Esse conseguiu a façanha de ser muito pior que o segundo filme. Se percebe o nível de picaretagem e pobreza da produção quando Dolph Lundgren tem destaque no pôster e no trailer e só aparece durante 5 minutos.
O roteiro é fraquíssimo, mal dirigido, as cenas de ação são terríveis — tanto os tiroteios quanto as lutas —, e a conclusão envolvendo a bomba é constrangedora. Para completar, o vilão é genérico, e aqui fica evidente o quanto Scott Adkins não sabe atuar.
É um filme chato, monótono e ruim de ação.
Conclusão:
O único filme bom é o primeiro; o segundo é medíocre, e o terceiro, ruim. Fico na torcida para que essa franquia nunca mais ganhe novas continuações.
Estava esperando uma bomba, mas o filme acabou me surpreendendo positivamente. Produzido pelo Syfy original e dirigido por Steven Kostanski, trata-se de uma continuação direta do original que traz várias referências e homenagens. Ele resgata o ferro como fraqueza do personagem vista no 2º filme e ainda inclui a cena do nascimento do duende em tributo ao 4º filme.
Em termos de morte, é de longe o melhor da franquia, com boas cenas de maquiagem, morte e violência com efeitos práticos. Embora Warwick Davis tenha feito muita falta, o novo intérprete se saiu bem fazendo o personagem.
Acertaram bastante na atmosfera de terror do longa, mas falharam e muito na parte da comédia. Tem vários defeitos, mas pelo menos consegue ser melhor que a maioria dos filmes da saga.
É um entretenimento assistível para quem não for exigente.
Ranking:
6.1/100=(O Duende 1) O Duende (1993)
6.1/100=(O Duende 3) O Duende Assassino (1995)
6.1/100=(O Duende 8) O Retorno do Duende (2018)
5.0/100=(O Duende 2) O Retorno do Duende (1994)
4.0/100=(O Duende 4) O Duende 4 - No Espaço (1996)
4.0/100=(O Duende 5) O Duende Assassino - A Maldição (2000)
Assisti pela primeira vez quando adolescente no youtube. Reboot total produzido pela WWE, acho que tiveram boas intenções de reinventar a saga que estava muito saturada. A história é ambientada na Irlanda, mas foi gravada no Canadá. O roteiro e a dublagem são terríveis.
O duende quase não aparece e, quando aparece, não parece um duende. Os personagens são desinteressantes, rasos e burros. Abusam do excesso de escuridão na tentativa de parecer sombrio, mas nunca funciona.
Tem 1 hora e 18 minutos (sem incluir os créditos), mas é tão parado e arrastado que parece que vi um filme de 3 horas. O filme se intitula Duende, Origens, mas o roteiro nunca toca no assunto. Os dois caras são gays enrustidos, e nada nem ninguém vai me fazer mudar de opinião sobre isso.
De positivo, a beleza da protagonista desconhecida Stephanie Bennett e da jovem Melissa Roxburgh, antes de se tornar a icônica Michaela Stone da série Manifest, uma das minhas preferidas.
De longe, é o pior filme da franquia. Um péssimo e chato filme de terror.
Ranking:
6.1/100=(O Duende 1) O Duende (1993)
6.1/100=(O Duende 3) O Duende Assassino (1995)
6.1/100=(O Duende 8) O Retorno do Duende (2018)
5.0/100=(O Duende 2) O Retorno do Duende (1994)
4.0/100=(O Duende 4) O Duende 4 - No Espaço (1996)
4.0/100=(O Duende 5) O Duende Assassino - A Maldição (2000)
Este foi o meu primeiro contato com a saga. Assisti pela 1ª vez quando adolescente, dublado em um site online. Na 2ª vez, em 2018, vi em inglês e legendado, e agora, na 3ª vez, vi novamente dublado.
Antigamente era o que eu mais gostava da franquia, mas acabei mudando bastante de opinião. Aqui, o duende continua no gueto. O roteiro é muito fraco, tem furos e as mortes são fraquíssimas. O humor raramente funciona; achei engraçadas as cenas do duende atacando os dois policiais e depois a gangue. Os personagens são carismáticos, mas rasos.
Infelizmente, este foi o último filme do Warwick Davis na saga. Sua participação continua curta, mas ele ganha bastante destaque no desfecho. Fica evidente que o orçamento continua menor em relação à quadrilogia.
É mais uma continuação ruim da franquia.
Ranking:
6.1/100=(O Duende 1) O Duende (1993)
6.1/100=(O Duende 3) O Duende Assassino (1995)
6.1/100=(O Duende 8) O Retorno do Duende (2018)
5.0/100=(O Duende 2) O Retorno do Duende (1994)
4.0/100=(O Duende 4) O Duende 4 - No Espaço (1996)
4.0/100=(O Duende 5) O Duende Assassino - A Maldição (2000)
Este é o único da franquia que eu nunca tinha assistido — não por falta de interesse, mas porque não o encontrava em lugar nenhum. Desta vez, mandaram o personagem para o gueto. A cena de abertura é boa, mas depois é só ladeira abaixo.
O roteiro é muito fraco e as mortes, fraquíssimas. O humor raramente funciona; achei engraçadas as cenas do duende sendo metralhado e do gay gemendo enquanto era morto. O trio principal é carismático, mas os personagens são rasos.
Eu já imaginava que o Ice-T apareceria pouco, mas a decepção veio da participação curta do Warwick Davis na trama. Fica evidente que o orçamento foi bem menor em relação à quadrilogia.
É mais uma continuação ruim da franquia.
Ranking:
6.1/100=(O Duende 1) O Duende (1993)
6.1/100=(O Duende 3) O Duende Assassino (1995)
6.1/100=(O Duende 8) O Retorno do Duende (2018)
5.0/100=(O Duende 2) O Retorno do Duende (1994)
4.0/100=(O Duende 4) O Duende 4 - No Espaço (1996)
4.0/100=(O Duende 5) O Duende Assassino - A Maldição (2000)
Assisti pela primeira vez em inglês e legendado em 2018. Nessa segunda vez, assisti com uma boa redublagem.
Neste filme, fica evidente a saturação da fórmula: sem criatividade e sem ideias, resolveram mandar o personagem do nada para o espaço. O roteiro é fraco, cheio de furos e totalmente desprovido de originalidade, e as mortes são fraquíssimas.
