Um retrato urgente da última geração viva do Terceiro Reich de Hitler, em entrevistas nunca antes vistas que levantam questionamentos sobre autoridade, conformismo, identidade nacional e suas próprias contribuições em um dos maiores crimes da história da humanidade.
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Marília Mendonça: Sentimento Louco
o conteúdo é interessante mas o ritmo é bem arrastado, e não é por ser documentário (ja vi documentarios mais longos e menos tediosos) acho que faltou uma narração e uma maior participação do entrevistador, pq em muitos momentos soa só como velhos saudosos pela sua juventude (não fosse o fato de q essa juventude era a apoiadora do bigodudo maldito)
zero surpresas de que a maioria parece não se arrepender. entendo que aos 11 ou 14 anos vc pode não saber o que se passa com muita clareza, mas chegar até a velhice com orgulho do que fez não é ingenuidade, é sadismo mesmo. Infelizmente quem não presta também envelhece.
(não precisa vir aquu me explicar nada sobre a segunda guerra nem como o documentario foi feito, obrigada)
Entendo a lavagem cerebral nos jovens alemães para se tornarem nazistas, mas não dá para tolerar que agora depois de velhos ainda sintam honra de ter servido à SS de Hitler e muitos ainda negarem o holocausto. O único sentimento teria que ser: vergonha, vergonha.
É incrível como alguns ainda tentam fingir que não sabiam de nada, ou que não aconteceu nada - veja o senhor afirmando que não mataram tantos judeus quanto o que foi divulgado. Não dá pra relativizar o Holocausto, a Alemanha nazista não foi atacada e estava se defendendo... Eles começaram o Holocausto, eles começaram matando pessoas que consideraram "indignas de viver". E em o outro que disse não culpar Hitler. De quem é a culpa então?
Como analisar os fatos fora do contexto? Quem pode realmente avaliar como as coisas se passavam com os moradores jovens, idosos? A máquina da propaganda nazista, a opressão, a tirania… só quem viveu aquilo pode saber. Terrível para todos.
Não sabia de nada, não ouvi nada, não vi nada: Esta é a reação mais comum quando você pergunta aos pais ou avós sobre o regime nazista. Ninguém quer pensar na sua própria contribuição para a barbárie. As coisas são diferentes no documentário de Luke Holland, que vale a pena ver. Ele faz os perpetradores falarem.