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Em 1999, o rei Jigme Wangchuck aprovou o uso da televisão e Internet em todo o país, em grande parte não desenvolvida do Butão, assegurando as massas que o rápido desenvolvimento era sinônimo de "felicidade nacional bruta" de seu país, um termo que ele mesmo cunhou. Através dos olhos de um monge de oito anos de idade, impaciente com a oração e ansioso para adquirir um aparelho de TV, testemunhamos as sementes desta mudança durante uma viagem de três dias a partir da periferia de Laya para a próspera capital Thimphu. É aqui que o menino descobre carros, banheiros, luzes coloridas do clube, e inúmeros outros elementos da vida moderna, pela primeira vez.
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O documentário mostra um conceito de felicidade como algo capaz de se comprar mas, às vezes está sempre conosco e sequer reconhecemos.
Paradinho. Esperava mais. Valeu pela fotografia e por nos mostrar um pouco da cultura do Butão.