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Data de lançamento
2 Abril 2001Duração
O detetive Alex Cross (Morgan Freeman) recebe a ajuda da agente do Serviço Secreto americano Jezzie Flannigan (Monica Potter) para enfrentar Gary Soneji (Michael Wincott), um psicopata esquisofrênico que pleneja seus passos com a precisão de uma aranha tecendo sua teia e que acaba de sequestrar a filha de um senador americano, quando ela estava em seu colégio.
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Pode parecer brega mas os filmes com o Morgan Freeman nesta pegada policial dos anos 90/2000 me pegam demais ... uma atmosfera única daqueles filmes que passavam nas madrugadas da TV aberta da minha adolescência e depois no colégio ficavamos perguntando quem tinha assistido na noite anterior pra fazer uma resenha ... gostei da atuação dos protagonistas e o desfecho achei bem pertinente com uma reviravolta boa. assistido em VHS e recomendo, Vale o play
Along Came a Spider (2001), no Brasil Na Teia da Aranha, é um filmaço, e muito disso se deve a Morgan Freeman e seu personagem Alex Cross. Freeman entrega uma atuação segura e carismática, trazendo um detetive inteligente, calmo, observador e extremamente perspicaz. Cross é daqueles personagens que pensam vários passos à frente, nota detalhes que os outros ignoram e conduz a investigação com método e frieza, o que torna suas cenas sempre interessantes.
O elenco de apoio é competente e conta com bons personagens, mas o grande destaque vai para Sonenji (Michael Wincott), um vilão com personalidade psicótica, inteligente e solitária. Porém, ainda não sei ao certo se
gostei do plot twist. Preferia que Sonenji fosse o principal vilão até o final. A mudança para Jezzie (Monica Potter) como idealizadora do plano me pareceu abrupta e pouco desenvolvida. O filme passa muito tempo focado em Sonenji e, de repente, muda o rumo de forma apressada, sem dar tempo para construir bem a participação e a motivação dela.
Outro ponto fraco foi
o parceiro Ben Devine (Billy Burke). Na primeira vez que aparece, ele tem falas suspeitas e demonstra certa falta de empatia com o caso da menina Megan (Mika Boorem), mas depois simplesmente some do filme.
Por outro lado, Megan (Mika Boorem) é um dos grandes destaques. Inteligente e corajosa, ela
aproveita qualquer brecha para tentar escapar, tendo ideias mais eficientes que muitos adultos teriam em uma situação tão perigosa.
Assistido em 17/06/2026
Bom Thriller policial dos anos 2000, daqueles que já não se fazem mais, Morgan Freeman sempre preciso na entrega. Uma ótima pedida!
Vale a pena.
Filminho gostoso pra ver num dia chuvoso, sem grandes pretensões.