Compartilhe "Feel Good (1ª Temporada)" com seus amigos:
Link copiado para a área de transferência!
Outros títulos
Mae and George - Estados Unidos da América
Sinopse
Protagonizada por Mae Martin, a produção é levemente inspirada na vida do comediante canadense e mostra seus dilemas pessoais ao iniciar um novo relacionamento e sua luta contra o vício.
Tem temas super pesados mas acontecem de forma leve, o que é estranho. Não ficam muito no vício em drogas, foca mais na carência e problemas com sair do armário. É bem ok. Parece que as coisas acontecem rápido demais, mas não me incomodou tanto.
Recomendo. É divertida e interessante, tem personagens únicos (Bill é o melhor), episódios curtinhos, mas falta um pouco de timming.
Os acontecimentos às vezes não são muito bem distribuídos, e alguns importantes acabam ficando um pouco de lado pra dar espaço a situações secundárias que, embora agreguem na questão diversão, acabam tomando tempo de tela do que realmente importa que é o casal. Exemplos:
Quando Mae sai com Riven e os dois usam cocaína, é um momento bacana que dá um vislumbre de como era Mae no passado, mas colocar isso perto do final acabou deixando a resolução da temporada anticlimática e corriqueira demais.
Quando George "revela" pros amigos não intencionalmente que está em uma relação homoafetiva, não vemos como isso impacta na vida dela. Esse assunto é importante porque é MUITO comum na vida real. Só vemos umas mensagens no celular, nada mais. Nenhum amigo se afasta, a família não a rejeita, NADA. Isso pra mim fez falta, principalmente porque ela sempre fazia questão de dizer "Eu contei pra todo mundo, eu mudei" quando na verdade não fez de propósito, e Mae nem a critica por isso. Nem mesmo quando voltamos a ver George com os amigos, ninguém tá nem ligando pra esse assunto.
Menos importante, mas também um pouco broxante: Quando o comediante famoso aparece e chama ela para se apresentar, existe a expectativa de vermos ela nervosa se apresentando ali, além de queremos ver a evolução dela, mas.... Não mostram. E mais à frente, quando ela fica famosa, também não mostram. Nem sequer 30 segundos da apresentação. E isso é algo importante para a personagem.
Me incomodou um pouco o exagero da obcessão de Mae por George. Tudo que G pedia, Mae fazia. Até certo ponto é importante mostrar isso, mas depois de um momento, parece mais uma infantilidade de Mae do que uma obcessão.
A resolução da temporada com a mãe saindo do armário foi péssima porque foi bem inverossímil, tanto o fato de a mãe estar no armário quanto ela ter desistido tão facilmente e saído da cena. Mesmo porque de onde ela estava certamente dava pra ouvir a conversa toda. Acho que pra a mãe fazer esse esforço todo, ela insistiria um pouco mais em convencer Mae a ficar com George
Deus me livre.
Tem temas super pesados mas acontecem de forma leve, o que é estranho. Não ficam muito no vício em drogas, foca mais na carência e problemas com sair do armário. É bem ok. Parece que as coisas acontecem rápido demais, mas não me incomodou tanto.
Recomendo. É divertida e interessante, tem personagens únicos (Bill é o melhor), episódios curtinhos, mas falta um pouco de timming.
Os acontecimentos às vezes não são muito bem distribuídos, e alguns importantes acabam ficando um pouco de lado pra dar espaço a situações secundárias que, embora agreguem na questão diversão, acabam tomando tempo de tela do que realmente importa que é o casal. Exemplos:
Quando Mae sai com Riven e os dois usam cocaína, é um momento bacana que dá um vislumbre de como era Mae no passado, mas colocar isso perto do final acabou deixando a resolução da temporada anticlimática e corriqueira demais.
Quando George "revela" pros amigos não intencionalmente que está em uma relação homoafetiva, não vemos como isso impacta na vida dela. Esse assunto é importante porque é MUITO comum na vida real. Só vemos umas mensagens no celular, nada mais. Nenhum amigo se afasta, a família não a rejeita, NADA. Isso pra mim fez falta, principalmente porque ela sempre fazia questão de dizer "Eu contei pra todo mundo, eu mudei" quando na verdade não fez de propósito, e Mae nem a critica por isso. Nem mesmo quando voltamos a ver George com os amigos, ninguém tá nem ligando pra esse assunto.
Menos importante, mas também um pouco broxante: Quando o comediante famoso aparece e chama ela para se apresentar, existe a expectativa de vermos ela nervosa se apresentando ali, além de queremos ver a evolução dela, mas.... Não mostram. E mais à frente, quando ela fica famosa, também não mostram. Nem sequer 30 segundos da apresentação. E isso é algo importante para a personagem.
Me incomodou um pouco o exagero da obcessão de Mae por George. Tudo que G pedia, Mae fazia. Até certo ponto é importante mostrar isso, mas depois de um momento, parece mais uma infantilidade de Mae do que uma obcessão.
A resolução da temporada com a mãe saindo do armário foi péssima porque foi bem inverossímil, tanto o fato de a mãe estar no armário quanto ela ter desistido tão facilmente e saído da cena. Mesmo porque de onde ela estava certamente dava pra ouvir a conversa toda. Acho que pra a mãe fazer esse esforço todo, ela insistiria um pouco mais em convencer Mae a ficar com George
São personalidades distintas, mas que ainda assim tem coisas em comum.
Gostei muito.
Adorei! Me lembrou muito Fleabag. Gosto do humor da Mae e da forma dela de ver as coisas.