A trama coloca um grupo de pessoas em uma nave lidando com o duende — inspirado em Alien - O 8º Passageiro (1979) —, a construção dos personagens remete a Aliens - O Resgate (1986), e ainda temos o sabre de luz do duende e uma princesa inspirados em Star Wars - Episódio IV – Uma Nova Esperança (1977).
Apesar disso, os cenários e os figurinos são bons para uma produção de baixo orçamento, e os atores são carismáticos. O grande destaque vai para a bela e sexy atriz Rebecca Carlton, que interpreta a Princesa Zarina, e a sua cena de nudez. Queria muito receber uma sentença de morte de uma mulher assim!
É uma continuação chata e ruim da saga.
Ranking:
6.1/100=(O Duende 1) O Duende (1993)
6.1/100=(O Duende 3) O Duende Assassino (1995)
6.1/100=(O Duende 8) O Retorno do Duende (2018)
5.0/100=(O Duende 2) O Retorno do Duende (1994)
4.0/100=(O Duende 4) O Duende 4 - No Espaço (1996)
4.0/100=(O Duende 5) O Duende Assassino - A Maldição (2000)
Assisti pela primeira vez em inglês e legendado em 2018. Nessa segunda vez, assisti com uma boa redublagem.
Este terceiro filme expande bastante a mitologia da saga, introduzindo a regra de que o duende vira estátua por causa da corrente e que sua moeda de ouro realiza um desejo quando roubada. A ambientação em Las Vegas é bacana.
Apesar disso, as mortes são genéricas, o protagonista é um tonto, e esse lance dele começar a virar duende por causa da mordida do duende é ridículo demais.
Há também momentos divertidos: o duende e Elvis fazendo poses, o duende usando o dedo dele para explodir a arma do dono da loja de penhores e usando magia para a estátua de anjo soltar flecha nele.
Destaco a bela e maravilhosa atriz loira Lee Armstrong de mocinha, usando roupa de decote, e as cenas de nudez da atriz Heidi Staley, que depois vira um robô.
É um entretenimento assistível para quem não for exigente.
Ranking:
6.1/100=(O Duende 1) O Duende (1993)
6.1/100=(O Duende 3) O Duende Assassino (1995)
6.1/100=(O Duende 8) O Retorno do Duende (2018)
5.0/100=(O Duende 2) O Retorno do Duende (1994)
4.0/100=(O Duende 4) O Duende 4 - No Espaço (1996)
4.0/100=(O Duende 5) O Duende Assassino - A Maldição (2000)
Assisti pela primeira vez em inglês e legendado em 2018. Nessa segunda vez, assisti com boa dublagem.
Este filme cai bastante de qualidade em termos de roteiro em relação ao primeiro. Essa trama da noiva é estúpida pra caramba e ainda traz um grave furo de roteiro: no original, o duende diz que tem 600 anos, enquanto aqui é estabelecido que ele tem 2.000 anos.
Os personagens são sem carisma e desinteressantes, e as mortes são fracas. Este aposta mais na comédia e menos no terror, o que acaba rendendo alguns momentos divertidos — com destaque para o garoto tarado na garagem, mas a melhor cena é a do duende ficando bêbado no bar. Aqui também é acrescentada uma nova fraqueza para o personagem.
Uma continuação mediana.
Ranking:
6.1/100=(O Duende 1) O Duende (1993)
6.1/100=(O Duende 3) O Duende Assassino (1995)
6.1/100=(O Duende 8) O Retorno do Duende (2018)
5.0/100=(O Duende 2) O Retorno do Duende (1994)
4.0/100=(O Duende 4) O Duende 4 - No Espaço (1996)
4.0/100=(O Duende 5) O Duende Assassino - A Maldição (2000)
Assisti pela primeira vez em inglês e legendado em 2018 e decidi maratonar todos os filmes. Nessa segunda vez, assisti com uma boa redublagem.
A trama é razoável. Não chega a ser muito engraçada nem muito assustadora; as mortes são genéricas, com pouco gore e sem nudez. Por algum motivo inexplicável, virou uma franquia com vários filmes.
O longa é protagonizado pela jovem canastrona Jennifer Aniston, antes da fama. No entanto, o grande destaque é Warwick Davis, que entrega um vilão muito carismático e debochado. Foi a estreia de Mark Jones como diretor, que também assina o roteiro.
É um entretenimento assistível para quem não for exigente.
Ranking:
6.1/100=(O Duende 1) O Duende (1993)
6.1/100=(O Duende 3) O Duende Assassino (1995)
6.1/100=(O Duende 8) O Retorno do Duende (2018)
5.0/100=(O Duende 2) O Retorno do Duende (1994)
4.0/100=(O Duende 4) O Duende 4 - No Espaço (1996)
4.0/100=(O Duende 5) O Duende Assassino - A Maldição (2000)
Assisti só por curiosidade e me surpreendi positivamente. Roteiro bem interessante. O ritmo é muito lento, não é para pessoas que não têm paciência.
A estrutura narrativa é semelhante aos suspenses dos anos 70, fica evidente que a diretora é fã do estilo. Embora longo com 2 horas de duração, foi necessário para contar a história por completo.
O enredo é decente e conta com uma boa construção de personagens, destaque para a atuação da protagonista carismática Natalie Madueño.
Assisti pela primeira vez quando adolescente na tv a cabo. Esta continuação foi feita cinco anos após o segundo filme.
É melhor que o anterior, o que não significa muita coisa. O roteiro é fraco e forçado, com piadas sem graça; dei uma ou outra risada de leve, mas fica evidente que a fórmula está desgastada e repleta de repetições.
Trent, o enteado, ganhou bastante relevância na trama, mas é muito sem graça e sem carisma. Temos a jovem Jessica Lucas como mocinha no auge da carreira e Tony Curran fazendo um vilão raso e genérico, enquanto Faizon Love foi o que mais se destacou.
É um filme chato e ruim.
Conclusão:
O único tolerável é o primeiro, que é assistível; o segundo e o terceiro são descartáveis, desnecessários e caça-níqueis. Fico na torcida para que essa franquia nunca mais volte.
Ranking:
6.1/100=(Vovózona 1) Vovó... Zona (2000)
4.6/100=(Vovózona 3) Vovó... Zona 3 - Tal Pai, Tal Filho (2011)
Assisti pela primeira vez na infância. Com o sucesso de bilheteria do primeiro, uma continuação era inevitável.
