Faz tempo que eu queria assistir. O roteiro é cheio de furos e as cenas de ação são fraquíssimas, com um vilão que age de maneira incoerente e sem sentido.
Gary Daniels está extremamente mal aproveitado. O cgi achei bom, levando em consideração a época e o orçamento baixo. Este foi o segundo e último filme do diretor Christopher Kulikowski.
Retrograde (2004) é um dos piores trabalhos do currículo do Dolph Lundgren. Um filme ruim de ficção científica, ação e suspense.
Continuação feita 7 anos depois do primeiro filme. Este é o famoso 6 por meia dúzia: o grande problema do filme original é que ele se levava a sério demais, enquanto neste, o grande problema é que se leva muito para a comédia — ou seja, trocaram um problema por outro.
Aqui o ritmo é melhor e os efeitos especiais melhoraram muito; o visual do Homem-Barata é espetacular, pena que ele aparece em uma única cena. O roteiro é extremamente fraco, e o humor é tão exagerado que se torna repetitivo e chato. As duas crianças são irritantes, e os dois caipiras são caricatos. Ri muito do personagem do xerife, pena que ele também só apareceu em uma cena.
Heather Locklear está muito bonita e carismática como protagonista. O filme é dirigido pelo picareta do Jim Wynorski, que costuma colocar mulheres peladas ou seminuas em todos os seus filmes; aqui, foi provavelmente o filme menos sexualizado de sua carreira, onde o máximo de apelo feminino são as mulheres usando roupas com decotes.
A menos ruim das produções do Monstro do Pântano continua sendo a série mediana da Crystal Reed. Acho muito difícil sair algum filme ou série que preste, levando em consideração que este é um dos personagens mais fracos da dc.
Uma continuação tão ruim quanto o primeiro filme.
Ranking:
4.0/100=(O Monstro do Pântano 1) O Monstro do Pântano (1982)
4.0/100=(O Monstro do Pântano 2) A Volta do Monstro do Pântano (1989)
Comecei a assistir esse filme no dia 3 de abril, na sexta-feira santa, e só terminei no domingo dia 5. Já conhecia a reputação de ser um dos piores do Wes Craven, e a galera não estava de brincadeira. Foi difícil de terminar de assistir, mas vou passar um pouco de pano para o Wes. É muito difícil fazer um filme bom quando o material de origem é ruim.
O Monstro do Pântano é um dos personagens mais ridículos da DC, e ainda foi feito com baixo orçamento no começo dos anos 80. Isso é algo que eu sempre digo: filmes de heróis feitos por diretores de filmes de terror quase sempre dão errado, e aqui não é exceção.
O roteiro é ruim, o ritmo é muito parado e lento, as cenas de ação não empolgam, e o visual do Monstro do Pântano é fraquíssimo, até para o padrão da época. Mas o pior de tudo foi o visual do vilão, que parece que compraram a fantasia em um brechó de quinta categoria. O vilão é chato pra caramba e cheio de discursos longos.
O filme é protagonizado pela atriz Adrienne Barbeau (esposa do John Carpenter na época), ela é canastrona e sem carisma. Curiosamente, esse é o primeiro e último filme em que ela aparece nua explicitamente.
É um filme chato, ruim e digno da fama que possui.
Ranking:
4.0/100=(O Monstro do Pântano 1) O Monstro do Pântano (1982)
4.0/100=(O Monstro do Pântano 2) A Volta do Monstro do Pântano (1989)
Assisti só por causa da Tania Raymonde; vale pela beleza dela e pelas boas cenas de ação, apesar de dar agonia de ver o sangue cgi péssimo e tenebroso.
Já o roteiro é bem fraco e genérico. Não conhecia o ator Bren Foster; ele é carismático e está bem como protagonista. Tem estilo de astro de ação dos anos 90, mas acho difícil de vingar no gênero, principalmente se continuar com filmes de qualidade duvidosa como esse.
É a primeira vez que vejo o Kris Van Damme (filho do Jean-Claude Van Damme) em um filme sem a influência do nepotismo do pai.
Essa é a estreia de Luke LaFontaine como diretor; é um filme medíocre de ação.
A história é sobre uma ex-agente secreta que se torna alvo de um traficante de armas após matar os dois filhos dele para vingar a tentativa de homicídio de seu marido, um policial que entrou em coma. O roteiro tem muita coisa forçada, desde a motivação da protagonista para voltar à ativa até as conexões sobre o seu passado e presente.
Mas, na parte da ação, o longa funciona bem — só não gostei de uma cena de explosão em cgi. É nítida a influência do estilo de espionagem e ação da franquia Bourne, com destaque para a cena espetacular de perseguição de moto, a minha favorita do filme. O ritmo é bom e, como é extremamente curto, não é cansativo de acompanhar.
Não conhecia a atriz Marine Vacth; ela conduz muito bem a narrativa, com uma boa atuação e carisma como protagonista. O diretor desconhecido Guillaume de Fontenay demonstrou domínio no gênero — vou ficar de olho nele. O roteiro poderia ser melhor, mas o filme me entreteve e me divertiu muito mais do que muitas bombas que lançaram neste ano.
É um filme francês assistível para quem não for muito exigente.
O roteiro é uma mistura de Busca Implacável (2008) + Rambo - Programado Para Matar (1982), mas está extremamente longe de ter a mesma qualidade de ambos — temos aqui até um Coronel Trautman fake.
