rafinhaqq
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Últimas opiniões enviadas

Histórias de Terror (I, Madman) 38

Histórias de Terror

  • rafinhaqq
    17 horas atrás

    I, Madman, de 1989, conhecido no Brasil como Histórias de Terror, é teoricamente bom, mas na prática é bem razoável. A história é diferente e interessante,

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    porém por ter faltado explicação e um desenvolvimento maior da história e dos acontecimentos passados que resultaram no que estava acontecendo no presente,

    isso acaba sendo um erro e faz o filme perder bastante qualidade.

    Óbvio que tem personagens caricatos, clichês e conveniências de roteiro, mas até aí tudo bem. Até os efeitos extremamente datados não me atrapalham, inclusive às vezes prefiro essas tosqueiras nostálgicas do que alguns CGI’s atuais que ficam bem artificiais.

    Achei a protagonista bem fraca e com uma atuação no mínimo clichezona. Aliás, todos os personagens são assim. Se a história fosse um pouco mais bem desenvolvida e explicada, teria um potencial para ser bem melhor.

    E esse final totalmente

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    abrupto e sem nenhum diálogo nem explicação de nada foi uma tiração.

    O filme tem uma pegada de Tales from the Crypt, que aliás foi o que me prendeu bastante. As revistas, quadrinhos e essas paradas, junto com a atmosfera noventista, sempre me pegam bem.

    Assistido em 08/04/2026

  • Nasce um Monstro (It's Alive) 98

    Nasce um Monstro

  • rafinhaqq
    22 horas atrás

    It's Alive, de 1974, conhecido no Brasil como Nasce um Monstro, me surpreendeu de forma positiva. Eu gostei do filme, parecia ser um trash promissor. Gostei bastante do protagonismo do pai, porém a falta de cenas do bebê minou bastante o filme. Na verdade nem é falta de cenas: ele praticamente não aparece. Só surge em tomadas bem rápidas e sempre mostrando apenas uma parte do rosto, nunca aparece por inteiro, nem mesmo em takes rápidos.

    Entendo que pelo baixo orçamento essa foi a solução que encontraram, mas eu duvido que não poderiam ter feito melhor com o que tinham, nem que descambasse de vez pra podreira total.

    Enfim, o filme é curto e tem potencial, porém esse foi o maior ponto negativo pra mim, além da falta de gore.

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    A primeira cena no hospital é a única visualmente mais forte, o resto é fraco demais e bem rápido.

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    No final, eles dizem que nasceu outro bebê em Seattle, e pelo que vi aqui tem uma continuação. Veremos se melhora...

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    E o detetive Perkins (James Dixon) que parece o Donald Trump jovem?

    Assistido em 08/04/2026

  • A Inocente Face do Terror (The Other) 113

    A Inocente Face do Terror

  • rafinhaqq
    1 dia atrás

    The Other, de 1972, conhecido no Brasil como A Inocente Face do Terror, me deixou com uma opinião um pouco dividida. Eu tava preparando para falar uma coisa do filme, mas após esse final acabei mudando um pouco de ideia.

    O filme é bem parado na maioria do tempo, fraco no começo e bastante arrastado. Ele mostra os dois irmãos aprontando e passando do ponto várias vezes, até começarem a

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    machucar e até tirar a vida das pessoas, incluindo Russell, a vizinha Sra. Rowe e até a mãe deles, que fica de cadeira de rodas por causa deles, fora tantas outras coisas que não são mostradas diretamente, mas que ficam deixadas entre linhas pelo filme.

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    A partir do momento em que descobrimos que Holland está morto e que tudo o que acontece vem de Niles — que cria ou usa a imagem do irmão na própria mente para culpá-lo por todas as coisas ruins e agir como se ele fosse o bom enquanto Holland seria o mal —, o filme ganha outra cara. Ele melhora bastante depois de uma hora, quando a única figura próxima deles que entendia Niles e ainda via esperança nele, Ada (Uta Hagen), percebe que não tem mais jeito e, num ato de desespero, decide não só tirar a própria vida, mas levar Niles junto com ela, incendiando o celeiro. Isso acontece após Niles matar a sua irmã ainda bebê, colocando ela dentro de um barril — na cena mais chocante do filme. O pior é que Angelini leva a culpa, e o que me deixou mais irritado foi Ada: em nenhum momento antes de ter a atitude que teve, de tentar inocentá-lo ou ao menos apurar melhor a situação, pra dizer o mínimo.

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    Mas após esse ato dela, Niles ainda escapa do celeiro, como é mostrado na cena final com o cadeado estourado no chão e ele observando o celeiro destruído pela janela. É um final impactante e forte, não só visualmente, mas talvez até espiritualmente, porque é absurdo uma criança escapar e conseguir estourar o cadeado de um celeiro em chamas. São tantas questões não só físicas, mas psicológicas, que complicariam essa situação, que somente um moleque do Capiroto mesmo conseguiria.

    Pra época deve ter sido muito mais impactante, porém hoje, com o cinema e o mundo real bem piores que isso, talvez não choque tanto quanto deveria. Ainda assim, é forte. O filme é cansativo no início, mas o final compensa em parte.

    Assistido em 07/04/2026

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