Esta sequência chegou seis anos depois. O roteiro é fraco e as piadas são sem graça; a cena da Vovózona de maiô amarelo na praia é nojenta. Os únicos momentos engraçados que funcionam são a cena das pedras quentes nas costas da Vovózona no spa, a Vovózona dirigindo um Segway na perseguição e a da velha bêbada confrontando a Vovózona no bingo.
Vale pelo carisma de Martin Lawrence, Zachary Levi e da Chloë Grace Moretz na infância. É uma continuação caça-níquel, ruim, chata e desnecessária.
Ranking:
6.1/100=(Vovózona 1) Vovó... Zona (2000)
4.6/100=(Vovózona 3) Vovó... Zona 3 - Tal Pai, Tal Filho (2011)
Este filme marcou minha infância; sempre que passava na globo, eu assistia. Foi massacrado pelos críticos na época, mas fez sucesso de bilheteria e acabou rendendo uma trilogia.
O roteiro e os personagens são rasos, e o relacionamento do protagonista Malcolm com a msol foi mal construído. O vilão é mau só porque sim, e a Vovózona verdadeira desaparece por dias sem ninguém saber para onde foi. Além disso, o Malcolm disfarçado como Vovózona é gentil e carinhoso, enquanto a verdadeira é ranzinza e amarga, sendo difícil acreditar que ninguém perceberia.
Em compensação, o humor funciona muito bem. Martin Lawrence estava no auge da carreira e carrega o filme nas costas, fazendo com que a maioria das piadas funcione graças às suas atrapalhadas e ao seu carisma.
Apesar de ter vários defeitos, não acho tão ruim quanto sua reputação. É um entretenimento assistível para quem não for exigente e de longe o melhor filme dessa franquia.
Ranking:
6.1/100=(Vovózona 1) Vovó... Zona (2000)
4.6/100=(Vovózona 3) Vovó... Zona 3 - Tal Pai, Tal Filho (2011)
A continuação demorou 17 anos para ser lançada — tempo demais, deveriam ter feito quando estavam no auge.
A troca da maioria dos dubladores originais foi desagradável. O roteiro é muito fraco, tentando copiar o primeiro filme. Piadas sem graça, quase não dei risada. Deram destaque exagerado ao Farva, que está muito caricato e irritante, algo que ele não era no longa anterior.
Valeu a pena para ver a galera reunida depois de anos, o carisma de Rob Lowe e a beleza de Emmanuelle Chriqui, com destaque para o duplo plot twist da personagem dela na conclusão, que me surpreendeu.
Só nostalgia não é suficiente para funcionar. Agora, fico no aguardo do lançamento do terceiro filme. É uma continuação fraca, chata e decepcionante.
Assisti pela primeira vez na Band há muitos anos atrás, no fim da adolescência ou no começo da vida adulta.
É o filme que deu fama ao Broken Lizard, fez sucesso de crítica e bilheteria, considerando tanto pelo público quanto a crítica o melhor trabalho deles, — algo com que não concordo, mas é inquestionável sua importância para a carreira deles.
Confesso que só me lembrava da cena icônica do urso, que é o melhor momento do filme. Tem muita piada boa aqui, a abertura com o trio de maconheiros e a perseguição policial, a bola de beisebol acertando o rosto de Ursula (Marisa Coughlan), o pedido de descrição da placa da viatura pelo rádio, e o casal de alemães tarados, o desfecho da trama é ótimo com a quebra de expectativa.
A galera no auge tem muita química juntos, destaque também para a beleza da Marisa Coughlan quando jovem. Um bom e divertido filme de comédia.
Faz muitos anos que queria conferir e só recentemente consegui.
É um dos filmes de invasão alienígena mais estúpidos que já vi na vida. O roteiro e os diálogos são muito fracos, o ritmo é monótono do começo ao fim e os personagens são desinteressantes e rasos. Gastaram uma fortuna no elenco e nos animatrônicos, mas esqueceram de investir em bons roteiristas e em um diretor de qualidade.
O longa foi um enorme fracasso de crítica e público — custou 75 milhões de dólares e arrecadou apenas 30,7 milhões. Apesar de ser um desastre, admiro e respeito a coragem de investirem alto em um filme original, algo que infelizmente não acontece mais. Hoje em dia só fazem filmes de herói, remake ou continuação de sucesso de 30 ou 40 anos atrás, o que demonstra a decadência da indústria atualmente.
Ainda assim, não há como defender: Vírus (1999) continua sendo um filme ruim e chato.
Curiosidades:
1 - Jamie Lee Curtis odeia o filme e o considera o pior de sua carreira. O que talvez seja verdade; se não for o pior, fica entre os piores.
2 - Este foi o filme que destruiu a carreira de William Baldwin em Hollywood. Após o enorme fracasso, ele nunca mais foi convidado para estrelar nenhum blockbuster, demonstrando a crueldade da indústria.
O filme até começa bem, com a cena de abertura do lago e o atropelamento, mas a partir do enterro é só ladeira abaixo. Levei dias para terminar de assistir.
O roteiro é muito fraco, aqui não há o Livro dos Mortos, e os demônios se espalham por meio de um vírus. Além disso, o ritmo é lento, parado e monótono, sem criar tensão em momento algum.
Em seu segundo trabalho como diretor, Sébastien Vaniček repete o mesmo erro do seu longa de estreia, Infestação (2023). Os personagens são desinteressantes e não me importei com nenhum deles — só estava torcendo para os demônios matarem todo mundo para acabar logo.
Como ponto positivo, gostei de ver Luciane Buchanan com sua dubladora oficial. O destaque vai para a cena em que sua personagem bebe a cera derretida da vela acesa que está no trailer; é uma pena que ela dure pouco na história, pois tinha bastante potencial.
O maior problema é a falta de identidade autoral. O diretor tenta copiar elementos de Sam Raimi, como os giros de câmera e o tom de humor — presente na cena da bunda na balada e na idosa com Alzheimer usada como alívio cômico. Me parece que ele tem uma obsessão em querer ser o novo Lee Cronin, tentando replicar o tom sombrio focado em conflitos familiares, a brutalidade do gore e a busca constante por tensão. É o famoso copia, mas não faz igual.
Faltou criatividade até na capa, pois os pôsteres de Infestação (2023) e A Morte do Demônio - Em Chamas (2026) são idênticos. A cena pós-créditos é forçada e totalmente sem sentido. De longe, o pior filme da franquia. Um filme chato de terror.
