A história é sobre uma ex-agente secreta que se torna alvo de um traficante de armas após matar os dois filhos dele para vingar a tentativa de homicídio de seu marido, um policial que entrou em coma. O roteiro tem muita coisa forçada, desde a motivação da protagonista para voltar à ativa até as conexões sobre o seu passado e presente.
Mas, na parte da ação, o longa funciona bem — só não gostei de uma cena de explosão em cgi. É nítida a influência do estilo de espionagem e ação da franquia Bourne, com destaque para a cena espetacular de perseguição de moto, a minha favorita do filme. O ritmo é bom e, como é extremamente curto, não é cansativo de acompanhar.
Não conhecia a atriz Marine Vacth; ela conduz muito bem a narrativa, com uma boa atuação e carisma como protagonista. O diretor desconhecido Guillaume de Fontenay demonstrou domínio no gênero — vou ficar de olho nele. O roteiro poderia ser melhor, mas o filme me entreteve e me divertiu muito mais do que muitas bombas que lançaram neste ano.
É um filme francês assistível para quem não for muito exigente.
O roteiro é uma mistura de Busca Implacável (2008) + Rambo - Programado Para Matar (1982), mas está extremamente longe de ter a mesma qualidade de ambos — temos aqui até um Coronel Trautman fake.
O filme é protagonizado pela canastrona da Milla Jovovich e produzido por Paul W.S. Anderson, seu marido — para a surpresa de zero pessoas. O longa enche o saco com o excesso de narração desnecessária da protagonista. O sangue em cgi é péssimo, as lutas são mal coreografadas e as cenas de ação são fraquíssimas.
O diretor é Adrian Grunberg, responsável por bombas como Plano de Fuga (2012) e Rambo - Até o Fim (2019), o que explica a precariedade da obra. O único aspecto positivo é o plot twist, que achei até corajoso para esse tipo de filme.
Estamos quase na metade do ano e tem muita estrada pela frente, mas, por enquanto, é o pior filme de ação que vi no ano. Só vai agradar ao fandom da Milla Jovovich; quem procura um bom filme de ação vai ter que buscar em outro lugar. Por aqui, só vai encontrar um filme ruim.
A Disney continua destruindo Star Wars para surpresa de zero pessoas, pegaram o Darth Maul que é um dos melhores vilões da franquia e transformaram ele em um personagem genérico, o roteiro é muito fraco, só salva a qualidade técnica, os efeitos visuais e as cenas de ação. Uma animação ruim e dispensável.
Assisti só por curiosidade. Vendo que o último comentário tem quase uma década e meia, percebe-se que é um filme esquecido pelo tempo.
O roteiro é sobre uma assassina profissional que se apaixona por um vendedor de macarrão e repensa sua vida, ao mesmo tempo que é caçada por um guarda-costas que busca se vingar dela pelo assassinato de seu protegido.
O filme é produzido por Johnnie To e já dá para considerar uma verdadeira bagunça por ser dirigido por quatro diretores completamente desconhecidos. A trama tenta ser drama, romance e ação, mas falha em quase tudo a que se propõe.
O casal é sem carisma e com zero química; não me importei com nenhum deles, tanto que fiquei muito satisfeito com o desfecho da dupla, que foge dos clichês de Hollywood.
A subtrama do guarda-costas querendo vingança é interessante e torci por ele. Aliás, seria um filme bem melhor se focasse só nele. Só vale pelas cenas de ação, que são boas, estilosas, até criativas e com gore. O tiroteio do beco no final é sensacional — senti inspiração do John Woo nessa cena.
É coerente ser um filme esquecido pela galera. Um filme medíocre de ação de Hong Kong e da Coreia do Sul.
Assisti só por curiosidade. Filme direto para a televisão, o roteiro é forçado pra caramba. A atriz desconhecida Caroline Anglade, que é a protagonista é sem carisma e sua atuação é bem mediocre, o ritmo é monotomo, vale pela boa atuação do Clovis Cornillac como antagonista e pela beleza da Alice David. Um drama frances mediano.