O filme é protagonizado pela canastrona da Milla Jovovich e produzido por Paul W.S. Anderson, seu marido — para a surpresa de zero pessoas. O longa enche o saco com o excesso de narração desnecessária da protagonista. O sangue em cgi é péssimo, as lutas são mal coreografadas e as cenas de ação são fraquíssimas.
O diretor é Adrian Grunberg, responsável por bombas como Plano de Fuga (2012) e Rambo - Até o Fim (2019), o que explica a precariedade da obra. O único aspecto positivo é o plot twist, que achei até corajoso para esse tipo de filme.
Estamos quase na metade do ano e tem muita estrada pela frente, mas, por enquanto, é o pior filme de ação que vi no ano. Só vai agradar ao fandom da Milla Jovovich; quem procura um bom filme de ação vai ter que buscar em outro lugar. Por aqui, só vai encontrar um filme ruim.
Assisti só por curiosidade. Vendo que o último comentário tem quase uma década e meia, percebe-se que é um filme esquecido pelo tempo.
O roteiro é sobre uma assassina profissional que se apaixona por um vendedor de macarrão e repensa sua vida, ao mesmo tempo que é caçada por um guarda-costas que busca se vingar dela pelo assassinato de seu protegido.
O filme é produzido por Johnnie To e já dá para considerar uma verdadeira bagunça por ser dirigido por quatro diretores completamente desconhecidos. A trama tenta ser drama, romance e ação, mas falha em quase tudo a que se propõe.
O casal é sem carisma e com zero química; não me importei com nenhum deles, tanto que fiquei muito satisfeito com o desfecho da dupla, que foge dos clichês de Hollywood.
A subtrama do guarda-costas querendo vingança é interessante e torci por ele. Aliás, seria um filme bem melhor se focasse só nele. Só vale pelas cenas de ação, que são boas, estilosas, até criativas e com gore. O tiroteio do beco no final é sensacional — senti inspiração do John Woo nessa cena.
É coerente ser um filme esquecido pela galera. Um filme medíocre de ação de Hong Kong e da Coreia do Sul.
Assisti só por curiosidade. Filme direto para a televisão, o roteiro é forçado pra caramba. A atriz desconhecida Caroline Anglade, que é a protagonista é sem carisma e sua atuação é bem mediocre, o ritmo é monotomo, vale pela boa atuação do Clovis Cornillac como antagonista e pela beleza da Alice David. Um drama frances mediano.
Socorro! é o melhor trabalho de Sam Raimi como diretor em muitos anos. É muito agradável ver que ele se reencontrou depois de passar tanto tempo perdido.
O roteiro possui uma crítica social bem construída, mostrando que quem tem talento, dedica e se esforça muitas vezes não consegue chegar ao topo, enquanto quem nasce privilegiado alcança o sucesso sem esforço ou talento.
É legal ver como a hierarquia de poder se altera completamente na chegada à ilha; o clima de suspense é bem desenvolvido durante toda a trama, o cgi é bom, e a cena do javali é espetacular, a melhor cena do filme inteiro.
Dylan O'Brien está bem como o nepo baby egocêntrico, mas o grande destaque é Rachel McAdams. Fazia anos que eu não via nenhum filme dela; ela está ótima como protagonista/anti-heroína. As várias reviravoltas no final foram surpreendentes e o desfecho foi muito satisfatório.
Sou fã do Jason Statham, acompanho a carreira dele desde adolescente. Nesses últimos anos, ele está fazendo vários filmes por ano e, uma hora ou outra, faz uns filmes fracos, como é o caso aqui de Missão Refúgio (2026).
O roteiro é uma mistura dos filmes A Identidade Bourne (2002) + O Agente (2007), mas longe da qualidade de ambos. Muitas situações inverossímeis acontecem para a história ir para frente; os personagens são desinteressantes, rasos e mal desenvolvidos. Mesmo assim, Bill Nighy consegue entregar uma boa atuação como vilão, o que é especialidade dele, enquanto a garotinha é bem chatinha.
O drama, em vez de emocionar, entedia, o que deixa a experiência menos sofrida são as cenas de ação, que são boas, mas não memoráveis, e nem são tantas para um filme de quase 2 horas. O filme mereceu, e muito, o flop de bilheteria; é um dos piores trabalhos do currículo do Jason Statham.
Um filme chato e medíocre de ação, drama e suspense.
Filme que teve polêmica no ano passado por causa da dublagem ia feita pelo prime video. Só por causa disso que decidi conferir; as vozes são robóticas, sem emoção e, às vezes, falta sincronia labial.
Em uma cena do começo, a esposa do protagonista, no restaurante, do nada fica com sotaque de Portugal. Apesar de todos esses defeitos, aqui dá de 10 a 0 nas dublagens ia do youtube.
Quanto ao filme em si, é difícil sentir empatia pelo Marcos. O personagem toma atitudes egoístas o tempo todo e, embora tentem entregar uma redenção no final, para mim não funcionou. Alguns momentos isolados são interessantes, mas o roteiro acaba exagerando no drama.
É um filme mediano da Espanha, Uruguai e República Dominicana.
Queria assistir ao filme Para Sempre Minha desde o seu lançamento no ano passado; só há pouco tempo lançou a boa dublagem e decidi conferir.
O ritmo é excessivamente parado e lento, com muita enrolação; o roteiro é fraquíssimo e tem uma mitologia sem sentido que foi introduzida nos minutos finais.
De positivo, a boa atuação da Tatiana Maslany como protagonista e os demônios bizarros. É nítida a influência do Clive Barker neles, mas, infelizmente, aparecem pouco na trama.