Ranking:
9.0/100=(Uma Noite Alucinante 2) Uma Noite Alucinante 2 (1987)
8.0/100=(Uma Noite Alucinante 1) Uma Noite Alucinante - A Morte do Demônio (1981)
7.4/100=(Uma Noite Alucinante 4) A Morte do Demônio (2013)
6.7/100=(Uma Noite Alucinante 5) A Morte do Demônio - A Ascensão (2023)
Assisti só por curiosidade. Este filme do Lifetime é baseado no caso real do assassinato de Bruce Miller em 1999, executado por Jerry Cassaday após ser manipulado por Sharee Miller, esposa da vítima — que acabou condenada à prisão perpétua (com pena de 54 a 81 anos).
Apesar disso, a estrutura narrativa é muito semelhante ao estilo noir: um homem solitário que sofreu bastante na vida se apaixona pela mulher errada e vê tudo sair do seu controle.
O grande destaque fica para as boas atuações de Eric Roberts e Anne Heche, que sustentam bem os seus papéis. O desfecho do protagonista é bem pesado e trágico, fiel ao que aconteceu na realidade.
Por outro lado, o ritmo é morno e a construção de suspense é falha. Senti falta de um aprofundamento maior no roteiro e no desenvolvimento dos personagens centrais. No fim das contas, é um filme mediano.
Assisti só por curiosidade. Filme de ação protagonizado por William Baldwin quando ele era um ator em ascensão, vindo de sucessos consecutivos de bilheteria — acreditavam que ele seria o futuro grande nome da indústria, apostaram bastante nele aqui. Ele está muito bem como policial herói carismático, e o fracasso está longe de ser culpa dele.
O roteiro, cenas de ação e vilão são genéricos. Diálogos ruins, há um excesso de tecnologia usada como deus ex machina, furos de roteiro e até erro de continuidade em uma cena de morte por explosão. O casal principal não tem química e são personagens rasos.
Essa também é uma daquelas produções que tenta transformar modelos em atrizes famosas, algo que infelizmente continua acontecendo até hoje em Hollywood; aqui foi a tal de Cindy Crawford, de quem nunca tinha ouvido falar, mas pelo que pesquisei era modelo popular na época, simpática até, mas com atuação bem fraquinha e esteticamente mediana.
Apesar das falhas, as cenas de humor leve funcionaram, o ritmo é frenético, sem ficar chato de assistir. Este acabou sendo o primeiro e único filme do diretor Andrew Sipes. A premissa é interessante para render um remake no futuro.
O longa foi um enorme fracasso de crítica e público — custou 50 milhões e arrecadou apenas 11,5 milhões —, mas não é tão horrível quanto a sua reputação; teve blockbusters bem piores na década de 90. É um filme de ação mediano.
Assisti pela 1ª vez quando adolescente, no dvd, com o áudio original em inglês e legendado. Na 2ª vez, ainda adolescente, vi na tv a cabo com ótima dublagem — e a experiência foi melhor ainda. Agora, neste ano, já adulto, revi pela 3ª vez, novamente dublado.
Gosto da ambiguidade do roteiro, que deixa a dúvida se a protagonista tem problemas mentais ou se realmente existe um serial killer sequestrando mulheres. O enredo, os diálogos e a personagem principal são bem desenvolvidos, e a atmosfera de suspense é construída de forma eficiente na trama.
Amanda Seyfried, além de carismática, é uma atriz talentosa e bastante subestimada, conduzindo a narrativa de maneira muito competente do começo ao fim. O desfecho é ótimo e extremamente satisfatório.
Não é um grande filme, mas sempre me divirto assistindo. Um bom, divertido e subestimado suspense.
Eu já tinha gostado do trailer e estava com expectativas positivas que acabaram sendo cumpridas. Tem uma história tradicional de vingança ambientada nos anos 70, com o diferencial de ser quase totalmente sem diálogos — quem gosta de assistir a filmes mexendo no celular vai sofrer bastante.
As cenas de ação e violência são boas, com destaque para a ótima sequência da fuga da prisão, que é o melhor momento do longa. Alan Ritchson como protagonista, Ben Foster de vilão e Shailene Woodley de mocinha estão bem em seus respectivos personagens.
O final é bem excêntrico, mas não estragou a minha experiência. Por enquanto, este é o melhor filme de Alan Ritchson como protagonista. Um bom, divertido e subestimado filme de ação.
O Último Tiro Certo
2.4 8Este foi o 36º lançamento que assisti em 2026.
Esse conseguiu a façanha de ser muito pior que o segundo filme. Se percebe o nível de picaretagem e pobreza da produção quando Dolph Lundgren tem destaque no pôster e no trailer e só aparece durante 5 minutos.
O roteiro é fraquíssimo, mal dirigido, as cenas de ação são terríveis — tanto os tiroteios quanto as lutas —, e a conclusão envolvendo a bomba é constrangedora. Para completar, o vilão é genérico, e aqui fica evidente o quanto Scott Adkins não sabe atuar.
É um filme chato, monótono e ruim de ação.
Conclusão:
O único filme bom é o primeiro; o segundo é medíocre, e o terceiro, ruim. Fico na torcida para que essa franquia nunca mais ganhe novas continuações.
Ranking:
7.0/100=(Tiro Certo 1) Tiro Certo (2021)
5.0/100=(Tiro Certo 2) Mais Um Tiro Certo (2024)
4.0/100=(Tiro Certo 3) O Último Tiro Certo (2026)
O Retorno do Duende
2.6 68 Assista AgoraAssisti pela primeira vez na época do lançamento.
Estava esperando uma bomba, mas o filme acabou me surpreendendo positivamente. Produzido pelo Syfy original e dirigido por Steven Kostanski, trata-se de uma continuação direta do original que traz várias referências e homenagens. Ele resgata o ferro como fraqueza do personagem vista no 2º filme e ainda inclui a cena do nascimento do duende em tributo ao 4º filme.
Em termos de morte, é de longe o melhor da franquia, com boas cenas de maquiagem, morte e violência com efeitos práticos. Embora Warwick Davis tenha feito muita falta, o novo intérprete se saiu bem fazendo o personagem.
Acertaram bastante na atmosfera de terror do longa, mas falharam e muito na parte da comédia. Tem vários defeitos, mas pelo menos consegue ser melhor que a maioria dos filmes da saga.
É um entretenimento assistível para quem não for exigente.