Spin-off da série Citadel que ainda não assisti, então minha análise vai ser individual, sem comparações.
O roteiro é muito genérico sobre vingança pela morte dos pais/espionagem e tem alguns momentos confusos; o suspense é monótono e há pouquíssimas cenas de ação.
Como já foi falado, dá muita agonia ver o cabelo todo torto da protagonista; seria mais coerente se o grande vilão da trama fosse o cabeleireiro dela.
Uma série italiana mediana e dispensável da Amazon.
Socorro! é o melhor trabalho de Sam Raimi como diretor em muitos anos. É muito agradável ver que ele se reencontrou depois de passar tanto tempo perdido.
O roteiro possui uma crítica social bem construída, mostrando que quem tem talento, dedica e se esforça muitas vezes não consegue chegar ao topo, enquanto quem nasce privilegiado alcança o sucesso sem esforço ou talento.
É legal ver como a hierarquia de poder se altera completamente na chegada à ilha; o clima de suspense é bem desenvolvido durante toda a trama, o cgi é bom, e a cena do javali é espetacular, a melhor cena do filme inteiro.
Dylan O'Brien está bem como o nepo baby egocêntrico, mas o grande destaque é Rachel McAdams. Fazia anos que eu não via nenhum filme dela; ela está ótima como protagonista/anti-heroína. As várias reviravoltas no final foram surpreendentes e o desfecho foi muito satisfatório.
Sou fã do Jason Statham, acompanho a carreira dele desde adolescente. Nesses últimos anos, ele está fazendo vários filmes por ano e, uma hora ou outra, faz uns filmes fracos, como é o caso aqui de Missão Refúgio (2026).
O roteiro é uma mistura dos filmes A Identidade Bourne (2002) + O Agente (2007), mas longe da qualidade de ambos. Muitas situações inverossímeis acontecem para a história ir para frente; os personagens são desinteressantes, rasos e mal desenvolvidos. Mesmo assim, Bill Nighy consegue entregar uma boa atuação como vilão, o que é especialidade dele, enquanto a garotinha é bem chatinha.
O drama, em vez de emocionar, entedia, o que deixa a experiência menos sofrida são as cenas de ação, que são boas, mas não memoráveis, e nem são tantas para um filme de quase 2 horas. O filme mereceu, e muito, o flop de bilheteria; é um dos piores trabalhos do currículo do Jason Statham.
Um filme chato e medíocre de ação, drama e suspense.
Filme que teve polêmica no ano passado por causa da dublagem ia feita pelo prime video. Só por causa disso que decidi conferir; as vozes são robóticas, sem emoção e, às vezes, falta sincronia labial.
Em uma cena do começo, a esposa do protagonista, no restaurante, do nada fica com sotaque de Portugal. Apesar de todos esses defeitos, aqui dá de 10 a 0 nas dublagens ia do youtube.
Quanto ao filme em si, é difícil sentir empatia pelo Marcos. O personagem toma atitudes egoístas o tempo todo e, embora tentem entregar uma redenção no final, para mim não funcionou. Alguns momentos isolados são interessantes, mas o roteiro acaba exagerando no drama.
É um filme mediano da Espanha, Uruguai e República Dominicana.
Assisti só por curiosidade. O roteiro é bem genérico; vale pelo carisma do Ashton Kutcher e do Sam Elliott.
Dei poucas risadas, mas a maioria delas foi por causa do Danny Masterson. É inegável: ele é carismático e muito engraçado, tem muito talento no gênero e creio que iria longe se não tivesse cometido crimes. Ele foi condenado, em setembro de 2023, a 30 anos de prisão por estuprar duas mulheres no início dos anos 2000.
Me surpreende que essa série durou quatro temporadas, principalmente sendo da Netflix; um sitcom mediano.
