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Últimas opiniões enviadas

  • www.leiaeassista.com.br
    2 horas atrás

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    Tinha que ser mais uma produção original do Brasil Paralelo. A cada documentário, eles estão melhorando e se superando.

    O documentário "El Salvador: O dia em que o medo mudou de lado" é bem interessante e explora a trajetória de Nayib Bukele até o cargo de presidente de El Salvador, além de mostrar toda a estratégia utilizada para chegar à presidência e implementar o CECOT (Centro de Confinamento do Terrorismo), prisão de segurança máxima em Tecoluca, El Salvador, inaugurada em 2023, que colocou atrás das grades entre 15 mil e 20 mil membros de gangues e facções criminosas.

    Bukele realmente faz um trabalho invejável no que se refere à segurança pública, apesar das acusações de que pessoas inocentes são presas. Isso pode parecer verdade, mas há uma certa desconfiança quanto à fonte dessa informação, principalmente se tratando de pessoas ligadas a movimentos que pregam a hipocrisia, em vez de agir em prol dos direitos humanos, e não dos direitos dos "manos" que aterrorizam a população de bem com extorsões, roubos, torturas físicas e psicológicas, estupros e assassinatos de homens, mulheres e crianças inocentes de maneiras cruéis.

    É interessante perceber em depoimentos da população que sofreu nas mãos de sangue desses bandidos, ou que tiveram algum parente morto, o quão melhor estão vivendo suas vidas com todos esses terroristas isolados da sociedade em uma prisão que de fato cumpre com o objetivo do qual ela foi construída. No entanto, a população teme que um dia esse bando de alta periculosidade possa voltar às ruas de El Salvador ainda mais carregado de ódio. Afinal, uma hora Bukele terá que deixar a presidência.

    De fato, o Brasil precisa de "homens com culhões" no governo, pois o país se tornou um narcoestado há muito tempo. A insegurança pública está presente em cada esquina, inclusive ao seu lado, graças a políticos que apoiam e defendem bandidos como se fossem pobres inocentes e vítimas da sociedade. E o que dizer do atual presidente do Poder Executivo (e chefe de Estado e de governo) do Brasil, que proferiu a seguinte frase durante uma coletiva de imprensa em Jacarta, na Indonésia, em 24 de outubro de 2025: "Os usuários são responsáveis pelos traficantes, que são vítimas dos usuários também".

    No entanto, o que eu acredito de todo o coração é no poder da oração e da fé em Deus, pois só Ele é digno de salvar a todos verdadeiramente.

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    1 semana atrás

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    Mais um filme de horror corporal (ou body horror) que não acrescenta nada ao subgênero do terror e faz o espectador perder mais de duas horas de seu precioso tempo.

    A visão do roteirista e diretor Lee Cronin sobre a múmia é totalmente destoante: sem personalidade nem criatividade, o que se vê é um show de aberrações nojentas e estúpidas, como os pais da protagonista possuída, Charlie (Jack Reynor) e Larissa (Laia Costa).

    Cronin precisa calibrar sua visão: sua intenção era fazer sua versão de A Múmia, mas parece que ele quase acertou O Exorcista. Em algumas cenas, Natalie Grace parece se inspirar na performance de Linda Blair no filme de 1973 dirigido por William Friedkin, mas o resultado é decepcionante. O conjunto da obra é um pandemônio desprezível.

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    1 semana atrás

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    Mais uma temporada de Modern Family finalizada aos risos. E, mais uma vez, a série não perde a graça. A comédia está presente em todos os personagens, sem exceção. Além de fazer o espectador rir à beça, a sintonia e a interpretação dos atores são um diferencial que se destaca desde a primeira temporada. São talentos que não deixam a peteca cair. É interessante notar que cenas sem graça logo são esquecidas com a cena seguinte.

    Os roteiristas dominam a arte da comédia e nos presenteiam com diálogos engraçados, cheios de sacadas rápidas e inteligentes. É uma série destemida, que atreve fazer piada com qualquer coisa. A militância parece ser ignorada aqui e o respeito é visto nas entrelinhas, sem nenhum problema.

    Para esta sexta temporada, o episódio a ser destacado é "Connection Lost" (E16). A criatividade técnica do episódio é sensacional, assim como a interpretação hilária de Julie Bowen e Ty Burrell, que dão um show. O último episódio, "American Skyper" (E24), também se destaca pela criatividade, principalmente pelas palhaçadas e interações de Phil Dunphy por meio de uma tela suspensa em uma espécie de robô que desliza para lá e para cá.

    Agora, é partir para a sétima temporada sem pestanejar.

  • Breno 8 meses atrás
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  • Marlon Ribeiro 10 meses atrás

    Olá, aceita a amizade.
    Abraços.

  • Sisso 12 meses atrás

    Amizade aceita. Bem vindo! :)