Ranking:
6.1/100=(O Duende 1) O Duende (1993)
6.1/100=(O Duende 3) O Duende Assassino (1995)
6.1/100=(O Duende 8) O Retorno do Duende (2018)
5.0/100=(O Duende 2) O Retorno do Duende (1994)
4.0/100=(O Duende 4) O Duende 4 - No Espaço (1996)
4.0/100=(O Duende 5) O Duende Assassino - A Maldição (2000)
4.0/100=(O Duende 6) O Duende Perverso (2003)
3.0/100=(O Duende 7) O Duende - As Origens (2014)
O Duende: As Origens
1.6 111 Assista AgoraAssisti pela primeira vez quando adolescente no youtube. Reboot total produzido pela WWE, acho que tiveram boas intenções de reinventar a saga que estava muito saturada. A história é ambientada na Irlanda, mas foi gravada no Canadá. O roteiro e a dublagem são terríveis.
O duende quase não aparece e, quando aparece, não parece um duende. Os personagens são desinteressantes, rasos e burros. Abusam do excesso de escuridão na tentativa de parecer sombrio, mas nunca funciona.
Tem 1 hora e 18 minutos (sem incluir os créditos), mas é tão parado e arrastado que parece que vi um filme de 3 horas. O filme se intitula Duende, Origens, mas o roteiro nunca toca no assunto. Os dois caras são gays enrustidos, e nada nem ninguém vai me fazer mudar de opinião sobre isso.
De positivo, a beleza da protagonista desconhecida Stephanie Bennett e da jovem Melissa Roxburgh, antes de se tornar a icônica Michaela Stone da série Manifest, uma das minhas preferidas.
De longe, é o pior filme da franquia. Um péssimo e chato filme de terror.
Ranking:
6.1/100=(O Duende 1) O Duende (1993)
6.1/100=(O Duende 3) O Duende Assassino (1995)
6.1/100=(O Duende 8) O Retorno do Duende (2018)
5.0/100=(O Duende 2) O Retorno do Duende (1994)
4.0/100=(O Duende 4) O Duende 4 - No Espaço (1996)
4.0/100=(O Duende 5) O Duende Assassino - A Maldição (2000)
4.0/100=(O Duende 6) O Duende Perverso (2003)
3.0/100=(O Duende 7) O Duende - As Origens (2014)
O Duende Perverso
2.0 42 Assista AgoraEste foi o meu primeiro contato com a saga. Assisti pela 1ª vez quando adolescente, dublado em um site online. Na 2ª vez, em 2018, vi em inglês e legendado, e agora, na 3ª vez, vi novamente dublado.
Antigamente era o que eu mais gostava da franquia, mas acabei mudando bastante de opinião. Aqui, o duende continua no gueto. O roteiro é muito fraco, tem furos e as mortes são fraquíssimas. O humor raramente funciona; achei engraçadas as cenas do duende atacando os dois policiais e depois a gangue. Os personagens são carismáticos, mas rasos.
Infelizmente, este foi o último filme do Warwick Davis na saga. Sua participação continua curta, mas ele ganha bastante destaque no desfecho. Fica evidente que o orçamento continua menor em relação à quadrilogia.
É mais uma continuação ruim da franquia.
Ranking:
6.1/100=(O Duende 1) O Duende (1993)
6.1/100=(O Duende 3) O Duende Assassino (1995)
6.1/100=(O Duende 8) O Retorno do Duende (2018)
5.0/100=(O Duende 2) O Retorno do Duende (1994)
4.0/100=(O Duende 4) O Duende 4 - No Espaço (1996)
4.0/100=(O Duende 5) O Duende Assassino - A Maldição (2000)
4.0/100=(O Duende 6) O Duende Perverso (2003)
3.0/100=(O Duende 7) O Duende - As Origens (2014)
O Duende 5
2.0 32 Assista AgoraEste é o único da franquia que eu nunca tinha assistido — não por falta de interesse, mas porque não o encontrava em lugar nenhum. Desta vez, mandaram o personagem para o gueto. A cena de abertura é boa, mas depois é só ladeira abaixo.
O roteiro é muito fraco e as mortes, fraquíssimas. O humor raramente funciona; achei engraçadas as cenas do duende sendo metralhado e do gay gemendo enquanto era morto. O trio principal é carismático, mas os personagens são rasos.
Eu já imaginava que o Ice-T apareceria pouco, mas a decepção veio da participação curta do Warwick Davis na trama. Fica evidente que o orçamento foi bem menor em relação à quadrilogia.
É mais uma continuação ruim da franquia.
Ranking:
6.1/100=(O Duende 1) O Duende (1993)
6.1/100=(O Duende 3) O Duende Assassino (1995)
6.1/100=(O Duende 8) O Retorno do Duende (2018)
5.0/100=(O Duende 2) O Retorno do Duende (1994)
4.0/100=(O Duende 4) O Duende 4 - No Espaço (1996)
4.0/100=(O Duende 5) O Duende Assassino - A Maldição (2000)
4.0/100=(O Duende 6) O Duende Perverso (2003)
3.0/100=(O Duende 7) O Duende - As Origens (2014)
O Duende 4: No Espaço
2.1 50 Assista AgoraAssisti pela primeira vez em inglês e legendado em 2018. Nessa segunda vez, assisti com uma boa redublagem.
Neste filme, fica evidente a saturação da fórmula: sem criatividade e sem ideias, resolveram mandar o personagem do nada para o espaço. O roteiro é fraco, cheio de furos e totalmente desprovido de originalidade, e as mortes são fraquíssimas.
A trama coloca um grupo de pessoas em uma nave lidando com o duende — inspirado em Alien - O 8º Passageiro (1979) —, a construção dos personagens remete a Aliens - O Resgate (1986), e ainda temos o sabre de luz do duende e uma princesa inspirados em Star Wars - Episódio IV – Uma Nova Esperança (1977).
Apesar disso, os cenários e os figurinos são bons para uma produção de baixo orçamento, e os atores são carismáticos. O grande destaque vai para a bela e sexy atriz Rebecca Carlton, que interpreta a Princesa Zarina, e a sua cena de nudez. Queria muito receber uma sentença de morte de uma mulher assim!
É uma continuação chata e ruim da saga.
