rafinhaqq
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Lençóis Paulista - (🇧🇷 BRA)
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Últimas opiniões enviadas

  • rafinhaqq
    2 dias atrás

    Along Came a Spider (2001), no Brasil Na Teia da Aranha, é um filmaço, e muito disso se deve a Morgan Freeman e seu personagem Alex Cross. Freeman entrega uma atuação segura e carismática, trazendo um detetive inteligente, calmo, observador e extremamente perspicaz. Cross é daqueles personagens que pensam vários passos à frente, nota detalhes que os outros ignoram e conduz a investigação com método e frieza, o que torna suas cenas sempre interessantes.

    O elenco de apoio é competente e conta com bons personagens, mas o grande destaque vai para Sonenji (Michael Wincott), um vilão com personalidade psicótica, inteligente e solitária. Porém, ainda não sei ao certo se

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    gostei do plot twist. Preferia que Sonenji fosse o principal vilão até o final. A mudança para Jezzie (Monica Potter) como idealizadora do plano me pareceu abrupta e pouco desenvolvida. O filme passa muito tempo focado em Sonenji e, de repente, muda o rumo de forma apressada, sem dar tempo para construir bem a participação e a motivação dela.

    Outro ponto fraco foi

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    o parceiro Ben Devine (Billy Burke). Na primeira vez que aparece, ele tem falas suspeitas e demonstra certa falta de empatia com o caso da menina Megan (Mika Boorem), mas depois simplesmente some do filme.

    Quando retorna para participar do sequestro, não há nenhum desenvolvimento ou preparo, o que deixa sua participação meio solta.

    Por outro lado, Megan (Mika Boorem) é um dos grandes destaques. Inteligente e corajosa, ela

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    aproveita qualquer brecha para tentar escapar, tendo ideias mais eficientes que muitos adultos teriam em uma situação tão perigosa.

    Assistido em 17/06/2026

  • rafinhaqq
    2 dias atrás

    Black Widow (1954), no Brasil A Viúva Negra, foi uma grata surpresa. O filme se revela um excelente noir com um elenco de alto nível, um roteiro muito bem construído e reviravoltas que amarram perfeitamente toda a história por meio de revelações, flashbacks e plot twists inteligentes.

    O clima de mistério e suspense noir é marcante e mantém a atenção do início ao fim. Um dos pontos altos é o personagem

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    Brian (Reginald Gardiner), que se mostra ético mesmo em meio ao caos, sem tentar trair Peter (Van Heflin). Quando confrontado, admite seus erros, revelando-se apenas um covarde — um “parasita”, como ele mesmo define —, cansado de viver às custas da esposa e sem profissão definida. Tanto que, ao contrário do costume da época, era ele quem era chamado de Sr. Marin, e não ela de Sra. Mullen.

    Lottie (Ginger Rogers) também se destaca como um personagem forte e bem construído.

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    Com personalidade arrogante desde o início, Ginger Rogers entrega uma atuação sólida, e sua queda no final, enrolada nas próprias mentiras, é bastante impactante.

    O desfecho é especialmente bom, com a conversa entre

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    Peter e o Detetive Bruce (George Raft) sobre como uma grande atriz poderia influenciar o júri ao aparecer sem maquiagem, abatida e com cabelos grisalhos. Um detalhe que mostra como o filme ainda soa atual, já que essa estratégia continua sendo usada em julgamentos até hoje.

    George Raft, que demora a aparecer, cresce muito no terceiro ato e fecha o filme com autoridade.

    A única decepção fica por conta

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    de Iris (Gene Tierney), que tem pouquíssimo tempo em tela e uma personagem pouco explorada, desperdiçando o talento da atriz.

    Ainda assim, o bom roteiro, a direção segura e o elenco principal tornam A Viúva Negra um sólido e envolvente filme noir.

    Assistido em 16/05/2026

  • rafinhaqq
    3 dias atrás

    Drowning Mona (2000), no Brasil Quem Não Matou Mona?

    Eu gostei do filme. A história se amarra muito bem e mantém o mistério até o final, pois, como diz a sinopse, praticamente todos odiavam Mona e cada um tinha seus motivos — uns mais fortes, outros menos, mas todos com interesse na morte dela.

    Gostei bastante do recurso de mostrar a versão suposta de cada suspeito através de flashbacks. Todas as versões parecem críveis, o que deixa a dúvida sempre no ar.

    O filme tem um bom elenco, sem ninguém que roube a cena ou entregue uma atuação excepcional, mas todos cumprem muito bem seus papéis. É um filme para não levar a sério, sem grandes piadas, grandes risadas ou uma trama complexa. No entanto, para o que se propõe — uma comédia policial leve e despretensiosa —, cumpre bem o objetivo: é simples, curto, tem bons momentos e um elenco principal competente.

    Destaque para Danny DeVito, Jamie Lee Curtis e Casey Affleck, que ajudam a elevar o entretenimento.

    Assistido em 16/05/2026

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