O passado bêbado de Bert o alcança 20 anos depois, quando ele e seu pai são sequestrados por aqueles que Bert ofendeu há 20 anos enquanto estava bêbado em um semestre de faculdade no exterior, na Rússia.
Esse filme foi muito melhor do que eu pensei, sinceramente não esperava nem metade disso. Eu praticamente não conhecia ninguém do elenco além de Mark Hamill e Oleg Taktarov. Até o Bert Kreischer, que para mim era um completo desconhecido, acabou surpreendendo e mandando bem no papel.
A história é muito bem contada e os flashbacks, em vez de atrapalharem, enriquecem a narrativa. Eles são inseridos de um jeito interessante, que ajuda a compreender melhor os acontecimentos e a relação do Bert com a máfia russa.
Visualmente, o filme também impressiona. A fotografia é muito bonita, principalmente nas partes que se passam na Rússia. Os cenários, as cores vibrantes e a ambientação dão um charme a mais. A própria máfia russa é mostrada de forma estilosa: desde os irmãos até os capangas, todos com presença marcante em tela. Além disso, as tatuagens chamam muita atenção e dão um peso especial à estética da máfia. Para mim, que sou um amante da cultura, tatuagem sempre agrega personalidade e beleza, seja em quem for, e aqui reforçam ainda mais o estilo dos personagens.
Entre os personagens, Irina, interpretada por Iva Babić, se destaca de longe. Ela não é apenas a mulher mais bonita do filme, mas também o personagem mais foda. A atriz entrega uma atuação foda, cheia de presença, e tem uma beleza acima da média, o que faz com que cada momento dela em tela seja ainda mais marcante.
Começa como uma figura fria, sem escrúpulos e sem esboçar um sorriso, mas com o tempo vai se desenvolvendo, baixando a guarda e até criando uma aproximação com Bert.
O filme fecha muito bem os arcos de todos os personagens,
inclusive o da Ashley, interpretada por Rita Bernard-Shaw, especialmente no momento do anel dela — achei que esse momento merecia um pouco mais de tempo de tela, tem certo peso emocional e poderia ser mais explorado.
É claro que no final do filme acontecem mil coisas utópicas, mas não é o tipo de obra para se preocupar com realismo. O que importa é que o filme entretém, passa mais rápido do que parece e, no fim das contas, vale muito a pena assistir.
Caraca, me surpreendeu essa nota tão baixa do filmow. Achei o filme bem divertido, superou as minhas expectativas, inclusive. Queria que os críticos daqui também fossem tão exigentes com tantas outras tranqueiras que receberam nota mais elevada.
É chato! Assisti no sofrimento pq não gosto de começar um filme e não terminar. As cenas de lutas são ilárias kkkkk
Esse filme foi muito melhor do que eu pensei, sinceramente não esperava nem metade disso. Eu praticamente não conhecia ninguém do elenco além de Mark Hamill e Oleg Taktarov. Até o Bert Kreischer, que para mim era um completo desconhecido, acabou surpreendendo e mandando bem no papel.
A história é muito bem contada e os flashbacks, em vez de atrapalharem, enriquecem a narrativa. Eles são inseridos de um jeito interessante, que ajuda a compreender melhor os acontecimentos e a relação do Bert com a máfia russa.
Visualmente, o filme também impressiona. A fotografia é muito bonita, principalmente nas partes que se passam na Rússia. Os cenários, as cores vibrantes e a ambientação dão um charme a mais. A própria máfia russa é mostrada de forma estilosa: desde os irmãos até os capangas, todos com presença marcante em tela. Além disso, as tatuagens chamam muita atenção e dão um peso especial à estética da máfia. Para mim, que sou um amante da cultura, tatuagem sempre agrega personalidade e beleza, seja em quem for, e aqui reforçam ainda mais o estilo dos personagens.
Entre os personagens, Irina, interpretada por Iva Babić, se destaca de longe. Ela não é apenas a mulher mais bonita do filme, mas também o personagem mais foda. A atriz entrega uma atuação foda, cheia de presença, e tem uma beleza acima da média, o que faz com que cada momento dela em tela seja ainda mais marcante.
Começa como uma figura fria, sem escrúpulos e sem esboçar um sorriso, mas com o tempo vai se desenvolvendo, baixando a guarda e até criando uma aproximação com Bert.
O filme fecha muito bem os arcos de todos os personagens,
inclusive o da Ashley, interpretada por Rita Bernard-Shaw, especialmente no momento do anel dela — achei que esse momento merecia um pouco mais de tempo de tela, tem certo peso emocional e poderia ser mais explorado.
É claro que no final do filme acontecem mil coisas utópicas, mas não é o tipo de obra para se preocupar com realismo. O que importa é que o filme entretém, passa mais rápido do que parece e, no fim das contas, vale muito a pena assistir.
Assistido em 05/10/2025
Caraca, me surpreendeu essa nota tão baixa do filmow. Achei o filme bem divertido, superou as minhas expectativas, inclusive. Queria que os críticos daqui também fossem tão exigentes com tantas outras tranqueiras que receberam nota mais elevada.
29/01/2024
Lixão
Eu adorei, uma ótima homenagem ao povo ruasso ❤️😘