Últimas opiniões enviadas
A Gai Wak de 1983, no Brasil Projeto China, eu gostei. Tem boas cenas de luta, boas cenas de comédia — essa mistura que moldou a carreira de Jackie Chan.
Tem bons personagens secundários, alguns que eu acho que deveriam ser mais explorados. E tem o Gordo (Sammo Kam-Bo Hung), que quando entra em cena o filme já melhora com sua presença. É talvez o melhor coadjuvante desses filmes chineses de Jackie Chan.
Uma coisa que me chama atenção é que, na China, a polícia só precisa recrutar os melhores lutadores, né? Eles não resolvem quase nada com arma; é tudo na base da luta. A trama fica em segundo plano. Às vezes a gente nem lembra a motivação dos personagens, pois o que interessa é a pancadaria e as cenas cômicas que se intercalam.
No geral, um filme divertido, típico do estilo que consagrou Jackie Chan, com boa dose de ação e humor.
Assistido em 08/10/2026
The Devil’s Mask de 1946, no Brasil Máscara Diabólica, eu achei que tinha potencial. A história é chamativa e interessante, porém, ao desenrolar, o roteiro ficou meio bagunçado e complexo. Os personagens também me pareceram um pouco sem carisma.
Atrapalhou também o fato de não ter nenhum ator ou rosto conhecido. Achei o filme apenas em uma qualidade muito baixa e, mesmo sendo curto — o que é um ponto positivo —, pareceu ser maior do que realmente era.
No geral, um filme com premissa interessante, mas prejudicado pelo desenvolvimento confuso, pela falta de carisma do elenco e pela péssima qualidade da cópia.
Assistido em 07/10/2026
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Bons filmes!
Equipe Filmow
Americathon de 1979 é um filme curto, simples, com uma história forçada, porém interessante se você se deixar levar e relevar muitas coisas. Até dá pra dar algumas risadas.
A trama se passa num futuro próximo (na época, 1998) em que os Estados Unidos estão falidos, sem petróleo, e correndo o risco de serem “tomados de volta” por uma dívida absurda. O presidente Chet Roosevelt tenta salvar o país organizando um telethon nacional para arrecadar dinheiro. A premissa é absurda e caricata, e o filme aposta tudo nisso: a Casa Branca virou condomínio, o dinheiro em papel não vale mais nada e a solução para a crise é um programa de TV interminável cheio de números estranhos e personagens exagerados.
Pode soar meio datado em alguns momentos — principalmente no humor e nas referências da época — e, em outros, atemporal, porque a ideia de um país quebrado tentando se salvar com espetáculo e marketing ainda ecoa. Esse filme é meio complexo na mistura de sátira política, nonsense e musical, porém funciona como um bom passatempo se você aceitar o tom forçado e não esperar grande profundidade.
No geral, uma comédia estranha e irregular, que se sustenta mais pelo absurdo da proposta do que pela execução, e que diverte melhor quando encarada sem muita pretensão
Assistido em 09/10/2026