Queria assistir ao filme Para Sempre Minha desde o seu lançamento no ano passado; só há pouco tempo lançou a boa dublagem e decidi conferir.
O ritmo é excessivamente parado e lento, com muita enrolação; o roteiro é fraquíssimo e tem uma mitologia sem sentido que foi introduzida nos minutos finais.
De positivo, a boa atuação da Tatiana Maslany como protagonista e os demônios bizarros. É nítida a influência do Clive Barker neles, mas, infelizmente, aparecem pouco na trama.
É o pior trabalho de Oz Perkins como diretor, empatado com o filme O Último Capítulo (2016). É um filme ruim, chato, tedioso e decepcionante.
Assisti a esse filme pela primeira vez na adolescência; minha mãe o havia alugado e, na época, nenhum de nós gostou do desfecho. Vi no dvd em 2019 ou 2020 e reassisti novamente esse ano.
O roteiro é bom e interessante, com uma vilã cruel. Justin Long está bem como o namorado carismático, mas o destaque é Alison Lohman, que está ótima como protagonista, entregando uma grande atuação. É uma pena que ela tenha desistido da carreira de atriz para ser esposa e mãe; acredito que ela iria longe como atriz.
O maior defeito do filme é que Sam Raimi, o diretor, abusa demais do humor desnecessário que não combina nada com a trama. O filme iria funcionar muito melhor sendo sério. O final é péssimo, feito para chocar — e conseguiu.
Por mais que tenha vários defeitos, sempre me divirto assistindo. Um filme assistível para quem não for exigente.
Assisti só por curiosidade. A premissa é interessante, mas a execução deixou a desejar. Taron Egerton, como sempre, ótimo como protagonista; a atriz desconhecida Jurnee Smollett entrega uma boa atuação e, juntos, formam uma dupla carismática.
Mas o maior defeito da série é a enrolação: episódios de 1 hora que poderiam ser facilmente 30 minutos. A subtrama do funcionário negro da lanchonete é pura encheção de linguiça.
Estava óbvio quem era o vilão da trama. Gostei que mostraram já no 2º episódio, até porque não tive paciência para continuar assistindo. Uma série mediana que tinha potencial para ser boa.
Depois de três anos, finalmente chegou o fim da trilogia. Assim como a maioria dos críticos e do público, considero este o pior da franquia — e olha que a concorrência era grande.
Tinham a faca e o queijo na mão para fazer um bom filme, mas entregaram um desfecho preguiçoso. A origem dos Estranhos ficou rasa e mal desenvolvida; o vilão Espantalho voltou a ter destaque e o seu plano de transformar a protagonista em uma assassina da gangue não faz o menor sentido. Estragaram muito a personagem Maya, as mortes são fraquíssimas.
De positivo, destaco a Madelaine Petsch, que carregou essa trilogia nas costas. A produção, o figurino e as atuações foram boas.
Um final/filme ruim para essa franquia.
Conclusão:
Essa é uma das piores franquias de terror que existem. O único filme tolerável é o segundo; essa nova trilogia foi apenas um caça-níquel puro que só valeu pela Madelaine Petsch. Tem que ser muito ingênuo para achar que é o fim da franquia; provavelmente os Estranhos voltam daqui a 10 anos, se bobear, até menos.
Ranking:
6.1/100=(Os Estranhos 2) Os Estranhos - Caçada Noturna (2018)
5.1/100=(Os Estranhos 4) Os Estranhos - Capítulo 2 (2025)
5.0/100=(Os Estranhos 1) Os Estranhos (2008)
4.6/100=(Os Estranhos 3) Os Estranhos - Capítulo 1 (2024)
4.0/100=(Os Estranhos 5) Os Estranhos - Capítulo Final (2026)
A lenda urbana de que Wes Craven dirigiu um filme pornô é real. Foi o segundo trabalho dele como diretor, usando o nome de Abe Snake como pseudônimo, além de ter uma participação dele usando um chapéu.
