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O ponto alto do filme é facilmente o visual do fungo. O design da criatura é bem interessante, principalmente na forma como ele se funde com o hospedeiro, o que acaba criando alguns momentos visualmente legais e até um certo clima de horror corporal. Infelizmente, o resto do filme deixa muito a desejar. Liam Neeson, como sempre, rouba todas as cenas em que aparece. O problema é que ele funciona mais como um coadjuvante de luxo, já que o filme não dá tanto foco ao personagem dele. O restante do elenco até cumpre o papel, mas nada muito memorável.
O CGI também é inconsistente, em alguns momentos funciona bem, mas em outros fica bem mediano. Nada que estrague completamente o filme, mas também nada que impressione.
Já a história é provavelmente a parte mais fraca. A premissa até tinha potencial, mas o roteiro acaba sendo muito clichê e enrolado. E apesar de venderem o filme como comédia de terror, sinceramente não lembro de nenhum momento realmente engraçado. Dou 2,5 estrelas sendo muito generoso, apenas pelo design das criaturas e pela presença do Neeson.
Não é um filme ruim, mas definitivamente é superestimado. As cenas de perseguição são muito bem feitas, cheias de adrenalina, com boa tensão e uma trilha sonora excelente que ajuda bastante no ritmo do filme.
Por outro lado, o roteiro é bem fraco e cheio de clichês. O romance é bobo, rápido e totalmente desnecessário, com vários momentos meio forçados. Tirando o estilo e a direção nas cenas de ação, o resto acaba sendo bem genérico.
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Esse filme tem a premissa mais clássica do cinema de ação: sujeito misterioso chega em uma cidade dominada por bandidos e decide fazer o limpa. O roteiro é clichê e previsível, mas o diferencial aqui é o elenco de peso, ver Stephen Lang e Dolph Lundgren juntos em cena foi interessante.
Nada de novo sob o sol, mas um entretenimento honesto para os fãs do gênero.