra, o jovem Fedro traça um diálogo ao lado de Sócrates.
Eles refletem o amor como uma metáfora para a discussão sobre o uso adequado de retórica. Ali falam de alma, loucura, inspiração divina, e a prática e o domínio de uma arte.
Aqui em Fédro, filme, temos o eterno Zé Celso ao lado de Gianecchini. No documentário eles usarão como base da conversa a obra de Platão, misturando os diálogos da peça com reflexões daquele momento único entre os dois.
É um material precioso para receber em imagens e palavras as experiências do grande diretor. Nitidamente Gianecchini também está ali como nós aqui, colhendo sabedoria vinda do grande artista que faleceu recentemente.
Vi esse filme agora, depois da morte do Zé, e talvez por isso mesmo ele se torna um documento tão importante.
Exibido nos cinemas no ano passado, o documentário está disponível no Star+.
Aproveito aqui para indicar novamente um outro documentário, esse sobre o Teatro de Zé Celso: "Máquina do Desejo: Os 60 Anos do Teatro Oficina. o filme dirigido por Joaquim Castro e Lucas Weglinski é incrível e segue em cartaz em alguns cinemas!
Nossa, o José Celso falou tudo para o Reynaldo. "Se liberte!" Realmente, ele estava tenso o tempo todo ali e o Gianecchini tirou a roupa por pura pressão. HAHAHAHA
Os 30 minutos finais são valiosos! Gostei da experiência.
"Eu dei, dou e darei minha vida e minha morte à essa bruxaria que é o teatro."
Fédro (Brasil,2021)
Direção: Marcelo Sebá e Camila Mota.
Com: José Celso Martinez Corrêa e Reynaldo Gianecchini.
Fedro é também o nome de um texto filosófico escrito por Platão, por volta de 385-370 a.C. Na obra, o jovem Fedro traça um diálogo ao lado de Sócrates.
Eles refletem o amor como uma metáfora para a discussão sobre o uso adequado de retórica. Ali falam de alma, loucura, inspiração divina, e a prática e o domínio de uma arte.
Aqui em Fédro, filme, temos o eterno Zé Celso ao lado de Gianecchini. No documentário eles usarão como base da conversa a obra de Platão, misturando os diálogos da peça com reflexões daquele momento único entre os dois.
É um material precioso para receber em imagens e palavras as experiências do grande diretor. Nitidamente Gianecchini também está ali como nós aqui, colhendo sabedoria vinda do grande artista que faleceu recentemente.
Vi esse filme agora, depois da morte do Zé, e talvez por isso mesmo ele se torna um documento tão importante.
Exibido nos cinemas no ano passado, o documentário está disponível no Star+.
Aproveito aqui para indicar novamente um outro documentário, esse sobre o Teatro de Zé Celso: "Máquina do Desejo: Os 60 Anos do Teatro Oficina. o filme dirigido por Joaquim Castro e Lucas Weglinski é incrível e segue em cartaz em alguns cinemas!
#zecelso
#teatrooficina
#reynaldogianecchini
#cinemabrasileiro
Nossa, o José Celso falou tudo para o Reynaldo. "Se liberte!" Realmente, ele estava tenso o tempo todo ali e o Gianecchini tirou a roupa por pura pressão. HAHAHAHA
Os 30 minutos finais são valiosos! Gostei da experiência.
É muito interessante, mas requer paciência.