É o pior trabalho de Oz Perkins como diretor, empatado com o filme O Último Capítulo (2016). É um filme ruim, chato, tedioso e decepcionante.
Assisti a esse filme pela primeira vez na adolescência; minha mãe o havia alugado e, na época, nenhum de nós gostou do desfecho. Vi no dvd em 2019 ou 2020 e reassisti novamente esse ano.
O roteiro é bom e interessante, com uma vilã cruel. Justin Long está bem como o namorado carismático, mas o destaque é Alison Lohman, que está ótima como protagonista, entregando uma grande atuação. É uma pena que ela tenha desistido da carreira de atriz para ser esposa e mãe; acredito que ela iria longe como atriz.
O maior defeito do filme é que Sam Raimi, o diretor, abusa demais do humor desnecessário que não combina nada com a trama. O filme iria funcionar muito melhor sendo sério. O final é péssimo, feito para chocar — e conseguiu.
Por mais que tenha vários defeitos, sempre me divirto assistindo. Um filme assistível para quem não for exigente.
Depois de três anos, finalmente chegou o fim da trilogia. Assim como a maioria dos críticos e do público, considero este o pior da franquia — e olha que a concorrência era grande.
Tinham a faca e o queijo na mão para fazer um bom filme, mas entregaram um desfecho preguiçoso. A origem dos Estranhos ficou rasa e mal desenvolvida; o vilão Espantalho voltou a ter destaque e o seu plano de transformar a protagonista em uma assassina da gangue não faz o menor sentido. Estragaram muito a personagem Maya, as mortes são fraquíssimas.
De positivo, destaco a Madelaine Petsch, que carregou essa trilogia nas costas. A produção, o figurino e as atuações foram boas.
Um final/filme ruim para essa franquia.
Conclusão:
Essa é uma das piores franquias de terror que existem. O único filme tolerável é o segundo; essa nova trilogia foi apenas um caça-níquel puro que só valeu pela Madelaine Petsch. Tem que ser muito ingênuo para achar que é o fim da franquia; provavelmente os Estranhos voltam daqui a 10 anos, se bobear, até menos.
Ranking:
6.1/100=(Os Estranhos 2) Os Estranhos - Caçada Noturna (2018)
5.1/100=(Os Estranhos 4) Os Estranhos - Capítulo 2 (2025)
5.0/100=(Os Estranhos 1) Os Estranhos (2008)
4.6/100=(Os Estranhos 3) Os Estranhos - Capítulo 1 (2024)
4.0/100=(Os Estranhos 5) Os Estranhos - Capítulo Final (2026)
A lenda urbana de que Wes Craven dirigiu um filme pornô é real. Foi o segundo trabalho dele como diretor, usando o nome de Abe Snake como pseudônimo, além de ter uma participação dele usando um chapéu.
A história é sobre uma mulher ninfomaníaca apaixonada pelo irmão padre. Além de ser problemático por romantizar o incesto, o filme tem uma cena desnecessária de estupro que não agrega nada de relevante à trama, tem um casal de chefes tarados e caricatos, e uma orgia final.
Tenho uma regra de assistir a filmes do começo ao fim, mas, nesse gênero, sempre é exceção e acelerei várias cenas; o filme deve ter durado de 10 a 20 minutos sem as cenas explícitas. Esse é, de longe, o pior trabalho do Wes Craven e um dos piores filmes de todos os tempos.
Enrolei um pouco para assistir por causa do hype exagerado; confesso que esperava muito mais por causa do trailer. O início é mediano/morno, focando em soldados querendo ser rangers e no trauma do protagonista pela morte do irmão.
O filme só fica bom a partir dos 35 minutos, quando aparece o robô alien assassino com ótimo cgi; as cenas de ação, violência e maquiagem dos cadáveres são boas. É nítida a inspiração em O Predador (1987) na estrutura do roteiro, mas sem a mesma qualidade/competência. Acaba enjoando o excesso de militarismo.
Alan Ritchson está impecável como protagonista; ele é um dos melhores astros de ação da atualidade. No entanto, para que ele receba a visibilidade que merece, precisa de um projeto que esteja à altura do seu talento, o que, infelizmente, não é o caso aqui.
Podia ter sido muito melhor do que foi, mas é um filme assistível de entretenimento da Netflix.
Assisti pela primeira vez quando eu era adolescente; foi o meu primeiro contato com a franquia. Por mais horrível que o filme seja, pelo menos é superior ao anterior e, provavelmente, o melhor trabalho da carreira do diretor Chris Angel, o que não significa muito.
O roteiro, fraco e cheio de furos, foca no Djinn entrando em um triângulo amoroso com um cadeirante e uma loira. A protagonista tem uma atuação fraquíssima, é esteticamente mediana e sem carisma; a trama tenta torná-la sensual, mas isso nunca funciona.
O cgi é ruim até para os padrões da época, e as lutas de espada são mal coreografadas. As mortes são tão ridículas que acabam se tornando comédia involuntária — como na cena da amiga tarada ou do barman tarado que vira uma pinta na stripper. Não dá para esquecer a cena do Djinn, em sua versão humana, enaltecendo a stripper como se fosse a personificação da beleza, mesmo sendo feia, kkkkkkkkk.
Um filme chato e um final ruim para essa franquia.
Conclusão:
Como já foi falado, essa é uma das piores franquias de terror que existem. O único filme tolerável é o primeiro; o resto não deveria ter existido. Tem muito potencial para um remake, mas acho que nunca vai acontecer.
