Melodrama de guerra da MGM indicado ao Oscar de melhores efeitos especiais. O filme teve a distinção de muitas vezes ser creditado como o 1° filme de Hollywood glorificando os militares americanos a ser lançado após a eclosão da Segunda Guerra Mundial na Europa, um ano antes de os EUA entrarem no conflito.
O esquadrão foi baseado na Naval Air Station North Island, que ainda existe hoje em San Diego, Califórnia. Enquanto Robert Taylor (1911-1969) interpreta um piloto novato neste filme na vida real, ele era de fato um piloto e o único no elenco. Quando os EUA entraram na Segunda Guerra Mundial, ele se tornou piloto da Marinha, serviu como instrutor de vôo e apareceu em filmes instrucionais.
Além de ser novo numa equipe de pilotos de caças na Segunda Guerra Mundial, um ambicioso soldado, Alan Drake, ainda resolve dar em cima da mulher do comandante, Lorna Gary. Ele é um piloto arrogante da Marinha dos EUA que tem problemas com seu novo esquadrão e com a esposa de seu comandante, Billy Gary.
Filme encomendado pelo exército americano para a glória da aviação ianque, que não acrescenta nem diminui o prestígio do famoso realizador Frank Borzage (1894-1962). O estreante da MGM, Red Skelton (1913-1997), aparece no filme como um alívio cômico, o que não acontece de fato.
Uma leve tentativa de elevar os sentimentos patrióticos que andavam tão por baixa em 1940. Lembra “Asas da Esquadra” do ano anterior, só que este é bem melhor. A vida nas forças armadas, mais precisamente na aeronáutica, não é um mar de rosas. As relações tem conflitos muito mais interessantes. Desde as relações do protagonista, Alan Drake, interpretado por Robert Taylor, até as do comandante com sua esposa, e como todas estas relações se entrelaçam de forma bem interessante. Só de lembrar tenho vontade de assistir de novo!
Alan Drake é um jovem atrevido e cheio de si, mas gente boa, que acabou de sair da escola de vôo em Pensacola, Florida. Suas atitudes logo de início criam problemas com outros aviadores veteranos, os Hellcats. O seu envolvimento sentimental com a esposa do comandante, até por fim, um acidente causado por imprudência, levam a trama para caminhos que nem se imagina no princípio. Discussões interessantes são levantadas a partir de então. E o filme ganha novos significados, além de ser apenas uma idealização das forças armadas.
O filme foi um sucesso, trazendo enorme lucro a MGM e recebeu uma indicação ao Oscar de Melhor Efeito Especial. Mas as críticas da época não partilharam do favoritismo do público e nem da minha opinião. Bosley Crowther, do The New York Times finaliza sua crítica dizendo “‘Asas nas Trevas’ é apenas mais um filme de aventura — emocionante para os jovens, sem dúvida, mas sem graça para o gosto de um adulto.” Mas exalta as cenas de vôo, com os aviões em formação pelas nuvens e a decolagem. E de fato é excitante assistir tais cenas, que tiveram plena cooperação da Marinha dos EUA, com empréstimos de novos aviões, como o VF-6 squadron e o Grumman F3F.
Drama de aviação competente, com elenco adequado.
Melodrama de guerra da MGM indicado ao Oscar de melhores efeitos especiais. O filme teve a distinção de muitas vezes ser creditado como o 1° filme de Hollywood glorificando os militares americanos a ser lançado após a eclosão da Segunda Guerra Mundial na Europa, um ano antes de os EUA entrarem no conflito.
O esquadrão foi baseado na Naval Air Station North Island, que ainda existe hoje em San Diego, Califórnia. Enquanto Robert Taylor (1911-1969) interpreta um piloto novato neste filme na vida real, ele era de fato um piloto e o único no elenco. Quando os EUA entraram na Segunda Guerra Mundial, ele se tornou piloto da Marinha, serviu como instrutor de vôo e apareceu em filmes instrucionais.
Além de ser novo numa equipe de pilotos de caças na Segunda Guerra Mundial, um ambicioso soldado, Alan Drake, ainda resolve dar em cima da mulher do comandante, Lorna Gary. Ele é um piloto arrogante da Marinha dos EUA que tem problemas com seu novo esquadrão e com a esposa de seu comandante, Billy Gary.
Uma leve tentativa de elevar os sentimentos patrióticos que andavam tão por baixa em 1940. Lembra “Asas da Esquadra” do ano anterior, só que este é bem melhor. A vida nas forças armadas, mais precisamente na aeronáutica, não é um mar de rosas. As relações tem conflitos muito mais interessantes. Desde as relações do protagonista, Alan Drake, interpretado por Robert Taylor, até as do comandante com sua esposa, e como todas estas relações se entrelaçam de forma bem interessante. Só de lembrar tenho vontade de assistir de novo!
Alan Drake é um jovem atrevido e cheio de si, mas gente boa, que acabou de sair da escola de vôo em Pensacola, Florida. Suas atitudes logo de início criam problemas com outros aviadores veteranos, os Hellcats. O seu envolvimento sentimental com a esposa do comandante, até por fim, um acidente causado por imprudência, levam a trama para caminhos que nem se imagina no princípio. Discussões interessantes são levantadas a partir de então. E o filme ganha novos significados, além de ser apenas uma idealização das forças armadas.
O filme foi um sucesso, trazendo enorme lucro a MGM e recebeu uma indicação ao Oscar de Melhor Efeito Especial. Mas as críticas da época não partilharam do favoritismo do público e nem da minha opinião. Bosley Crowther, do The New York Times finaliza sua crítica dizendo “‘Asas nas Trevas’ é apenas mais um filme de aventura — emocionante para os jovens, sem dúvida, mas sem graça para o gosto de um adulto.” Mas exalta as cenas de vôo, com os aviões em formação pelas nuvens e a decolagem. E de fato é excitante assistir tais cenas, que tiveram plena cooperação da Marinha dos EUA, com empréstimos de novos aviões, como o VF-6 squadron e o Grumman F3F.