Últimas opiniões enviadas
Adoro os filmes que falam sobre o primeiro amor, e "Melody, quando brota o amor" (1971), não decepciona. O filme narra o intenso sentimento do primeiro amor na ótica de duas crianças que, não conseguem compreender o motivo dos adultos (quase todos amargurados em suas próprias vidas) colocarem tantos obstáculos na felicidade deles. Tudo isso embalado na trilha sonora marcante e empolgante dos "Bee Gees". Indico para quem gostou deste filme, "Uma História de Amor Sueca", realizado apenas um ano antes, só que no caso do filme sueco, sobre um casal de adolescentes. É interessante também ver o comportamento das pessoas nos anos 1970, tão diferentes dos tempos de agora.
Sou fã de carteirinha da franquia, e acabei criando altas expectativas. Infelizmente não foram correspondidas. Dentro da franquia é mediano, talvez só não seja pior que o quarto filme. Mas tem alguns pontos positivos, e a despedida de Tony Todd fica marcada para sempre. Confesso que meus olhos se encheram de lágrimas quando o nosso amado agente funerário/legista falou "estou cansado", e ele fez a cena visivelmente debilitado (sentado na maior parte do tempo), fez certamente por amor e gratidão, e sempre será lembrado e amado por nós fãs! ❤⚘ No mais ficamos felizes com o retorno da franquia, e acredito que novos filmes virão, e vamos continuar cultuando essa franquia maravilhosa. Minhas 5 estrelas vão para a franquia e Tony Todd. 🥰
Últimos recados
Valeu Emily, boas indicações e apontamentos de filmes e séries. Abraços!
Velho eu adorei teu perfil, aceito recomendações!
KKKKKKKKKKKKK aqui vou eu novamente.
Apagou seu perfil de novo :(
De novo e de novo. Man, eu acho que sei o motivo, mas isso não importa mais.
Te adoro muito mesmo!
Seu nome vai estar na dedicatória do meu livro. :D
Beijos, até a próxima!
Acabei de assistir na pré-estréia! Essa franquia é a menina dos meus olhos, não tem como eu não gostar, citando Ritchie Kirsch, "é sobre amor". O filme é bom, o Ghostface está muito violento, a direção do Kevin Williamson resgata o clima dos filmes do saudoso Wes Craven. A adição de Isabel May é muito boa, como Tatum, achei a personagem melhor que as irmãs Carpenther do 5 e 6. O único problema, é que o vilão sem a máscara, desta vez, me pareceu pouco inspirado. Não é um filme sobre ele, é um filme sobre Sidney Prescott e sua filha. Pretendo rever no cinema ainda essa semana.