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Assim como nas temporadas passadas, esta quarta temporada de "Família Moderna" consegue manter a qualidade das piadas e da trama com muito humor — e alguns momentos de emoção.
É uma sitcom composta por personagens engraçados, interpretados por um elenco de atores competentes na arte de fazer rir. Eles são de extrema importância para o conjunto da obra. Cada um com sua peculiaridade.
Não há um episódio em que não se ria espontaneamente diante das várias situações ou ações constrangedoras e engraçadas. "Família Moderna" é uma série de comédia imperdível, principalmente se você quer dar algumas gargalhadas.
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O destaque desta segunda temporada de "The Pitt" são os episódios 14 e 15, em especial a season finale, cuja cena de parto é de uma adrenalina e emoção insanas. O nascimento de uma vida realmente emociona, é algo divino, um milagre de Deus. É uma verdadeira vitória humana.
O personagem de Noah Wyle está caindo em um poço lamacento, e se ele chegar lá, será difícil sair. Essa viagem de moto é realmente um tiro no escuro. O Dr. Michael "Robby" Robinavitch precisa urgentemente marcar uma consulta com um psiquiatra, pois seu estado psicológico já está comprometido. Caso não o faça, ele enfrentará sérios problemas pessoais e profissionais.
É impressionante o quanto a personagem Dra. Trinity Santos (Isa Briones) é insuportável. Seu comportamento é extremamente arrogante e infantil. Eu tento gostar dela, mesmo quando está com a Dra. Melissa King (Taylor Dearden) em um palco de karaokê. A jovem médica realmente precisa se colocar em seu lugar e descer vários degraus de onde ela pensa estar. Coitada.
É algo totalmente estranho, e acredito que seja constrangedor para os colegas de trabalho das personagens estrangeiras, que ficam fofocando em língua estrangeira. O hospital é cosmopolita em relação ao seu quadro de funcionários, o que torna o cenário delicado e exige uma administração atenta aos detalhes.
Dana Evans continua sendo uma personagem forte e Katherine LaNasa a interpreta com um talento incontestável. Acredito que seus traumas a estejam levando a um comportamento perigoso, tanto para ela mesma quanto para as pessoas ao seu redor. Sua mudança de atitude é um reflexo dos traumas acumulados em seu psicológico.
A série tem potencial para ser melhor e conta com um elenco capaz de fazê-la alcançar esse objetivo. No entanto, precisa se concentrar mais na trama médica, sem tentar agradar a todo o mundo. Reaja, Robby, e saia dessa sombra. Força, Dana.
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O filme começa muito bem com o prólogo, no qual o casal de aventureiros Sasha (Charlize Theron) e Tommy (Eric Bana) acorda em sua barraca improvisada, armada e suspensa nas alturas de uma montanha. A paisagem é encantadora e deixa o espectador roendo as unhas de tanta tensão, principalmente quando eles retomam a escalada vertiginosa.
Outro ponto a destacar em "O Jogo do Predador" é a forma como o diretor Baltasar Kormákur e o diretor de fotografia Lawrence Sher tiram proveito de toda a beleza e dos obstáculos oferecidos pela natureza.
Assim que os pés tocam o chão do Parque Nacional de Wandarra, o roteiro agarra em uma série de clichês vistos em muitos filmes que utilizam a tríade aventura, sobrevivência e suspense. Logo de cara, assim que a personagem de Theron entra em uma conveniência, todos os homens do local se transformam em potenciais predadores, sendo um deles o mais pacato e o que mais cheira a carniça, literalmente.
Na realidade, qualquer pessoa em sã consciência já teria voltado para casa no primeiro aviso de perigo dado pelo policial, principalmente por causa da dezena de cartazes de pessoas desaparecidas naquele lugar imenso e distante de tudo e de todos. Ainda mais com um bando de homens que parecem hienas cercando carne fresca.
Por que todos os filmes desse estilo precisam retratar os moradores locais como um bando de idiotas estranhos e uma suposta ameaça à vida de qualquer turista que chegue ao seu território? Realmente falta criatividade aos roteiristas.
Após entrar em sua canoa e seguir rio abaixo, ela monta a sua barraca para passar a noite no local. Ao acordar, percebe que suas coisas pessoais haviam sido roubadas. O primeiro encontro dela com um homem já é um sinal óbvio de que ela está diante do predador. Inicia-se, então, uma caçada humana, com um assassino que age por meio de um ritual tão estranho quanto seu comportamento animalesco.
Durante a fuga, o longa-metragem aproveita o cenário natural e a desenvoltura atlética de Charlize Theron, que praticamente faz uma maratona de corrida, nado, remada e escalada. A mulher tem a resistência física de um animal. Essa corrida para se salvar faz com que ela coloque para fora todo o seu instinto animal para contra-atacar seu inimigo.
A reviravolta é realmente impressionante e demonstra o quão idiotas esses assassinos psicopatas são transformados pelos roteiristas. A situação faz com que o espectador se sinta um babaca. Isso porque a aguerrida Sasha tem inúmeras oportunidades para acabar de vez com toda aquela situação agoniante diante de um louco que se faz de bicho, emitindo gritos animalescos e lançando um olhar assustador.
O diretor islandês faz um excelente uso da locação natural, por meio de uma natureza selvagem cercada de obstáculos, que intensificam o suspense dessa aventura, transformada em uma cilada. Infelizmente, "O Jogo do Predador" termina como qualquer outra história de gato e rato, na qual este se safa graças à mínima inteligência utilizada contra ele.
O que se vê em Apex é o desperdício de bons atores (Charlize Theron, Eric Bana e Taron Egerton) em um filme que não se arrisca e, assim, se torna um produto esquecível. E olha que provavelmente os boletos de todos eles já estejam quitados.