Dirigido por
Data de lançamento
17 Maio 2016Duração
Daphne, detida por roubo, se apaixona por Josh, um jovem ladrão. Homens encarcerados e mulheres não podem se encontrar e o amor é proibido: Daphne e Josh vivem apenas de olhares de cela para cela, conversas curtas através das barras e cartas clandestinas. A prisão não é apenas a privação da liberdade, mas também torna-se falta de amor.
Sem anúncios
Aproveite o melhor do Filmow sem interrupções
Extremamente raso e com atuações fracas.
Gostei muito do filme, é um filme que retrata a vida nos reformatórios da Itália e com uma pitada de romance, não achei a trama previsível e tem uma atmosfera muito diferente das obras tradicionais do gênero.
Bom é tipo
Romeu e Julieta sendo marginal,
eu pensei na hora vai atras Josh, o final foi convincente... de ficar juntos até quando der...
Agora eu fiquei chocada ao saber que ator Josciua Algeri (Josh) morreu em 2017 vitima de acidente de moto... =/
[spoiler][/spoiler]
Seria melhor se fosse lesbico
O ato subversivo. Logo de início, a projeção investe em dez minutos de insinuações e cenas que caracterizam o comportamento transgressivo da protagonista. A jovem que rouba transeuntes sem medo da punição nas imediações de um metrô. Logo entende-se que ali é o centro de onde vai partir a crítica narrativa. Claudio Giovannese mantém a câmera próxima das pessoas que quer retratar, como artifício pro estímulo “naturalista” que quer criar em cena. Dafne (Daphne Scoccia), a típica adolescente sem perspectivas e mal educada pela vida oprimida, parte para a realidade dentro do cenário do reformatório. É lá que temos a insinuação sentimental, no qual a moça conhece na ala masculina um prisioneiro que passa a se corresponder e a estabelecer um elo de tesão e afinidade. Giovannese segue o padrão habitual dos trabalhos cinematográficos que exibem as vivências e dificuldades sob o teto da prisão, a dinâmica e rotina dentro deste ambiente, para percebemos a violência e amarga situação em que se encontra a sua personagem em foco.