Ranking:
6.1/100=(O Mestre dos Desejos 1) O Mestre dos Desejos (1997)
5.0/100=(O Mestre dos Desejos 2) O Mestre dos Desejos 2 (1999)
4.0/100=(O Mestre dos Desejos 4) O Mestre dos Desejos 4 (2002)
3.0/100=(O Mestre dos Desejos 3) O Mestre dos Desejos 3 - Além da Porta do Inferno (2001)
Assisti pela primeira vez quando eu era adolescente e, assim como a maioria, considero este de longe o pior da franquia. O roteiro e os diálogos são horríveis, ritmo parado e arrastado, mortes extremamente malfeitas. O diretor Chris Angel assume a franquia aqui; ele no passado também fez Fear 2 (1999), que é tão deplorável quanto este.
O Djinn, assim como no filme anterior, aparece pouco e sua maquiagem que já não era grande coisa nos anteriores sofreu downgrade. A.J. Cook é, de longe, a melhor protagonista da franquia, embora sua personagem seja rasa e superficial.
De curiosidade, as atrizes Daniella Evangelista e Emmanuelle Vaugier trabalharam juntas três vezes no mesmo ano de 2001: neste O Mestre dos Desejos 3, em De Volta ao Lago da Morte e no ótimo Ripper - Mensageiro do Inferno — este último também protagonizado pela A.J. Cook.
O melhor do filme acaba sendo a beleza do elenco feminino, mas isso não é mérito do filme. Um péssimo filme da franquia.
Ranking:
6.1/100=(O Mestre dos Desejos 1) O Mestre dos Desejos (1997)
5.0/100=(O Mestre dos Desejos 2) O Mestre dos Desejos 2 (1999)
4.0/100=(O Mestre dos Desejos 4) O Mestre dos Desejos 4 (2002)
3.0/100=(O Mestre dos Desejos 3) O Mestre dos Desejos 3 - Além da Porta do Inferno (2001)
Assisti pela primeira vez no dvd em 2017. Mesmo o primeiro filme não sendo um sucesso de bilheteria, por algum motivo inexplicável, decidiram continuar com essa franquia, só que com um orçamento drasticamente menor e direto para vídeo.
Aqui houve queda de qualidade em todas as áreas: roteiro pior e com furos, mortes menos criativas e com poucos valores de produção; o Djinn em sua versão demoníaca aparece bem pouco.
A nova protagonista tem uma atuação fraquíssima, é esteticamente mediana e sem carisma. A trama tenta vender que a personagem é uma santa, mas em nenhum momento isso funciona.
O maior acerto do filme é o ator Andrew Divoff como vilão. Ele não tenta ser sério e sombrio como no primeiro; o personagem está debochado, fazendo caretas ridículas e dizendo frases cômicas. Aqui, essa abordagem funcionou muito melhor para o personagem. Uma continuação mediana.
Ranking:
6.1/100=(O Mestre dos Desejos 1) O Mestre dos Desejos (1997)
5.0/100=(O Mestre dos Desejos 2) O Mestre dos Desejos 2 (1999)
4.0/100=(O Mestre dos Desejos 4) O Mestre dos Desejos 4 (2002)
3.0/100=(O Mestre dos Desejos 3) O Mestre dos Desejos 3 - Além da Porta do Inferno (2001)
Assisti pela primeira vez no dvd em 2017. Me convenceram a comprar o dvd com todos os filmes e me arrependi pra caramba — aliás, continuo arrependido até hoje, kkkkkk.
Não acho o filme tão ruim; a ideia de um vilão que realiza desejos é boa, mas a execução nem tanto. A protagonista é mediana, tanto na atuação quanto na estética. O vilão não assusta e é desinteressante, mas a maquiagem, as mortes e os efeitos práticos, em sua maioria, são bons. Por outro lado, há outras cenas que dão vergonha alheia e estão bem datadas.
Gostei da participação especial de alguns atores icônicos do terror; o final da trama é bem criativo e satisfatório. Tem muito potencial para ganhar um remake, mas, como não é um personagem/franquia popular na cultura pop, acho difícil algum dia acontecer.
Mesmo com vários defeitos, é divertido. Esse é o melhor da franquia, ou o menos ruim. Um filme assistível para quem não for exigente.
Ranking:
6.1/100=(O Mestre dos Desejos 1) O Mestre dos Desejos (1997)
5.0/100=(O Mestre dos Desejos 2) O Mestre dos Desejos 2 (1999)
4.0/100=(O Mestre dos Desejos 4) O Mestre dos Desejos 4 (2002)
3.0/100=(O Mestre dos Desejos 3) O Mestre dos Desejos 3 - Além da Porta do Inferno
Psicopata Vitoriana
2Maika Monroe de serial killer.
Retrograde
1.6 22 Assista AgoraFaz tempo que eu queria assistir. O roteiro é cheio de furos e as cenas de ação são fraquíssimas, com um vilão que age de maneira incoerente e sem sentido.
Gary Daniels está extremamente mal aproveitado. O cgi achei bom, levando em consideração a época e o orçamento baixo. Este foi o segundo e último filme do diretor Christopher Kulikowski.
Retrograde (2004) é um dos piores trabalhos do currículo do Dolph Lundgren. Um filme ruim de ficção científica, ação e suspense.
A Volta do Monstro do Pântano
2.4 29 Assista AgoraContinuação feita 7 anos depois do primeiro filme. Este é o famoso 6 por meia dúzia: o grande problema do filme original é que ele se levava a sério demais, enquanto neste, o grande problema é que se leva muito para a comédia — ou seja, trocaram um problema por outro.
