Desde que me conheço, sempre gostei de assistir a filmes. Sou um cara que assiste a qualquer filme, independente do ano, país ou gênero.
No passado, assistia bastante filmes na TV a cabo, emprestados, comprados, locados, online, na TV aberta, e, na infância, em VHS. Atualmente assisto mais filmes por download, algumas vezes em DVDs e no cinema, se chamarem minha atenção.
Nesses anos, percebi que, aos poucos, me esqueço dos nomes dos filmes que assisti e, aos 16 anos, comecei a anotar os nomes dos filmes, partes importantes e o que achei deles no bloco de notas do computador, e raramente em papéis. Até hoje continuo fazendo a mesma coisa.
Julgo apenas filmes que assisto até o final, independente do quanto torturante seja; sempre tento terminar o que comecei. Séries, quando não são boas, geralmente assisto a dois episódios para avaliar de péssimo para mediano, e avalio todas as temporadas, porque não tem opção de nota para a série completa no site.
Procuro quase sempre não basear minhas avaliações em títulos que a mídia e o público dão para os filmes, como: filme clássico, filme Oscar, filme Framboesa, filme infantil, filme de mulher, filme de macho etc.
Exijo sempre adaptações decentes. Muitas vezes, um fã de livros e games sonha com uma adaptação daquilo que adora, e, ao assistir, acaba decepcionado, vendo algo que não tem nada a ver com o que imaginava. Não precisa ser igual, mas tem que honrar e ser fiel ao material em que se baseia. Muitas vezes, usam o nome apenas para ganhar dinheiro em cima dos fãs, sendo que poderiam fazer a mesma coisa com outro nome — e isso sempre me indigna e enoja.
Odeio filmes de propaganda extrema de religião que tentam fazer lobotomia, filmes de patriotismo exorbitante, que tentam mostrar como sua nação é superior a todo o mundo e universo. Também não gosto de filmes misândricos.
Sou exigente em filmes baseados em fatos reais. Muitas vezes, vejo filmes sobre seres desinteressantes e patéticos, que não merecem nem ser lembrados pela humanidade. Não sou exigente apenas com adaptações de quadrinhos.
A maioria dos filmes e quase todas as séries que assisto são dublados, mas também assisto bastante filmes legendados com áudio original.
Minhas avaliações não são baseadas em vizinho, amigo, cachorro etc. Não sou obrigado a gostar das mesmas coisas que ninguém, assim como ninguém é obrigado a gostar das mesmas coisas que eu.
Avaliações em forma de estrelas:
0.5 – Um dos piores filmes de todos os tempos, dividido com "Lixo" (torturante de assistir e total perda de tempo)
1.0 a 1.5 – Ruim (foi perda de tempo assistir, mas não foi torturante)
2.0 – Regular (filme meia-boca, pontos positivos e negativos em igualdade)
2.5 – Assistível (filme com um pouco mais de pontos positivos do que negativos)
3.0 – Bom (filme comum e decente de assistir)
3.5 – Muito Bom (filme com muita qualidade, mas com pequenos defeitos e coisas faltando que atrapalham)
4.0 – Ótimo (super bem feito, filmaço, qualidade grandiosa)
4.5 – Quase todas as estrelas (Obra-prima, um dos melhores já feitos no mundo)
5.0 – Todas as estrelas (Nunca uso, não existe filme perfeito que todo mundo goste)
Observação: sempre favorito a partir de 3.5, filmes para assistir sempre.
Tipos de filmes que curto:
Terror, Ação, Drama, Comédia, Ficção Científica, Animação, Aventura, Romance, Faroeste, Musical, Suspense, Filme Noir, Trash, Guerra, Filmes de Herói, Franquias de Filmes, Reboot, Prequel e Remake.
Meu gênero favorito é terror, e o segundo que mais gosto é ação.
Fakes, haters, pseudocults, wokes, pessoas que dão spoiler propositalmente e pessoas que dão nota para filmes sem assistir vão ser bloqueadas. Amizades novas que não sejam dessas categorias são bem-vindas.
Usuários com qualquer comentário inútil, lacrador e desrespeitoso sobre as minhas opiniões vão ser bloqueados, e o meu comentário vai ser repostado, porque quem dá palco pra palhaço é circo — e não eu.
Assisti ao filme dublado. O roteiro é fraquíssimo e confuso; o ritmo é parado, lento e monótono. Há poucas cenas de ação e, as que têm, são bem ruins. O orçamento é extremamente baixo.
A mocinha é chatinha. A personagem é interpretada pela atriz Mary Page Keller, esposa de Thomas Ian Griffith. Na época, eles tinham apenas 1 ano de casados e, surpreendentemente, continuam juntos até hoje. A química dos dois é o ponto alto do filme. Que bom que o relacionamento deu certo, porque o filme, infelizmente, não deu.
Essa é a estreia de James Becket como diretor. É um filme ruim e chato de ação, drama e suspense.