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Um trash de fundo de quintal que consegue falhar em absolutamente tudo. Deve ter sido filmado numa TekPix, com uma iluminação de apagão que não deixa você ver nada.
O assassino, que usa um saco de estopa na cabeça com óculos de natação, parece um fazendeiro confuso e o elenco atua como se estivesse lendo uma lista de compras. O orçamento aqui deve ter sido uma pinga e um pastel de feira. Ruim demais, sofrível do primeiro ao último minuto.
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Que baita filmaço! É o tipo de produção que te agarra pelo pescoço e não solta mais, prendendo a atenção do espectador do primeiro ao último minuto com uma trama política absurdamente tensa e interessante.
O James McAvoy entrega um trabalho fantástico como o jovem médico que se vê encurralado em um pesadelo. O desespero dele no terço final do filme, quando percebe que virou um prisioneiro de luxo de um psicopata, é o que dá o tom de thriller sufocante. Mas não tem jeito: quem rouba completamente a cena é o Forest Whitaker. Que atuação sensacional, monumental!
A forma como Whitaker transita entre o carisma magnético de um líder e a loucura paranoica de um ditador sanguinário é de dar arrepios — até o sotaque em inglês do cara é impecável. Esse Oscar de Melhor Ator foi mais do que merecido, foi histórico.