Ranking:
6.1/100=(O Duende 1) O Duende (1993)
6.1/100=(O Duende 3) O Duende Assassino (1995)
6.1/100=(O Duende 8) O Retorno do Duende (2018)
5.0/100=(O Duende 2) O Retorno do Duende (1994)
4.0/100=(O Duende 4) O Duende 4 - No Espaço (1996)
4.0/100=(O Duende 5) O Duende Assassino - A Maldição (2000)
4.0/100=(O Duende 6) O Duende Perverso (2003)
3.0/100=(O Duende 7) O Duende - As Origens (2014)
O Duende Assassino
2.6 46 Assista AgoraAssisti pela primeira vez em inglês e legendado em 2018. Nessa segunda vez, assisti com uma boa redublagem.
Este terceiro filme expande bastante a mitologia da saga, introduzindo a regra de que o duende vira estátua por causa da corrente e que sua moeda de ouro realiza um desejo quando roubada. A ambientação em Las Vegas é bacana.
Apesar disso, as mortes são genéricas, o protagonista é um tonto, e esse lance dele começar a virar duende por causa da mordida do duende é ridículo demais.
Há também momentos divertidos: o duende e Elvis fazendo poses, o duende usando o dedo dele para explodir a arma do dono da loja de penhores e usando magia para a estátua de anjo soltar flecha nele.
Destaco a bela e maravilhosa atriz loira Lee Armstrong de mocinha, usando roupa de decote, e as cenas de nudez da atriz Heidi Staley, que depois vira um robô.
É um entretenimento assistível para quem não for exigente.
Ranking:
6.1/100=(O Duende 1) O Duende (1993)
6.1/100=(O Duende 3) O Duende Assassino (1995)
6.1/100=(O Duende 8) O Retorno do Duende (2018)
5.0/100=(O Duende 2) O Retorno do Duende (1994)
4.0/100=(O Duende 4) O Duende 4 - No Espaço (1996)
4.0/100=(O Duende 5) O Duende Assassino - A Maldição (2000)
4.0/100=(O Duende 6) O Duende Perverso (2003)
3.0/100=(O Duende 7) O Duende - As Origens (2014)
O Retorno do Duende
2.5 43 Assista AgoraAssisti pela primeira vez em inglês e legendado em 2018. Nessa segunda vez, assisti com boa dublagem.
Este filme cai bastante de qualidade em termos de roteiro em relação ao primeiro. Essa trama da noiva é estúpida pra caramba e ainda traz um grave furo de roteiro: no original, o duende diz que tem 600 anos, enquanto aqui é estabelecido que ele tem 2.000 anos.
Os personagens são sem carisma e desinteressantes, e as mortes são fracas. Este aposta mais na comédia e menos no terror, o que acaba rendendo alguns momentos divertidos — com destaque para o garoto tarado na garagem, mas a melhor cena é a do duende ficando bêbado no bar. Aqui também é acrescentada uma nova fraqueza para o personagem.
Uma continuação mediana.
Ranking:
6.1/100=(O Duende 1) O Duende (1993)
6.1/100=(O Duende 3) O Duende Assassino (1995)
6.1/100=(O Duende 8) O Retorno do Duende (2018)
5.0/100=(O Duende 2) O Retorno do Duende (1994)
4.0/100=(O Duende 4) O Duende 4 - No Espaço (1996)
4.0/100=(O Duende 5) O Duende Assassino - A Maldição (2000)
4.0/100=(O Duende 6) O Duende Perverso (2003)
3.0/100=(O Duende 7) O Duende - As Origens (2014)
O Duende
2.5 192 Assista AgoraAssisti pela primeira vez em inglês e legendado em 2018 e decidi maratonar todos os filmes. Nessa segunda vez, assisti com uma boa redublagem.
A trama é razoável. Não chega a ser muito engraçada nem muito assustadora; as mortes são genéricas, com pouco gore e sem nudez. Por algum motivo inexplicável, virou uma franquia com vários filmes.
O longa é protagonizado pela jovem canastrona Jennifer Aniston, antes da fama. No entanto, o grande destaque é Warwick Davis, que entrega um vilão muito carismático e debochado. Foi a estreia de Mark Jones como diretor, que também assina o roteiro.
É um entretenimento assistível para quem não for exigente.
Ranking:
6.1/100=(O Duende 1) O Duende (1993)
6.1/100=(O Duende 3) O Duende Assassino (1995)
6.1/100=(O Duende 8) O Retorno do Duende (2018)
5.0/100=(O Duende 2) O Retorno do Duende (1994)
4.0/100=(O Duende 4) O Duende 4 - No Espaço (1996)
4.0/100=(O Duende 5) O Duende Assassino - A Maldição (2000)
4.0/100=(O Duende 6) O Duende Perverso (2003)
3.0/100=(O Duende 7) O Duende - As Origens (2014)
La damnée
1Esperando o lançamento.
The Highest Stakes
2.4 4 Assista AgoraLançou.
The Voices of Our Mother
2.2 2Lançou.
A Mulher Secreta
2.8 27 Assista AgoraEste foi o 35º lançamento que assisti em 2026.
Assisti só por curiosidade e me surpreendi positivamente. Roteiro bem interessante. O ritmo é muito lento, não é para pessoas que não têm paciência.
A estrutura narrativa é semelhante aos suspenses dos anos 70, fica evidente que a diretora é fã do estilo. Embora longo com 2 horas de duração, foi necessário para contar a história por completo.
O enredo é decente e conta com uma boa construção de personagens, destaque para a atuação da protagonista carismática Natalie Madueño.
Os plot twists são eficientes, especialmente o
da sogra, mas o desfecho força demais um final feliz ao fazer o noivo e a criança aceitarem um ao outro com facilidade.
Um bom e subestimado suspense/drama da Netflix da Dinamarca.
Vovó... Zona 3: Tal Pai, Tal Filho
2.7 401 Assista AgoraAssisti pela primeira vez quando adolescente na tv a cabo. Esta continuação foi feita cinco anos após o segundo filme.
É melhor que o anterior, o que não significa muita coisa. O roteiro é fraco e forçado, com piadas sem graça; dei uma ou outra risada de leve, mas fica evidente que a fórmula está desgastada e repleta de repetições.
Trent, o enteado, ganhou bastante relevância na trama, mas é muito sem graça e sem carisma. Temos a jovem Jessica Lucas como mocinha no auge da carreira e Tony Curran fazendo um vilão raso e genérico, enquanto Faizon Love foi o que mais se destacou.
É um filme chato e ruim.
