Três mulheres que eram amigas da época de colégio se juntam para uma reunião de dez anos e decidem ir acampar em uma floresta. Mas o que elas não sabem, é que nessa mesma floresta vive uma família de sádicos que gostam de torturar, estuprar e matar pessoas.
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Assisti pela primeira vez quando eu era adolescente no youtube.
Dentro da temática de vítimas que se vingam de caipiras psicopatas, assassinos e estupradores, tem produções melhores. No entanto, esse filme não é tão ruim quanto a sua reputação, principalmente levando em consideração que é da Troma, que tem filmes muito piores do que esse.
O trio de amigas é carismático e a amizade entre elas é muito bem construída. Após todo o sofrimento pelo qual passam, não tem como não torcer pela sobrevivência delas. As cenas de morte e violência são boas. Também destaco a cena tensa em que Abbey, com a mão sangrando, segura a corda para descer Trina dentro do saco de dormir. O desfecho com a vingança é extremamente satisfatório.
O maior defeito são a dupla de irmãos e a mãe deles, que são vilões caricatos e bobos demais. A cena do treinamento dos irmãos é muito ridícula.
É um filme assistível para quem não for muito exigente.
Ranking Original Vs. Remake:
6.1/100=Dia das Mães Macabro (1980)
6.0/100=Dominados Pelo Ódio (2010)
Não é nem de longe dos melhores da troma, apenas a meia hora final com um pouco de gore e sangue que compensa, o filme perde muito tempo com situações desnecessárias envolvendo o trio feminino, mesmo sendo um trash até para os fãs é cansativo.
Filme com personagens caricatos, um bocado de doideiras e poucas mortes com algum gore. Bem mais ou menos. Atualmente se encontra na Darkflix.
Dia das Mães Macabro é uma trasheira cheia de tolices, tem atuações caricatas e mortes violentas, além de uma estranha surpresa no final. Sendo assim, é tudo que um fã de filme B pode querer, uma divertida exploração de clichês, que soa charmosa justamente pela tolice de sua premissa.
Três amigas da época da escola, unidas por uma irmandade, se encontram para um passeio de diversão descompromissada. Jackie, Abbey e Trina decidem ir para um local isolado numa floresta, aproveitando um final de semana para sair de suas rotinas diárias e se afastar dos problemas, relembrando os bons momentos do passado na escola. Porém, logo a diversão se transforma em tensão e medo depois que são surpreendidas por dois irmãos psicopatas, Ike e Addley. Eles moram com sua mãe insana e autoritária, interpretada por Beatrice Pons, numa cabana no meio do mato.
Os irmãos lunáticos sequestram as garotas e iniciam uma série de torturas físicas e psicológicas, carregadas de violência e perversidade, para satisfazer, além de seus próprios desejos pessoais, também a mãe maluca, que se diverte com o sofrimento das moças capturadas.
É inegável que os primeiros 30 minutos do filme são arrastados, perdendo muito tempo com futilidades envolvendo as três moças, mas, depois que elas são capturadas pelos psicopatas assassinos, as ações ganham intensidade com as torturas e violência, espalhando sangue. Além também do plano de fuga e vingança das moças contra seus algozes, que apesar dos inevitáveis clichês, gerou um ritmo tenso com as perseguições e confrontos sangrentos.
Apesar de não ser o foco do filme, é possível ver tentativas de critica social no inicio dele (mesmo sendo totalmente deslocada e se perdendo no meio das bizarrices). Na primeira cena, por exemplo, o diretor tenta dar a entender que a velhinha vai ser vitima de um casal para qual ela deu carona, mas acaba se invertendo; ela é a assassina. Podemos tirar disso que muitas vezes as aparências enganam, e que nem sempre aquela velhinha simpática é uma vovó boazinha que faz bolo para os netos; ela também pode ser uma sádica. Por sinal, nem sempre o casal hippie é composto de drogados, bicho-grilo etc. Outro momento do tipo é o diálogo entre a atriz e o porteiro negro de seu prédio. Ele a vê saindo e diz que também gostaria de sair e viajar, e ela responde que ele não trabalha no final de semana e que estaria livre para aproveitar, ele se irrita e responde que nenhum cidadão negro é realmente livre na América.
E mesmo não passando de um slasher, o filme pode nos levar a refletir sobre educação e criação. Nele vemos uma relação doentia entre mãe e filhos, em que a madre praticamente “adestra” os filhos conforme suas vontades. Isso fica claro em momentos onde a mãe monta “provas” no quintal para literalmente treiná-los, como se fosses cães de caça. Percebemos certa ingenuidade nos assassinos, pois eles foram criados para satisfazer os sadismos da mãe que os criou sem contato – que não envolvam sangue – com outras pessoas. Num certo momento os “freakzinhos” perguntam sobre a tia e a mãe inventa historias para evitar essa relação deles com os outros.
Tanto os atores que interpretaram os irmãos sádicos, quanto principalmente a veterana Rose Ross, como a mãe perversa, tiveram ótimas atuações, convencendo com seus personagens insanos e ameaçadores, contribuindo significativamente para tornar Dia das Mães Macabro mais um exemplo de filme divertido de horror bagaceiro.
Por ser um terror desconhecido dos anos 80 até que o filme se sai bem dentro do que se propõe, porém carece de personagens carismáticas e vilões mais eficazes. Mesmo prendendo a minha atenção até o final, o roteiro é muito pobre em aprofundar os vilões e suas motivações, além das amigas não serem interessantes a ponto de vibrarmos por sua sobrevivência. Como comédia não funciona, e como terror falha. Mas de forma geral é até divertido, levando em conta sua limitações técnicas, pensei que seria bem pior.