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Sinopse
Atormentado por um segredo obscuro, um pistoleiro abandona sua vida de assassinatos e volta para casa, quando descobre que sua mãe morreu. Ele é forçado a confrontar seu distante pai e a vida que deixou para trás.
Quando um pistoleiro descansa seu revolver, parece que o mundo cai na suas costas, com o que há de pior, não restando outra alternativa que não seja a que sempre esteve em suas mãos. "O Retorno de John Henry", conta a história de John Rambo da vida, que viveu o diabo da guerra, e só queria voltar pra casa para envelhecer. Mas quando ele retorna, outra pior espera por ele.
Dirigido por Jon Cassar e estrelado por Kiefer Sutherland, Donald Sutherland, Brian Cox e Demi Moore e Michael Wincott, surpreende em mostrar uma história com a alma western no seu melhor estilo, com personagens, trama estuações pilares do genero, muito bem aproveitadas na história e bem apresentada no longa.
John Henry Clayton (Kiefer Sutherland), é um ex-pistoleiro que retorna à sua cidade após anos afastado. Ele se mostra como um homem que busca a paz, mas logo se vê envolvido em conflitos com um grupo de foras da lei liderados por um vilão cruel e violento, que com a aproximação de uma ferrovia, impunha ao donos da terra, a venda de sua propriedade, com ameaças, violência e morte se preciso.
John buscava em sua casa, não só por tranquilidade, mas também para se curar das marcas da guerra, de seu amor perdido pro Mary-Alice Watson (Demi Moore), e a busca de uma reconexão com seu pai, Clayton (Donald Sutherland), um pastor que sofria pela perda e pela culpa.
O manda chuva James McCurdy (Brian Cox), sabia da fama de Henry, como também sabe que ex-pistoleiro não existe, fazendo de tudo para que ele votasse pra velha profissão, para encher ele de chumbo a luz do dia, pois de alguma forma, ele temia sua presença. Além das investidas covardes e violentas do bando, as provocações deles, vivaram surras, mas depois que a coisa chega no pai dele, Henry não vê outra alternativa, se não acordar a velha winchester 22.
Eu não estava aguentando mais! Num tiroteio da desgraça, Henry tirou o atraso do berro, em cenas clássicas de bang bang! Lembrando e honrando muita coisa boa do genero, com direito ainda a uma disputa entre compadres no final.
A direção de Jon Cassar capta a atmosfera tensa e violenta do lugar, assim com as dores e os dramas vivido pelos personagens. Divididos a principio, em dois momentos, com cenas onde esses traumas são expostos, e depois com ação do bando, que culminou na "Retorno de Henry" pra sua arma. Os tiros da Lemat, nove tiros, calibre 10, são foda.
As performances de Donald e Kiefer Sutherland, estão ótimas. Pai e filhos na vida real, mostraram que o talento deles está no sangue. Um apresentando profundidade emocional na história, o outro o vigor que o herói precisa. Brian Cox é uma lenda e acrescenta ao vilão s soberba que eles precisam em filmes do genero. Demi Moore tem uma atuação morna pois sua personagem tem um papel relevante na vida de Henry, mas pequeno pra atriz. Michael Wincott esta em casa e vive mais um pistoleiro contratado.
"O Retorno de John Henry" é um grande filme, a história é envolvente, a produção é excelente, a direção é competente, as atuações são solidas. Eu nunca tinha assistido e confesso que é um dos melhores faroestes dos anos 2010.
Co-produção franco-canadense-estadunidense que é um faroeste dramático revisionista da Minds Eye Entertainment, Panacea Entertainment, FilmWest Productions, Moving Pictures Media, Rollercoaster Films e Vortex Words Pictures cujo trama se passa em 1872.
Kiefer Sutherland estava motivado a criar um filme que pudesse fazer com seu pai Donald Sutherland, então recrutou o escritor Brad Mirman para escrever uma estória de faroeste sobre pai e filho, para ser interpretada na tela por pai e filho. Ambos Sutherlands compartilharam um breve tempo na tela no filme A volta de Max Dugan (83) - que foi a estréia de Kiefer Sutherland no cinema. Os dois também estrelaram Tempo de matar (96), embora não tenham atuado juntos nesse filme. Reúne os co-estrelas Kiefer Sutherland e Demi Moore que já apareceram juntos em Questão de honra (92). John Henry Holliday também era o nome verdadeiro de Doc Holliday (1851-1887).
Um faroeste da velha escola que é um pouco antiquado demais para o seu próprio bem, resultando em um filme antiquado e sem graça. Os valores de produção lembram aqueles filmes de proteção fiscal dos anos 70 e 80 pelos quais o Canadá era conhecido. Não esperem muita coisa boa. Enquanto os críticos modernos lamentam a morte do gênero, "Forsaken" é um lembrete do motivo pelo qual os faroestes saíram de moda.
Fraco, raso, parado, lento, e que só vi melhorar nos 20 minutos finais. Mesmo assim é bem ruinzinho! Coitado do otário do marido que casou com um periguetona do campo! rsss Netflix em 21/05/23
Um faroeste é sempre aquele filme que atrai os fãs do gênero, o drama peculiar, a tensão das cenas, os diálogos de homens destemidos e a construção da narrativa mocinho e bandido que nunca falha. O filme tem no elenco Donald Sutherland, Kiefer Sutherland, Demi Moore e Brian Cox. Longe de ser um dos melhores, acho que o filme peca em algum lugar no processo, ou atuação ou nas escolhas finais, o fato é que poderia ter um resultado mais empolgante.