Conclusão:
O único tolerável é o primeiro, que é assistível; o segundo e o terceiro são descartáveis, desnecessários e caça-níqueis. Fico na torcida para que essa franquia nunca mais volte.
Ranking:
6.1/100=(Vovózona 1) Vovó... Zona (2000)
4.6/100=(Vovózona 3) Vovó... Zona 3 - Tal Pai, Tal Filho (2011)
4.0/100=(Vovózona 2) Vovó... Zona 2 (2006)
Vovó... Zona 2
2.6 264 Assista AgoraAssisti pela primeira vez na infância. Com o sucesso de bilheteria do primeiro, uma continuação era inevitável.
Esta sequência chegou seis anos depois. O roteiro é fraco e as piadas são sem graça; a cena da Vovózona de maiô amarelo na praia é nojenta. Os únicos momentos engraçados que funcionam são a cena das pedras quentes nas costas da Vovózona no spa, a Vovózona dirigindo um Segway na perseguição e a da velha bêbada confrontando a Vovózona no bingo.
Vale pelo carisma de Martin Lawrence, Zachary Levi e da Chloë Grace Moretz na infância. É uma continuação caça-níquel, ruim, chata e desnecessária.
Ranking:
6.1/100=(Vovózona 1) Vovó... Zona (2000)
4.6/100=(Vovózona 3) Vovó... Zona 3 - Tal Pai, Tal Filho (2011)
4.0/100=(Vovózona 2) Vovó... Zona 2 (2006)
Vovó... Zona
2.6 454 Assista AgoraEste filme marcou minha infância; sempre que passava na globo, eu assistia. Foi massacrado pelos críticos na época, mas fez sucesso de bilheteria e acabou rendendo uma trilogia.
O roteiro e os personagens são rasos, e o relacionamento do protagonista Malcolm com a msol foi mal construído. O vilão é mau só porque sim, e a Vovózona verdadeira desaparece por dias sem ninguém saber para onde foi. Além disso, o Malcolm disfarçado como Vovózona é gentil e carinhoso, enquanto a verdadeira é ranzinza e amarga, sendo difícil acreditar que ninguém perceberia.
Em compensação, o humor funciona muito bem. Martin Lawrence estava no auge da carreira e carrega o filme nas costas, fazendo com que a maioria das piadas funcione graças às suas atrapalhadas e ao seu carisma.
Apesar de ter vários defeitos, não acho tão ruim quanto sua reputação. É um entretenimento assistível para quem não for exigente e de longe o melhor filme dessa franquia.
Ranking:
6.1/100=(Vovózona 1) Vovó... Zona (2000)
4.6/100=(Vovózona 3) Vovó... Zona 3 - Tal Pai, Tal Filho (2011)
4.0/100=(Vovózona 2) Vovó... Zona 2 (2006)
Super Tiras 2
2.6 4A continuação demorou 17 anos para ser lançada — tempo demais, deveriam ter feito quando estavam no auge.
A troca da maioria dos dubladores originais foi desagradável. O roteiro é muito fraco, tentando copiar o primeiro filme. Piadas sem graça, quase não dei risada. Deram destaque exagerado ao Farva, que está muito caricato e irritante, algo que ele não era no longa anterior.
Valeu a pena para ver a galera reunida depois de anos, o carisma de Rob Lowe e a beleza de Emmanuelle Chriqui, com destaque para o duplo plot twist da personagem dela na conclusão, que me surpreendeu.
Só nostalgia não é suficiente para funcionar. Agora, fico no aguardo do lançamento do terceiro filme. É uma continuação fraca, chata e decepcionante.
Ranking:
6.7/100=(Super Tiras 1) Super Tiras (2001)
4.0/100=(Super Tiras 2) Super Tiras 2 (2018)
Super Tiras
2.8 44 Assista AgoraAssisti pela primeira vez na Band há muitos anos atrás, no fim da adolescência ou no começo da vida adulta.
É o filme que deu fama ao Broken Lizard, fez sucesso de crítica e bilheteria, considerando tanto pelo público quanto a crítica o melhor trabalho deles, — algo com que não concordo, mas é inquestionável sua importância para a carreira deles.
Confesso que só me lembrava da cena icônica do urso, que é o melhor momento do filme. Tem muita piada boa aqui, a abertura com o trio de maconheiros e a perseguição policial, a bola de beisebol acertando o rosto de Ursula (Marisa Coughlan), o pedido de descrição da placa da viatura pelo rádio, e o casal de alemães tarados, o desfecho da trama é ótimo com a quebra de expectativa.
A galera no auge tem muita química juntos, destaque também para a beleza da Marisa Coughlan quando jovem. Um bom e divertido filme de comédia.
Ranking:
6.7/100=(Super Tiras 1) Super Tiras (2001)
4.0/100=(Super Tiras 2) Super Tiras 2 (2018)
Vírus
2.6 74Faz muitos anos que queria conferir e só recentemente consegui.
É um dos filmes de invasão alienígena mais estúpidos que já vi na vida. O roteiro e os diálogos são muito fracos, o ritmo é monótono do começo ao fim e os personagens são desinteressantes e rasos. Gastaram uma fortuna no elenco e nos animatrônicos, mas esqueceram de investir em bons roteiristas e em um diretor de qualidade.
O longa foi um enorme fracasso de crítica e público — custou 75 milhões de dólares e arrecadou apenas 30,7 milhões. Apesar de ser um desastre, admiro e respeito a coragem de investirem alto em um filme original, algo que infelizmente não acontece mais. Hoje em dia só fazem filmes de herói, remake ou continuação de sucesso de 30 ou 40 anos atrás, o que demonstra a decadência da indústria atualmente.
Ainda assim, não há como defender: Vírus (1999) continua sendo um filme ruim e chato.
Curiosidades:
1 - Jamie Lee Curtis odeia o filme e o considera o pior de sua carreira. O que talvez seja verdade; se não for o pior, fica entre os piores.
2 - Este foi o filme que destruiu a carreira de William Baldwin em Hollywood. Após o enorme fracasso, ele nunca mais foi convidado para estrelar nenhum blockbuster, demonstrando a crueldade da indústria.
A Morte do Demônio: Em Chamas
3.2 289 Assista AgoraEste foi o 34º lançamento que assisti em 2026.
O filme até começa bem, com a cena de abertura do lago e o atropelamento, mas a partir do enterro é só ladeira abaixo. Levei dias para terminar de assistir.
