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Data de lançamento
16 Fev. 1988Duração
Richard Walker (Harrison Ford) é um médico que vai com Sondra (Betty Buckley), sua mulher, a Paris para uma conferência. Porém, logo no primeiro dia de viagem ela é seqüestrada. Querendo entender a razão do acontecido, ele acaba indo parar no submundo parisiense em uma procura desesperada, sem pistas e sem ninguém para auxiliá-lo. Até que surge a linda Michelle (Emmanuelle Seigner), que resolve lhe ajudá-lo para tentar encontrar Sondra até que ambos se vêem envoltos em uma trama internacional.
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Marília Mendonça: Sentimento Louco
Um filme menos badalado do Roman Polanski que faz uma pequena aparição como motorista de táxi, mas que funciona bem num roteiro simples de sequestro fora do país, a dificuldade com a língua local e o descaso das autoridades, Harrison Ford bem protocolar e Emanuelle Seigner que se tornou esposa do diretor.
Prende a atenção e inquieta.
Tenho consciência que várias coisas problemáticas pertencem a década de 80. Só que minha gente... o que foi aquilo no final
quando o doc ficou doidão e jogou o bagulho no rio ? Sério... eu vi errado ? Não prestei atenção ? Por qual motivo os malucos que antes tinham esculachado a Michele no apê não esbagaçaram os dois na bala ?
A ideia da troca de malas é maneira, "Área Restrita" que o diga ... mas rapaz... aquela cena do caminhão de coleta de lixo foi de uma sagacidade e tanto pra como eu senti que tinha sido feita de idiota. Claro, que houve uma deixa quando a mina
decidiu ESCONDER O dispositivo NA LATA DE CAFÉ, deixado "estrategicamente" em cima da mesa com um monte de gente na embarcação
[É angustiante sim ver o trabalho minucioso que o personagem precisa desenrolar pra não terminar até mesmo preso enquanto tenta descobrir o que aconteceu com sua esposa. Audacioso em alguns aspectos, sobre como os stalkers podem surgir nas situações mais inconvenientes e fazer a "a garota da mala" ficar "tão na dele". A cena da malha no telhado pareceu tão deslocada pra mim, um médico tão embananado que me faz até me sentir mal em reparar. "Coitado, Van... ele tava desesperado... sua sem coração". Okey, okey... eu não queria um homem perfeito mas que demonstrasse um pouquinho mais de lógica. E aqui, não reclamo das atuações... só de escolhas de roteiro. Alguém mais desconfiou de um possível envolvimento do recepcionista birlzeiro ? No comecinho, fiquei super pé atrás com ele.
08/02/26 - HBO
Frantic 1988, dirigido por Roman Polanski e lançado no Brasil como Busca Frenética, é um suspense que aposta mais na atmosfera e na angústia do protagonista perdido em território desconhecido do que em grandes cenas de ação, acompanhando um homem comum que se vê mergulhado em uma conspiração que não entende enquanto tenta desesperadamente encontrar a esposa desaparecida em uma Paris fria e pouco acolhedora.
O filme é bom, conta com boas interpretações e uma trama interessante, ainda que em vários momentos soe meio complicada e pouco esclarecida, deixando lacunas que podem confundir quem assiste e contribuindo para uma sensação de irregularidade narrativa; além disso, há trechos em que a história demora a se desenvolver e esclarecer suas próprias regras, o que faz com que o ritmo não prenda 100% do tempo, principalmente na primeira metade.
Harrison Ford está muito bem e carrega o longa com uma atuação convincente, transmitindo fragilidade, desespero e determinação sem precisar exagerar, enquanto a personagem Michelle (Emmanuelle Seigner) demora demais para entrar em cena, embora sua chegada realmente dê uma boa alavancada na dinâmica do filme e torne a jornada mais interessante, sendo alguém que claramente deveria ter sido introduzida mais cedo para fortalecer o envolvimento emocional do público;
a relação entre ela e Walker parece caminhar para um envolvimento, mas nunca fica totalmente claro se há reciprocidade plena da parte dele, mesmo que existam sinais sutis de interesse.
acaba sendo praticamente uma nulidade narrativa, surgindo apenas no começo e no fim e passando a maior parte do tempo sequestrada sem desenvolvimento significativo,
O restante dos personagens é esquecível, especialmente a polícia, retratada como inoperante e cheia de má vontade para resolver o caso, algo que irrita bastante e reforça a sensação de isolamento e frustração vivida pelo protagonista ao longo da trama, fazendo com que o espectador compartilhe dessa impotência diante de uma burocracia fria e ineficaz.
Assistido em 08/02/2026
Como thriller, infelizmente, deixa a desejar, o que apequena a obra, mesmo diante de algumas boas interpretações que li por aqui; mas Ford e Morricone entregam, cada um em sua função, incríveis performances que valem o play.