Aqui o ritmo é melhor e os efeitos especiais melhoraram muito; o visual do Homem-Barata é espetacular, pena que ele aparece em uma única cena. O roteiro é extremamente fraco, e o humor é tão exagerado que se torna repetitivo e chato. As duas crianças são irritantes, e os dois caipiras são caricatos. Ri muito do personagem do xerife, pena que ele também só apareceu em uma cena.
Heather Locklear está muito bonita e carismática como protagonista. O filme é dirigido pelo picareta do Jim Wynorski, que costuma colocar mulheres peladas ou seminuas em todos os seus filmes; aqui, foi provavelmente o filme menos sexualizado de sua carreira, onde o máximo de apelo feminino são as mulheres usando roupas com decotes.
A menos ruim das produções do Monstro do Pântano continua sendo a série mediana da Crystal Reed. Acho muito difícil sair algum filme ou série que preste, levando em consideração que este é um dos personagens mais fracos da dc.
Uma continuação tão ruim quanto o primeiro filme.
Ranking:
4.0/100=(O Monstro do Pântano 1) O Monstro do Pântano (1982)
4.0/100=(O Monstro do Pântano 2) A Volta do Monstro do Pântano (1989)
O Monstro do Pântano
2.4 72 Assista AgoraComecei a assistir esse filme no dia 3 de abril, na sexta-feira santa, e só terminei no domingo dia 5. Já conhecia a reputação de ser um dos piores do Wes Craven, e a galera não estava de brincadeira. Foi difícil de terminar de assistir, mas vou passar um pouco de pano para o Wes. É muito difícil fazer um filme bom quando o material de origem é ruim.
O Monstro do Pântano é um dos personagens mais ridículos da DC, e ainda foi feito com baixo orçamento no começo dos anos 80. Isso é algo que eu sempre digo: filmes de heróis feitos por diretores de filmes de terror quase sempre dão errado, e aqui não é exceção.
O roteiro é ruim, o ritmo é muito parado e lento, as cenas de ação não empolgam, e o visual do Monstro do Pântano é fraquíssimo, até para o padrão da época. Mas o pior de tudo foi o visual do vilão, que parece que compraram a fantasia em um brechó de quinta categoria. O vilão é chato pra caramba e cheio de discursos longos.
O filme é protagonizado pela atriz Adrienne Barbeau (esposa do John Carpenter na época), ela é canastrona e sem carisma. Curiosamente, esse é o primeiro e último filme em que ela aparece nua explicitamente.
É um filme chato, ruim e digno da fama que possui.
Ranking:
4.0/100=(O Monstro do Pântano 1) O Monstro do Pântano (1982)
4.0/100=(O Monstro do Pântano 2) A Volta do Monstro do Pântano (1989)
Mexicali: Terra Sem Lei
2.7 5 Assista AgoraEste foi o 14º lançamento que vi em 2026.
Assisti só por causa da Tania Raymonde; vale pela beleza dela e pelas boas cenas de ação, apesar de dar agonia de ver o sangue cgi péssimo e tenebroso.
Já o roteiro é bem fraco e genérico. Não conhecia o ator Bren Foster; ele é carismático e está bem como protagonista. Tem estilo de astro de ação dos anos 90, mas acho difícil de vingar no gênero, principalmente se continuar com filmes de qualidade duvidosa como esse.
É a primeira vez que vejo o Kris Van Damme (filho do Jean-Claude Van Damme) em um filme sem a influência do nepotismo do pai.
Essa é a estreia de Luke LaFontaine como diretor; é um filme medíocre de ação.
Agent Zero
2.0 2Este foi o 13º lançamento que vi em 2026.
A história é sobre uma ex-agente secreta que se torna alvo de um traficante de armas após matar os dois filhos dele para vingar a tentativa de homicídio de seu marido, um policial que entrou em coma. O roteiro tem muita coisa forçada, desde a motivação da protagonista para voltar à ativa até as conexões sobre o seu passado e presente.
Mas, na parte da ação, o longa funciona bem — só não gostei de uma cena de explosão em cgi. É nítida a influência do estilo de espionagem e ação da franquia Bourne, com destaque para a cena espetacular de perseguição de moto, a minha favorita do filme. O ritmo é bom e, como é extremamente curto, não é cansativo de acompanhar.
Não conhecia a atriz Marine Vacth; ela conduz muito bem a narrativa, com uma boa atuação e carisma como protagonista. O diretor desconhecido Guillaume de Fontenay demonstrou domínio no gênero — vou ficar de olho nele. O roteiro poderia ser melhor, mas o filme me entreteve e me divertiu muito mais do que muitas bombas que lançaram neste ano.
É um filme francês assistível para quem não for muito exigente.
Vingadora
2.7 19 Assista AgoraEste foi o 12º lançamento que vi em 2026.
O roteiro é uma mistura de Busca Implacável (2008) + Rambo - Programado Para Matar (1982), mas está extremamente longe de ter a mesma qualidade de ambos — temos aqui até um Coronel Trautman fake.
O filme é protagonizado pela canastrona da Milla Jovovich e produzido por Paul W.S. Anderson, seu marido — para a surpresa de zero pessoas. O longa enche o saco com o excesso de narração desnecessária da protagonista. O sangue em cgi é péssimo, as lutas são mal coreografadas e as cenas de ação são fraquíssimas.