A história é sobre uma mulher ninfomaníaca apaixonada pelo irmão padre. Além de ser problemático por romantizar o incesto, o filme tem uma cena desnecessária de estupro que não agrega nada de relevante à trama, tem um casal de chefes tarados e caricatos, e uma orgia final.
Tenho uma regra de assistir a filmes do começo ao fim, mas, nesse gênero, sempre é exceção e acelerei várias cenas; o filme deve ter durado de 10 a 20 minutos sem as cenas explícitas. Esse é, de longe, o pior trabalho do Wes Craven e um dos piores filmes de todos os tempos.
Assisti só por causa da Mélanie Laurent, mas infelizmente ela aparece pouco e sem o destaque merecido.
O roteiro é interessante e tinha potencial, mas foi muito mal desenvolvido. Os personagens são rasos e superficiais, com exceção do protagonista interpretado por Benoît Magimel, que carrega a série sozinho nas costas. Aliás, faz anos que não via nada dele; ele envelheceu bastante e engordou, tanto que não o reconheci de primeira.
Enrolei um pouco para assistir por causa do hype exagerado; confesso que esperava muito mais por causa do trailer. O início é mediano/morno, focando em soldados querendo ser rangers e no trauma do protagonista pela morte do irmão.
O filme só fica bom a partir dos 35 minutos, quando aparece o robô alien assassino com ótimo cgi; as cenas de ação, violência e maquiagem dos cadáveres são boas. É nítida a inspiração em O Predador (1987) na estrutura do roteiro, mas sem a mesma qualidade/competência. Acaba enjoando o excesso de militarismo.
Alan Ritchson está impecável como protagonista; ele é um dos melhores astros de ação da atualidade. No entanto, para que ele receba a visibilidade que merece, precisa de um projeto que esteja à altura do seu talento, o que, infelizmente, não é o caso aqui.
Podia ter sido muito melhor do que foi, mas é um filme assistível de entretenimento da Netflix.
Assisti pela primeira vez quando eu era adolescente; foi o meu primeiro contato com a franquia. Por mais horrível que o filme seja, pelo menos é superior ao anterior e, provavelmente, o melhor trabalho da carreira do diretor Chris Angel, o que não significa muito.
O roteiro, fraco e cheio de furos, foca no Djinn entrando em um triângulo amoroso com um cadeirante e uma loira. A protagonista tem uma atuação fraquíssima, é esteticamente mediana e sem carisma; a trama tenta torná-la sensual, mas isso nunca funciona.
O cgi é ruim até para os padrões da época, e as lutas de espada são mal coreografadas. As mortes são tão ridículas que acabam se tornando comédia involuntária — como na cena da amiga tarada ou do barman tarado que vira uma pinta na stripper. Não dá para esquecer a cena do Djinn, em sua versão humana, enaltecendo a stripper como se fosse a personificação da beleza, mesmo sendo feia, kkkkkkkkk.
Um filme chato e um final ruim para essa franquia.
Conclusão:
Como já foi falado, essa é uma das piores franquias de terror que existem. O único filme tolerável é o primeiro; o resto não deveria ter existido. Tem muito potencial para um remake, mas acho que nunca vai acontecer.
Ranking:
6.1/100=(O Mestre dos Desejos 1) O Mestre dos Desejos (1997)
5.0/100=(O Mestre dos Desejos 2) O Mestre dos Desejos 2 (1999)
4.0/100=(O Mestre dos Desejos 4) O Mestre dos Desejos 4 (2002)
3.0/100=(O Mestre dos Desejos 3) O Mestre dos Desejos 3 - Além da Porta do Inferno (2001)
Assisti pela primeira vez quando eu era adolescente e, assim como a maioria, considero este de longe o pior da franquia. O roteiro e os diálogos são horríveis, ritmo parado e arrastado, mortes extremamente malfeitas. O diretor Chris Angel assume a franquia aqui; ele no passado também fez Fear 2 (1999), que é tão deplorável quanto este.
