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Aqui termina minha maratona da saga Highlander. A história é ruim, com ritmo monótono, poucas cenas de ação — e as que tem são extremamente mal coreografadas. Dá para perceber que quase não tiveram orçamento.
A mocinha é esteticamente razoável, mas insuportável como personagem. O único aspecto positivo foi a criação do Duncan, que, para mim, é o melhor personagem da franquia.
A trilha sonora do Queen é péssima, e é difícil acreditar que a série teve seis temporadas. A verdade é que só o primeiro filme presta; o restante é tão dispensável quanto essa série.
Comecei a assistir esse filme no dia 3 de abril, na sexta-feira santa, e só terminei hoje. Já conhecia a reputação de ser um dos piores do Wes Craven, e a galera não estava de brincadeira. Foi difícil de terminar de assistir, mas vou passar um pouco de pano para o Wes. É muito difícil fazer um filme bom quando o material de origem é ruim.
O Monstro do Pântano é um dos personagens mais ridículos da DC, e ainda foi feito com baixo orçamento no começo dos anos 80. Isso é algo que eu sempre digo: filmes de heróis feitos por diretores de filmes de terror quase sempre dão errado, e aqui não é exceção.
O roteiro é ruim, o ritmo é muito parado e lento, as cenas de ação não empolgam, e o visual do Monstro do Pântano é fraquíssimo, até para o padrão da época. Mas o pior de tudo foi o visual do vilão, que parece que compraram a fantasia em um brechó de quinta categoria. O vilão é chato pra caramba e cheio de discursos longos.
O filme é protagonizado pela atriz Adrienne Barbeau (esposa do John Carpenter na época), ela é canastrona e sem carisma. Curiosamente, esse é o primeiro e último filme em que ela aparece nua explicitamente.
É um filme chato, ruim e digno da fama que possui.
Últimos recados
brother.... da uma olhada aqui.
https://filmow.com/comentarios/4932148/
eu achei estranho, como assim eu comentei isso há 10 anos, esse filme e de 2022...
bem-vindo wesley :)
ahhhh blz
Este foi o 6º lançamento que vi em 2026.
As fãs xiitas da Melissa Barrera tentaram boicotar o filme e falharam miseravelmente; é a maior bilheteria de toda a franquia, a saga está no seu auge de popularidade.
No aniversário de 30 anos de Pânico, nada foi mais acertado do que trazer sua estrela original de volta e abordar o núcleo familiar da Sidney Prescott. Sob a direção de Kevin Williamson, criador da franquia, que fez um trabalho satisfatório, o longa se destaca como o capítulo mais sério e violento de todos, sem humor e quase sem referências.
Os Ghostfaces são os mais brutais e, embora eu costume detestar sangue em cgi porque deixa tudo artificial, aqui vou ter que elogiar: ficou excelente. Deu para perceber que tiveram orçamento alto para a produção. As mortes são boas, com destaque para a morte do teatro e a da cerveja, que são espetaculares.
Nem tudo é perfeito: Gale, infelizmente, aparece pouco e sem relevância; os gêmeos estão mais inúteis aqui do que nos dois filmes anteriores; e os novos personagens são rasos e superficiais, só servem para morrer ou serem novos vilões.
Quanto aos Ghostfaces, ao contrário da maioria, eu gostei da inovação das motivações; já estava saturada a vingança familiar ou algum parente de Sidney, mas achei
sacanagem serem personagens que aparecem pouco; a Anna Camp merecia mais tempo de tela.
A bela e carismática Isabel May foi um bom acréscimo, e Neve Campbell provou mais uma vez ser o coração de Pânico. Sem ela de protagonista, acho quase impossível funcionar; não tiro a razão dela de pedir uma fortuna de cachê, ela merece cada centavo.
O filme tem seus defeitos, mas é muito superior aos medíocres 5º e 6º filmes com as irmãs Carpenter, o que já é muito. É um filme divertido e assistível para quem é fã da franquia.
Ranking:
9.0/100=(Pânico 1) Pânico (1996)
8.0/100=(Pânico 2) Pânico 2 (1997)
6.2/100=(Pânico 4) Pânico 4 (2011)
6.1/100=(Pânico 7) Pânico 7 (2026)
6.1/100=(Pânico 3) Pânico 3 (2000)
5.1/100=(Pânico 6) Pânico VI (2023)
5.0/100=(Pânico 5) Pânico (2022)