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Últimas opiniões enviadas

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20 horas atrás

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É impressionante que, na época em que escreveu e lançou o livro homônimo, em 1981, Stephen King passava pelo pior momento de sua vida, quando estava viciado em álcool e cocaína. Por causa disso, o autor não se lembrava de ter escrito Cujo. Em sua autobiografia, ele revelou sentir um profundo sentimento de tristeza por não se lembrar de ter trabalhado em uma história da qual gostava muito.

A inspiração para criar Cujo veio da vida real. Em 1977, a Harley-Davidson de King quebrou em uma estrada de terra no Maine. Ele levou a motocicleta até o mecânico local, que ficava em uma área isolada. Ao chegar lá, King se surpreendeu ao ver o que considerou o maior cão da raça São Bernardo que já vira na vida. Além de rosnar de maneira agressiva para King, o animal ainda tentou avançar sobre ele. Felizmente, o mecânico apareceu e acalmou o animal, que viria a ser a principal fonte de inspiração para a obra Cujo.

A adaptação cinematográfica foi lançada em 1983. Dee Wallace interpreta Donna Trenton, a mãe; Danny Pintauro, Tad Trenton, o filho de cinco anos; e Daniel Hugh Kelly, Vic Trenton, o pai. O maior destaque é a performance visceral de Denise Crosby ao lado do pequeno Danny Pintauro. Destaco também o excelente trabalho com os cães utilizados para interpretar Cujo, o personagem responsável por todo o terror da história, publicada originalmente em 1981.

Em "Cujo", o espectador acompanha uma história de drama sobre traição, até que o terror e o suspense tomam conta da trama. O espectador fica apreensivo e imerso no desfecho daquela mãe desesperada, que luta pela própria sobrevivência e, principalmente, pela do filho. A sensação de desespero aumenta com cada aparição do enorme cão raivoso, nojento e implacável, que continua a atacar mesmo em estado de putrefação, devido à raiva transmitida pela mordida de um morcego. Assim, o espectador experimenta um pouco do desespero da mãe e do filho diante de um cenário caótico e isolado, no qual o interior do carro é a única proteção disponível.

Acredito que, devido aos seus vícios na época em que escreveu o romance de terror Cujo, King tornou a história mais sombria ao dar um final trágico para a vida do pequeno Tad Trenton. Para "consertar" esse desfecho cruel, o estúdio optou por manter o menino vivo, considerando a morte da criança uma cena muito pesada. Essa mudança foi aprovada pelo próprio King, que admitiu se arrepender de ter matado a criança na história original.

Se você está procurando um filme de terror repleto de suspense, que o prenda do início ao fim, o diretor Lewis Teague oferece exatamente isso em uma adaptação cinematográfica que merece ser vista — e até mesmo revisitada. Foi o que fiz antes de escrever esta resenha.

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21 horas atrás

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Embora "Cemitério Maldito" não seja um grande filme de terror, baseado no romance homônimo de Stephen King, confesso que gosto do que vejo toda vez que o assisto, apesar dos efeitos visuais ruins. Não sei explicar o motivo, mas adoro a interpretação de Fred Gwynne como o vizinho idoso, Jud Crandall, que apresenta a Louis Creed tanto o misterioso cemitério de animais quanto o cemitério indígena, este último capaz de ressuscitar os mortos.

Church, um gato da raça British Shorthair de pelagem cinzenta, é um dos personagens que marcam esta adaptação na memória do espectador. As cenas em que ele encara o dono com seus olhos amarelos intensos, bufando ou sibilando, são momentos de tensão, principalmente quando o felino surge do nada, causando um grande susto — ainda mais por ter ressurgido dos mortos com uma aparência que parece ter sido cuspido pelo próprio demônio.

Outro personagem que ressurge das trevas para confundir, assustar e matar é Gage Creed, interpretado por Miko Hughes na infância. Antes de retornar do mundo dos mortos possuído pelo espírito maligno do Wendigo, ele era uma criança esperta de aparência angelical. No entanto, ao ressurgir como um diabinho loiro, sua aparência se torna assustadora, acompanhada de risadinhas apavorantes que ecoam por todos os lados, além de falas infantis bem estranhas. A cena em que a criança aparece vestida com o mesmo traje da avó, no quadro em que ela está pintada, é particularmente assustadora, pois se passa na frente da mãe, que, inocentemente, acredita se tratar de seu filho, mesmo ele aparecendo empunhando um bisturi.

A cena em que Louis Creed encerra a participação do pequeno ser possuído, após uma intensa luta tensa entre eles, é um misto de horror e tristeza, ao ver aquela criança sendo morta pela segunda vez, com uma injeção letal de morfina aplicada lentamente em seu pescoço pelo próprio pai. Mesmo após testemunhar a desgraça de tentar trazer alguém de volta à vida, ele insiste no erro e enterra a esposa no cemitério indígena. Com isso, seu amor retorna, mas está corrompida pela entidade maligna do local. Um final desesperador diante da tragédia.

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Felizmente a série continua sendo boa e ainda consegue fazer dar boas risadas com as situações, principalmente nas cenas em que envolve o casal gay Mitchell Pritchett (Jesse Tyler Ferguson) e Cameron Tucker (Eric Stonestreet), os dois são excelentes em suas atuações, principalmente o último.

Infelizmente, acredito que será difícil manter a qualidade desta temporada na próxima, que também não foi tão boa assim, apesar de eu ter dado quatro estrelas para "Modern Family". Mais uma vez, o que acho interessante nessa série é a sintonia do elenco em cena e o fato de as interações funcionarem bem na história, mesmo após oito temporadas. Como sempre enfatizo em relação a séries longas, é preciso muito empenho, força de vontade e dedicação para manter a qualidade e a criatividade por mais de cinco temporadas, ainda que "Família Moderna" tenha episódios curtos, com pouco mais de vinte minutos.

Os personagens mais jovens (Manny, Luke, Haley, Alex, Lily e Joe) estão um tanto apagados, enquanto os casais adultos têm tido maior protagonismo frente a esse elenco mais novo. Realmente está difícil para os roteiristas manterem a criatividade em relação às piadas e às histórias que tornaram "Família Moderna" uma série de comédia no formato de sitcom e falso documentário (mockumentary) agradável de assistir.

Prefiro acreditar que a décima temporada será melhor, pois eles merecem um desfecho inesquecível. Apesar do desgaste inevitável causado pelo grande número de episódios, "Família Moderna" não decepciona e ainda consegue fazer o telespectador rir à beça. Destaco os seguintes episódios: "Lake Life" (T9.E1), "Winner Winner Turkey Dinner" (T9.E7), "Brushes with Celebrity" (T9.E8), "Dear Beloved Family" (T9.E12), "Written in the Stars" (T9.E14), "Wine Weekend" (T9.E16), "Daddy Issues" (T9.E18), "The Escape" (T9.E21) e "Clash of Swords" (T9.E22).

  • Breno 11 meses atrás
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  • Marlon Ribeiro 1 ano atrás

    Olá, aceita a amizade.
    Abraços.

  • Sisso 1 ano atrás

    Amizade aceita. Bem vindo! :)