O diretor é Adrian Grunberg, responsável por bombas como Plano de Fuga (2012) e Rambo - Até o Fim (2019), o que explica a precariedade da obra. O único aspecto positivo é o plot twist, que achei até corajoso para esse tipo de filme.
Estamos quase na metade do ano e tem muita estrada pela frente, mas, por enquanto, é o pior filme de ação que vi no ano. Só vai agradar ao fandom da Milla Jovovich; quem procura um bom filme de ação vai ter que buscar em outro lugar. Por aqui, só vai encontrar um filme ruim.
Hipotermia
3.0 4Assisti só por curiosidade. Vendo que o último comentário tem quase uma década e meia, percebe-se que é um filme esquecido pelo tempo.
O roteiro é sobre uma assassina profissional que se apaixona por um vendedor de macarrão e repensa sua vida, ao mesmo tempo que é caçada por um guarda-costas que busca se vingar dela pelo assassinato de seu protegido.
O filme é produzido por Johnnie To e já dá para considerar uma verdadeira bagunça por ser dirigido por quatro diretores completamente desconhecidos. A trama tenta ser drama, romance e ação, mas falha em quase tudo a que se propõe.
O casal é sem carisma e com zero química; não me importei com nenhum deles, tanto que fiquei muito satisfeito com o desfecho da dupla, que foge dos clichês de Hollywood.
A subtrama do guarda-costas querendo vingança é interessante e torci por ele. Aliás, seria um filme bem melhor se focasse só nele. Só vale pelas cenas de ação, que são boas, estilosas, até criativas e com gore. O tiroteio do beco no final é sensacional — senti inspiração do John Woo nessa cena.
É coerente ser um filme esquecido pela galera. Um filme medíocre de ação de Hong Kong e da Coreia do Sul.
Consentimento
2.8 2Assisti só por curiosidade. Filme direto para a televisão, o roteiro é forçado pra caramba. A atriz desconhecida Caroline Anglade, que é a protagonista é sem carisma e sua atuação é bem mediocre, o ritmo é monotomo, vale pela boa atuação do Clovis Cornillac como antagonista e pela beleza da Alice David. Um drama frances mediano.
La damnée
1Esperando o lançamento.
Socorro!
3.3 334 Assista AgoraEste foi o 11º lançamento que vi em 2026.
Socorro! é o melhor trabalho de Sam Raimi como diretor em muitos anos. É muito agradável ver que ele se reencontrou depois de passar tanto tempo perdido.
O roteiro possui uma crítica social bem construída, mostrando que quem tem talento, dedica e se esforça muitas vezes não consegue chegar ao topo, enquanto quem nasce privilegiado alcança o sucesso sem esforço ou talento.
É legal ver como a hierarquia de poder se altera completamente na chegada à ilha; o clima de suspense é bem desenvolvido durante toda a trama, o cgi é bom, e a cena do javali é espetacular, a melhor cena do filme inteiro.
Dylan O'Brien está bem como o nepo baby egocêntrico, mas o grande destaque é Rachel McAdams. Fazia anos que eu não via nenhum filme dela; ela está ótima como protagonista/anti-heroína. As várias reviravoltas no final foram surpreendentes e o desfecho foi muito satisfatório.
Um entretenimento decente e divertido.
Missão Refúgio
2.8 43 Assista AgoraEste foi o 10º lançamento que vi em 2026.
Sou fã do Jason Statham, acompanho a carreira dele desde adolescente. Nesses últimos anos, ele está fazendo vários filmes por ano e, uma hora ou outra, faz uns filmes fracos, como é o caso aqui de Missão Refúgio (2026).
O roteiro é uma mistura dos filmes A Identidade Bourne (2002) + O Agente (2007), mas longe da qualidade de ambos. Muitas situações inverossímeis acontecem para a história ir para frente; os personagens são desinteressantes, rasos e mal desenvolvidos. Mesmo assim, Bill Nighy consegue entregar uma boa atuação como vilão, o que é especialidade dele, enquanto a garotinha é bem chatinha.
O drama, em vez de emocionar, entedia, o que deixa a experiência menos sofrida são as cenas de ação, que são boas, mas não memoráveis, e nem são tantas para um filme de quase 2 horas. O filme mereceu, e muito, o flop de bilheteria; é um dos piores trabalhos do currículo do Jason Statham.
Um filme chato e medíocre de ação, drama e suspense.
O Silêncio de Marcos Tremmer
3.0 3 Assista AgoraFilme que teve polêmica no ano passado por causa da dublagem ia feita pelo prime video. Só por causa disso que decidi conferir; as vozes são robóticas, sem emoção e, às vezes, falta sincronia labial.
Em uma cena do começo, a esposa do protagonista, no restaurante, do nada fica com sotaque de Portugal. Apesar de todos esses defeitos, aqui dá de 10 a 0 nas dublagens ia do youtube.
Quanto ao filme em si, é difícil sentir empatia pelo Marcos. O personagem toma atitudes egoístas o tempo todo e, embora tentem entregar uma redenção no final, para mim não funcionou. Alguns momentos isolados são interessantes, mas o roteiro acaba exagerando no drama.
É um filme mediano da Espanha, Uruguai e República Dominicana.
The Voices of Our Mother
1Aguardando o lançamento.
Para Sempre Medo
2.4 56 Assista AgoraQueria assistir ao filme Para Sempre Minha desde o seu lançamento no ano passado; só há pouco tempo lançou a boa dublagem e decidi conferir.
O ritmo é excessivamente parado e lento, com muita enrolação; o roteiro é fraquíssimo e tem uma mitologia sem sentido que foi introduzida nos minutos finais.