A dinâmica entre o Kiefer Sutherland e o Donald Sutherland (que são pai e filho na vida real) é muito boa e o final é incrível, esse é um faroeste de qualidade.
Quando um pistoleiro descansa seu revolver, parece que o mundo cai na suas costas, com o que há de pior, não restando outra alternativa que não seja a que sempre esteve em suas mãos. "O Retorno de John Henry", conta a história de John Rambo da vida, que viveu o diabo da guerra, e só queria voltar pra casa para envelhecer. Mas quando ele retorna, outra pior espera por ele.
Dirigido por Jon Cassar e estrelado por Kiefer Sutherland, Donald Sutherland, Brian Cox e Demi Moore e Michael Wincott, surpreende em mostrar uma história com a alma western no seu melhor estilo, com personagens, trama estuações pilares do genero, muito bem aproveitadas na história e bem apresentada no longa.
John Henry Clayton (Kiefer Sutherland), é um ex-pistoleiro que retorna à sua cidade após anos afastado. Ele se mostra como um homem que busca a paz, mas logo se vê envolvido em conflitos com um grupo de foras da lei liderados por um vilão cruel e violento, que com a aproximação de uma ferrovia, impunha ao donos da terra, a venda de sua propriedade, com ameaças, violência e morte se preciso.
John buscava em sua casa, não só por tranquilidade, mas também para se curar das marcas da guerra, de seu amor perdido pro Mary-Alice Watson (Demi Moore), e a busca de uma reconexão com seu pai, Clayton (Donald Sutherland), um pastor que sofria pela perda e pela culpa.
O manda chuva James McCurdy (Brian Cox), sabia da fama de Henry, como também sabe que ex-pistoleiro não existe, fazendo de tudo para que ele votasse pra velha profissão, para encher ele de chumbo a luz do dia, pois de alguma forma, ele temia sua presença. Além das investidas covardes e violentas do bando, as provocações deles, vivaram surras, mas depois que a coisa chega no pai dele, Henry não vê outra alternativa, se não acordar a velha winchester 22.
Eu não estava aguentando mais! Num tiroteio da desgraça, Henry tirou o atraso do berro, em cenas clássicas de bang bang! Lembrando e honrando muita coisa boa do genero, com direito ainda a uma disputa entre compadres no final.
A direção de Jon Cassar capta a atmosfera tensa e violenta do lugar, assim com as dores e os dramas vivido pelos personagens. Divididos a principio, em dois momentos, com cenas onde esses traumas são expostos, e depois com ação do bando, que culminou na "Retorno de Henry" pra sua arma. Os tiros da Lemat, nove tiros, calibre 10, são foda.
As performances de Donald e Kiefer Sutherland, estão ótimas. Pai e filhos na vida real, mostraram que o talento deles está no sangue. Um apresentando profundidade emocional na história, o outro o vigor que o herói precisa. Brian Cox é uma lenda e acrescenta ao vilão s soberba que eles precisam em filmes do genero. Demi Moore tem uma atuação morna pois sua personagem tem um papel relevante na vida de Henry, mas pequeno pra atriz. Michael Wincott esta em casa e vive mais um pistoleiro contratado.
"O Retorno de John Henry" é um grande filme, a história é envolvente, a produção é excelente, a direção é competente, as atuações são solidas. Eu nunca tinha assistido e confesso que é um dos melhores faroestes dos anos 2010.
Merece ser mais conhecido.
Co-produção franco-canadense-estadunidense que é um faroeste dramático revisionista da Minds Eye Entertainment, Panacea Entertainment, FilmWest Productions, Moving Pictures Media, Rollercoaster Films e Vortex Words Pictures cujo trama se passa em 1872.
Kiefer Sutherland estava motivado a criar um filme que pudesse fazer com seu pai Donald Sutherland, então recrutou o escritor Brad Mirman para escrever uma estória de faroeste sobre pai e filho, para ser interpretada na tela por pai e filho. Ambos Sutherlands compartilharam um breve tempo na tela no filme A volta de Max Dugan (83) - que foi a estréia de Kiefer Sutherland no cinema. Os dois também estrelaram Tempo de matar (96), embora não tenham atuado juntos nesse filme. Reúne os co-estrelas Kiefer Sutherland e Demi Moore que já apareceram juntos em Questão de honra (92). John Henry Holliday também era o nome verdadeiro de Doc Holliday (1851-1887).
Um faroeste da velha escola que é um pouco antiquado demais para o seu próprio bem, resultando em um filme antiquado e sem graça. Os valores de produção lembram aqueles filmes de proteção fiscal dos anos 70 e 80 pelos quais o Canadá era conhecido. Não esperem muita coisa boa. Enquanto os críticos modernos lamentam a morte do gênero, "Forsaken" é um lembrete do motivo pelo qual os faroestes saíram de moda.
Fraco, raso, parado, lento, e que só vi melhorar nos 20 minutos finais. Mesmo assim é bem ruinzinho! Coitado do otário do marido que casou com um periguetona do campo! rsss
Netflix em 21/05/23
Um faroeste é sempre aquele filme que atrai os fãs do gênero, o drama peculiar, a tensão das cenas, os diálogos de homens destemidos e a construção da narrativa mocinho e bandido que nunca falha. O filme tem no elenco Donald Sutherland, Kiefer Sutherland, Demi Moore e Brian Cox. Longe de ser um dos melhores, acho que o filme peca em algum lugar no processo, ou atuação ou nas escolhas finais, o fato é que poderia ter um resultado mais empolgante.
A dinâmica entre o Kiefer Sutherland e o Donald Sutherland (que são pai e filho na vida real) é muito boa e o final é incrível, esse é um faroeste de qualidade.