leiaeassista
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Últimas opiniões enviadas

leiaeassista
4 dias atrás

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Foi uma grata surpresa assistir a "Coyote vs. Acme", um filme que mistura animação e live-action de maneira competente, e que, felizmente, teve um desfecho digno e totalmente merecedor de elogios, depois de tudo que o CEO da Warner Bros. Discovery, David Zaslav, fez com o filme ao cancelar e engavetar.

Tal atitude gerou revolta entre os profissionais envolvidos no projeto e uma forte pressão pública, fazendo com que a Warner voltasse atrás e os produtores vendessem os direitos do filme para outro estúdio.

Após enfrentar diversos problemas por causa de sua postura em relação à produção, a Warner vendeu os direitos do filme para a Ketchum Entertainment. Finalmente, Coyote vs. Acme foi lançado, após permanecer no limbo por muito tempo, graças ao mercado independente.

A comédia híbrida é baseada em um famoso artigo humorístico de Ian Frazier, publicado na revista The New Yorker, em 1990. No texto, o autor imagina o Coyote processando a empresa Acme por causa de seus produtos defeituosos.
É muito legal ver os vários personagens da Turma dos Looney Tunes em cena. O destaque é o personagem animado Wile E. Coyote (conhecido no Brasil como Willy Coyote), que se comunica por meio de plaquinhas e expressões. O elenco de personagens animados demonstra um carisma sem igual em relação aos personagens humanos, principalmente no que se refere à insossa interpretação de Kevin Avery (Will Forte).

Senti falta de mais tempo em cena dos personagens Patolino, Frajola e Pernalonga. Este último, aliás, seria um motivo e tanto para elevar o nível da comédia. O enredo de "Coyote vs. Acme" conquista o espectador tanto pela comédia quanto pelo drama, principalmente quando o Papa-Léguas aparece no púlpito do tribunal. Ele é uma testemunha simpática que torna o momento um clímax emocionante da comédia jurídica.

Surpreendente, tanto para quem assiste quanto para as empresas que acreditam em seu potencial, "Coyote vs. Acme" foi um enorme sucesso de bilheteria e crítica após ser resgatado e lançado nos cinemas.

leiaeassista
6 dias atrás

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O grupo é composto por jovens influenciadores digitais, incluindo um cachorro e um Zé Droguinha. O cenário é um resort de luxo em uma ilha tropical paradisíaca, administrado por um empresário corrupto e babaca. Para animar o pessoal, há também aranhas assassinas se multiplicando no duto de ventilação e uma protagonista chata e ativista ambiental, à la Greta Thunberg.

A produção é uma mistura de terror monstruoso com comédia e acaba resultando em algo terrível de sede assistir, do início ao fim. Tudo em "Spider Island" é ruim. Nada salva. Os efeitos especiais são grosseiros, principalmente quando as aranhas andam sobre as pessoas. As cenas são tão ruins que chegam a ser cômicas.

É impossível não rir da cena em que a protagonista, Clara (Rose Williams), está em uma caverna, de frente com uma aranha enorme carregada de filhotes, prestes a atacá-la. A garota, armada com

Comentário contando partes do filme. Mostrar.

a chama de um isqueiro e prestes a apertar um frasco de aerossol, de repente, troca uma ideia com a mãe aranha, que resolve dar meia-volta e desistir do ataque.

Realmente, Clara é a própria mãe natureza. Nessa hora eu escutei o eco da vibração dos ambientalistas, ativistas dos direitos animais e ecologistas.

Trata-se de mais um filme genérico de sobrevivência com animais monstruosos, repleto de clichês. Se você prestar atenção, verá que o pôster denuncia a armadilha. Infelizmente, ou talvez não, decidi dar uma chance.

leiaeassista
1 semana atrás

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Os filmes de terror contemporâneos têm causado mais nojo do que medo. É o caso da produção australiana "Insaciável" (Saccharine), longa-metragem de terror corporal dirigido e escrito por Natalie Erika James.

Assim como em "A Substância" (2024), "Insaciável" faz uma metáfora e uma crítica social sobre a busca por um corpo perfeito por meio de atalhos que, embora tenham um resultado imediato e satisfatório em relação ao emagrecimento, costumam causar efeitos colaterais horríveis e destrutivos. Nele, Natalie Erika James une body horror e terror sobrenatural.

A personagem Hana (interpretada por Midori Francis) usa cápsulas de emagrecimento produzidas com cinzas humanas (de um cadáver utilizado em estudos de medicina), prática insana que certamente gerará consequências físicas ou psicológicas — fato que se torna ainda mais evidente em uma produção de terror.

A premissa da história desperta o interesse sobre o destino final daquela loucura. Embora o desenvolvimento do primeiro ato seja interessante, o roteiro não aprofunda o histórico da personagem Hana, principalmente no que diz respeito à sua relação com o pai e às razões por trás das situações pelas quais eles estão passando. A história se perde no absurdo e apela para o asqueroso, apesar de algumas cenas apresentarem um cuidado estético.

O terceiro ato se assemelha a uma corrida de gato e rato. A ideia por trás da obsessão por comida, cuja causa é o espírito da fonte de proteína utilizada na cápsula milagrosa, é realmente apavorante. A impressão é de que Hana está morrendo de dentro para fora diante da insana demanda de comida que deve engolir para manter o espírito longe.

Não se trata de um filme de terror, mas de um drama metafórico com elementos de horror que aborda a questão da compulsão alimentar e o uso de medicamentos para emagrecer. Quando utilizados sem orientação profissional, esses medicamentos podem ter resultados drásticos na vida de quem os usa por conta própria.

A previsibilidade do desfecho de Insaciável é percebida muito antes da personal trainer ter as vísceras expostas por meio de uma incisão no tórax — cena que imita a obra de arte apresentada ao longo da narrativa, fazendo jus à expressão "a vida imita a arte". No caso desse filme, de maneira violenta e visualmente impactante.

  • Filmow 2 semanas atrás

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  • Filmow 3 semanas atrás

    O novo app do Filmow é oficial!

    Olá, cinéfilo!

    Depois de 2 meses em beta, o novo app do Filmow agora é oficial e 100% funcional.

    Baixe aqui:
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    Equipe Filmow

  • Breno 1 ano atrás
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