O roteiro é muito fraco, aqui não há o Livro dos Mortos, e os demônios se espalham por meio de um vírus. Além disso, o ritmo é lento, parado e monótono, sem criar tensão em momento algum.
Em seu segundo trabalho como diretor, Sébastien Vaniček repete o mesmo erro do seu longa de estreia, Infestação (2023). Os personagens são desinteressantes e não me importei com nenhum deles — só estava torcendo para os demônios matarem todo mundo para acabar logo.
Como ponto positivo, gostei de ver Luciane Buchanan com sua dubladora oficial. O destaque vai para a cena em que sua personagem bebe a cera derretida da vela acesa que está no trailer; é uma pena que ela dure pouco na história, pois tinha bastante potencial.
O maior problema é a falta de identidade autoral. O diretor tenta copiar elementos de Sam Raimi, como os giros de câmera e o tom de humor — presente na cena da bunda na balada e na idosa com Alzheimer usada como alívio cômico. Me parece que ele tem uma obsessão em querer ser o novo Lee Cronin, tentando replicar o tom sombrio focado em conflitos familiares, a brutalidade do gore e a busca constante por tensão. É o famoso copia, mas não faz igual.
Faltou criatividade até na capa, pois os pôsteres de Infestação (2023) e A Morte do Demônio - Em Chamas (2026) são idênticos. A cena pós-créditos é forçada e totalmente sem sentido. De longe, o pior filme da franquia. Um filme chato de terror.
Ranking:
9.0/100=(Uma Noite Alucinante 2) Uma Noite Alucinante 2 (1987)
8.0/100=(Uma Noite Alucinante 1) Uma Noite Alucinante - A Morte do Demônio (1981)
7.4/100=(Uma Noite Alucinante 4) A Morte do Demônio (2013)
6.7/100=(Uma Noite Alucinante 5) A Morte do Demônio - A Ascensão (2023)
6.1/100=(Uma Noite Alucinante 3) Uma Noite Alucinante 3 (1992) (Versão Internacional)
5.6/100=(Uma Noite Alucinante 3) Uma Noite Alucinante 3 (1992) (Versão Theatrical)
5.5/100=(Uma Noite Alucinante 3) Uma Noite Alucinante 3 (1992) (Versão do Diretor)
4.0/100=(Uma Noite Alucinante 6) A Morte do Demônio - Em Chamas (2026)
Desejo Fatal
2.4 3Assisti só por curiosidade. Este filme do Lifetime é baseado no caso real do assassinato de Bruce Miller em 1999, executado por Jerry Cassaday após ser manipulado por Sharee Miller, esposa da vítima — que acabou condenada à prisão perpétua (com pena de 54 a 81 anos).
Apesar disso, a estrutura narrativa é muito semelhante ao estilo noir: um homem solitário que sofreu bastante na vida se apaixona pela mulher errada e vê tudo sair do seu controle.
O grande destaque fica para as boas atuações de Eric Roberts e Anne Heche, que sustentam bem os seus papéis. O desfecho do protagonista é bem pesado e trágico, fiel ao que aconteceu na realidade.
Por outro lado, o ritmo é morno e a construção de suspense é falha. Senti falta de um aprofundamento maior no roteiro e no desenvolvimento dos personagens centrais. No fim das contas, é um filme mediano.
Atração Explosiva
2.5 77Assisti só por curiosidade. Filme de ação protagonizado por William Baldwin quando ele era um ator em ascensão, vindo de sucessos consecutivos de bilheteria — acreditavam que ele seria o futuro grande nome da indústria, apostaram bastante nele aqui. Ele está muito bem como policial herói carismático, e o fracasso está longe de ser culpa dele.
O roteiro, cenas de ação e vilão são genéricos. Diálogos ruins, há um excesso de tecnologia usada como deus ex machina, furos de roteiro e até erro de continuidade em uma cena de morte por explosão. O casal principal não tem química e são personagens rasos.
Essa também é uma daquelas produções que tenta transformar modelos em atrizes famosas, algo que infelizmente continua acontecendo até hoje em Hollywood; aqui foi a tal de Cindy Crawford, de quem nunca tinha ouvido falar, mas pelo que pesquisei era modelo popular na época, simpática até, mas com atuação bem fraquinha e esteticamente mediana.
Apesar das falhas, as cenas de humor leve funcionaram, o ritmo é frenético, sem ficar chato de assistir. Este acabou sendo o primeiro e único filme do diretor Andrew Sipes. A premissa é interessante para render um remake no futuro.
O longa foi um enorme fracasso de crítica e público — custou 50 milhões e arrecadou apenas 11,5 milhões —, mas não é tão horrível quanto a sua reputação; teve blockbusters bem piores na década de 90. É um filme de ação mediano.
12 Horas
3.2 1,0K Assista AgoraAssisti pela 1ª vez quando adolescente, no dvd, com o áudio original em inglês e legendado. Na 2ª vez, ainda adolescente, vi na tv a cabo com ótima dublagem — e a experiência foi melhor ainda. Agora, neste ano, já adulto, revi pela 3ª vez, novamente dublado.
Gosto da ambiguidade do roteiro, que deixa a dúvida se a protagonista tem problemas mentais ou se realmente existe um serial killer sequestrando mulheres. O enredo, os diálogos e a personagem principal são bem desenvolvidos, e a atmosfera de suspense é construída de forma eficiente na trama.
Amanda Seyfried, além de carismática, é uma atriz talentosa e bastante subestimada, conduzindo a narrativa de maneira muito competente do começo ao fim. O desfecho é ótimo e extremamente satisfatório.
Não é um grande filme, mas sempre me divirto assistindo. Um bom, divertido e subestimado suspense.
Motor City
3.0 13Este foi o 33º lançamento que assisti em 2026.
Eu já tinha gostado do trailer e estava com expectativas positivas que acabaram sendo cumpridas. Tem uma história tradicional de vingança ambientada nos anos 70, com o diferencial de ser quase totalmente sem diálogos — quem gosta de assistir a filmes mexendo no celular vai sofrer bastante.
As cenas de ação e violência são boas, com destaque para a ótima sequência da fuga da prisão, que é o melhor momento do longa. Alan Ritchson como protagonista, Ben Foster de vilão e Shailene Woodley de mocinha estão bem em seus respectivos personagens.
O final é bem excêntrico, mas não estragou a minha experiência. Por enquanto, este é o melhor filme de Alan Ritchson como protagonista. Um bom, divertido e subestimado filme de ação.