De positivo, a boa atuação da Tatiana Maslany como protagonista e os demônios bizarros. É nítida a influência do Clive Barker neles, mas, infelizmente, aparecem pouco na trama.
É o pior trabalho de Oz Perkins como diretor, empatado com o filme O Último Capítulo (2016). É um filme ruim, chato, tedioso e decepcionante.
Arraste-me para o Inferno
2.8 2,8KAssisti a esse filme pela primeira vez na adolescência; minha mãe o havia alugado e, na época, nenhum de nós gostou do desfecho. Vi no dvd em 2019 ou 2020 e reassisti novamente esse ano.
O roteiro é bom e interessante, com uma vilã cruel. Justin Long está bem como o namorado carismático, mas o destaque é Alison Lohman, que está ótima como protagonista, entregando uma grande atuação. É uma pena que ela tenha desistido da carreira de atriz para ser esposa e mãe; acredito que ela iria longe como atriz.
O maior defeito do filme é que Sam Raimi, o diretor, abusa demais do humor desnecessário que não combina nada com a trama. O filme iria funcionar muito melhor sendo sério. O final é péssimo, feito para chocar — e conseguiu.
Por mais que tenha vários defeitos, sempre me divirto assistindo. Um filme assistível para quem não for exigente.
The Highest Stakes
0.8 3Esperando a dublagem.
Os Estranhos: Capítulo Final
1.8 52 Assista AgoraEste foi o 9º lançamento que vi em 2026.
Depois de três anos, finalmente chegou o fim da trilogia. Assim como a maioria dos críticos e do público, considero este o pior da franquia — e olha que a concorrência era grande.
Tinham a faca e o queijo na mão para fazer um bom filme, mas entregaram um desfecho preguiçoso. A origem dos Estranhos ficou rasa e mal desenvolvida; o vilão Espantalho voltou a ter destaque e o seu plano de transformar a protagonista em uma assassina da gangue não faz o menor sentido. Estragaram muito a personagem Maya, as mortes são fraquíssimas.
De positivo, destaco a Madelaine Petsch, que carregou essa trilogia nas costas. A produção, o figurino e as atuações foram boas.
Um final/filme ruim para essa franquia.
Conclusão:
Essa é uma das piores franquias de terror que existem. O único filme tolerável é o segundo; essa nova trilogia foi apenas um caça-níquel puro que só valeu pela Madelaine Petsch. Tem que ser muito ingênuo para achar que é o fim da franquia; provavelmente os Estranhos voltam daqui a 10 anos, se bobear, até menos.
Ranking:
6.1/100=(Os Estranhos 2) Os Estranhos - Caçada Noturna (2018)
5.1/100=(Os Estranhos 4) Os Estranhos - Capítulo 2 (2025)
5.0/100=(Os Estranhos 1) Os Estranhos (2008)
4.6/100=(Os Estranhos 3) Os Estranhos - Capítulo 1 (2024)
4.0/100=(Os Estranhos 5) Os Estranhos - Capítulo Final (2026)
The Fireworks Woman
2.5 4A lenda urbana de que Wes Craven dirigiu um filme pornô é real. Foi o segundo trabalho dele como diretor, usando o nome de Abe Snake como pseudônimo, além de ter uma participação dele usando um chapéu.
A história é sobre uma mulher ninfomaníaca apaixonada pelo irmão padre. Além de ser problemático por romantizar o incesto, o filme tem uma cena desnecessária de estupro que não agrega nada de relevante à trama, tem um casal de chefes tarados e caricatos, e uma orgia final.
Tenho uma regra de assistir a filmes do começo ao fim, mas, nesse gênero, sempre é exceção e acelerei várias cenas; o filme deve ter durado de 10 a 20 minutos sem as cenas explícitas. Esse é, de longe, o pior trabalho do Wes Craven e um dos piores filmes de todos os tempos.
Máquina de Guerra
3.2 184 Assista AgoraEste foi o 8º lançamento que vi em 2026.
Enrolei um pouco para assistir por causa do hype exagerado; confesso que esperava muito mais por causa do trailer. O início é mediano/morno, focando em soldados querendo ser rangers e no trauma do protagonista pela morte do irmão.
O filme só fica bom a partir dos 35 minutos, quando aparece o robô alien assassino com ótimo cgi; as cenas de ação, violência e maquiagem dos cadáveres são boas. É nítida a inspiração em O Predador (1987) na estrutura do roteiro, mas sem a mesma qualidade/competência. Acaba enjoando o excesso de militarismo.
Alan Ritchson está impecável como protagonista; ele é um dos melhores astros de ação da atualidade. No entanto, para que ele receba a visibilidade que merece, precisa de um projeto que esteja à altura do seu talento, o que, infelizmente, não é o caso aqui.
Podia ter sido muito melhor do que foi, mas é um filme assistível de entretenimento da Netflix.
O Mestre dos Desejos 4
2.2 95Assisti pela primeira vez quando eu era adolescente; foi o meu primeiro contato com a franquia. Por mais horrível que o filme seja, pelo menos é superior ao anterior e, provavelmente, o melhor trabalho da carreira do diretor Chris Angel, o que não significa muito.
O roteiro, fraco e cheio de furos, foca no Djinn entrando em um triângulo amoroso com um cadeirante e uma loira. A protagonista tem uma atuação fraquíssima, é esteticamente mediana e sem carisma; a trama tenta torná-la sensual, mas isso nunca funciona.
O cgi é ruim até para os padrões da época, e as lutas de espada são mal coreografadas. As mortes são tão ridículas que acabam se tornando comédia involuntária — como na cena da amiga tarada ou do barman tarado que vira uma pinta na stripper. Não dá para esquecer a cena do Djinn, em sua versão humana, enaltecendo a stripper como se fosse a personificação da beleza, mesmo sendo feia, kkkkkkkkk.
Um filme chato e um final ruim para essa franquia.
Conclusão:
Como já foi falado, essa é uma das piores franquias de terror que existem. O único filme tolerável é o primeiro; o resto não deveria ter existido. Tem muito potencial para um remake, mas acho que nunca vai acontecer.
Ranking:
6.1/100=(O Mestre dos Desejos 1) O Mestre dos Desejos (1997)
5.0/100=(O Mestre dos Desejos 2) O Mestre dos Desejos 2 (1999)
4.0/100=(O Mestre dos Desejos 4) O Mestre dos Desejos 4 (2002)
3.0/100=(O Mestre dos Desejos 3) O Mestre dos Desejos 3 - Além da Porta do Inferno (2001)
O Mestre dos Desejos 3: Além da Porta do Inferno
2.2 85Assisti pela primeira vez quando eu era adolescente e, assim como a maioria, considero este de longe o pior da franquia. O roteiro e os diálogos são horríveis, ritmo parado e arrastado, mortes extremamente malfeitas. O diretor Chris Angel assume a franquia aqui; ele no passado também fez Fear 2 (1999), que é tão deplorável quanto este.
O Djinn, assim como no filme anterior, aparece pouco e sua maquiagem que já não era grande coisa nos anteriores sofreu downgrade. A.J. Cook é, de longe, a melhor protagonista da franquia, embora sua personagem seja rasa e superficial.
De curiosidade, as atrizes Daniella Evangelista e Emmanuelle Vaugier trabalharam juntas três vezes no mesmo ano de 2001: neste O Mestre dos Desejos 3, em De Volta ao Lago da Morte e no ótimo Ripper - Mensageiro do Inferno — este último também protagonizado pela A.J. Cook.
O melhor do filme acaba sendo a beleza do elenco feminino, mas isso não é mérito do filme. Um péssimo filme da franquia.
Ranking:
6.1/100=(O Mestre dos Desejos 1) O Mestre dos Desejos (1997)
5.0/100=(O Mestre dos Desejos 2) O Mestre dos Desejos 2 (1999)
4.0/100=(O Mestre dos Desejos 4) O Mestre dos Desejos 4 (2002)
3.0/100=(O Mestre dos Desejos 3) O Mestre dos Desejos 3 - Além da Porta do Inferno (2001)
O Mestre dos Desejos 2
2.6 96 Assista AgoraAssisti pela primeira vez no dvd em 2017. Mesmo o primeiro filme não sendo um sucesso de bilheteria, por algum motivo inexplicável, decidiram continuar com essa franquia, só que com um orçamento drasticamente menor e direto para vídeo.
Aqui houve queda de qualidade em todas as áreas: roteiro pior e com furos, mortes menos criativas e com poucos valores de produção; o Djinn em sua versão demoníaca aparece bem pouco.
A nova protagonista tem uma atuação fraquíssima, é esteticamente mediana e sem carisma. A trama tenta vender que a personagem é uma santa, mas em nenhum momento isso funciona.
O maior acerto do filme é o ator Andrew Divoff como vilão. Ele não tenta ser sério e sombrio como no primeiro; o personagem está debochado, fazendo caretas ridículas e dizendo frases cômicas. Aqui, essa abordagem funcionou muito melhor para o personagem. Uma continuação mediana.
Ranking:
6.1/100=(O Mestre dos Desejos 1) O Mestre dos Desejos (1997)
5.0/100=(O Mestre dos Desejos 2) O Mestre dos Desejos 2 (1999)
4.0/100=(O Mestre dos Desejos 4) O Mestre dos Desejos 4 (2002)
3.0/100=(O Mestre dos Desejos 3) O Mestre dos Desejos 3 - Além da Porta do Inferno (2001)
O Mestre dos Desejos
3.1 263 Assista AgoraAssisti pela primeira vez no dvd em 2017. Me convenceram a comprar o dvd com todos os filmes e me arrependi pra caramba — aliás, continuo arrependido até hoje, kkkkkk.
Não acho o filme tão ruim; a ideia de um vilão que realiza desejos é boa, mas a execução nem tanto. A protagonista é mediana, tanto na atuação quanto na estética. O vilão não assusta e é desinteressante, mas a maquiagem, as mortes e os efeitos práticos, em sua maioria, são bons. Por outro lado, há outras cenas que dão vergonha alheia e estão bem datadas.
Gostei da participação especial de alguns atores icônicos do terror; o final da trama é bem criativo e satisfatório. Tem muito potencial para ganhar um remake, mas, como não é um personagem/franquia popular na cultura pop, acho difícil algum dia acontecer.
Mesmo com vários defeitos, é divertido. Esse é o melhor da franquia, ou o menos ruim. Um filme assistível para quem não for exigente.
Ranking:
6.1/100=(O Mestre dos Desejos 1) O Mestre dos Desejos (1997)
5.0/100=(O Mestre dos Desejos 2) O Mestre dos Desejos 2 (1999)
4.0/100=(O Mestre dos Desejos 4) O Mestre dos Desejos 4 (2002)
3.0/100=(O Mestre dos Desejos 3) O Mestre dos Desejos 3 - Além da Porta do Inferno