O Djinn, assim como no filme anterior, aparece pouco e sua maquiagem que já não era grande coisa nos anteriores sofreu downgrade. A.J. Cook é, de longe, a melhor protagonista da franquia, embora sua personagem seja rasa e superficial.
De curiosidade, as atrizes Daniella Evangelista e Emmanuelle Vaugier trabalharam juntas três vezes no mesmo ano de 2001: neste O Mestre dos Desejos 3, em De Volta ao Lago da Morte e no ótimo Ripper - Mensageiro do Inferno — este último também protagonizado pela A.J. Cook.
O melhor do filme acaba sendo a beleza do elenco feminino, mas isso não é mérito do filme. Um péssimo filme da franquia.
Ranking:
6.1/100=(O Mestre dos Desejos 1) O Mestre dos Desejos (1997)
5.0/100=(O Mestre dos Desejos 2) O Mestre dos Desejos 2 (1999)
4.0/100=(O Mestre dos Desejos 4) O Mestre dos Desejos 4 (2002)
3.0/100=(O Mestre dos Desejos 3) O Mestre dos Desejos 3 - Além da Porta do Inferno (2001)
Assisti pela primeira vez no dvd em 2017. Mesmo o primeiro filme não sendo um sucesso de bilheteria, por algum motivo inexplicável, decidiram continuar com essa franquia, só que com um orçamento drasticamente menor e direto para vídeo.
Aqui houve queda de qualidade em todas as áreas: roteiro pior e com furos, mortes menos criativas e com poucos valores de produção; o Djinn em sua versão demoníaca aparece bem pouco.
A nova protagonista tem uma atuação fraquíssima, é esteticamente mediana e sem carisma. A trama tenta vender que a personagem é uma santa, mas em nenhum momento isso funciona.
O maior acerto do filme é o ator Andrew Divoff como vilão. Ele não tenta ser sério e sombrio como no primeiro; o personagem está debochado, fazendo caretas ridículas e dizendo frases cômicas. Aqui, essa abordagem funcionou muito melhor para o personagem. Uma continuação mediana.
Ranking:
6.1/100=(O Mestre dos Desejos 1) O Mestre dos Desejos (1997)
5.0/100=(O Mestre dos Desejos 2) O Mestre dos Desejos 2 (1999)
4.0/100=(O Mestre dos Desejos 4) O Mestre dos Desejos 4 (2002)
3.0/100=(O Mestre dos Desejos 3) O Mestre dos Desejos 3 - Além da Porta do Inferno (2001)
Assisti pela primeira vez no dvd em 2017. Me convenceram a comprar o dvd com todos os filmes e me arrependi pra caramba — aliás, continuo arrependido até hoje, kkkkkk.
Não acho o filme tão ruim; a ideia de um vilão que realiza desejos é boa, mas a execução nem tanto. A protagonista é mediana, tanto na atuação quanto na estética. O vilão não assusta e é desinteressante, mas a maquiagem, as mortes e os efeitos práticos, em sua maioria, são bons. Por outro lado, há outras cenas que dão vergonha alheia e estão bem datadas.
Gostei da participação especial de alguns atores icônicos do terror; o final da trama é bem criativo e satisfatório. Tem muito potencial para ganhar um remake, mas, como não é um personagem/franquia popular na cultura pop, acho difícil algum dia acontecer.
Mesmo com vários defeitos, é divertido. Esse é o melhor da franquia, ou o menos ruim. Um filme assistível para quem não for exigente.
Ranking:
6.1/100=(O Mestre dos Desejos 1) O Mestre dos Desejos (1997)
5.0/100=(O Mestre dos Desejos 2) O Mestre dos Desejos 2 (1999)
4.0/100=(O Mestre dos Desejos 4) O Mestre dos Desejos 4 (2002)
3.0/100=(O Mestre dos Desejos 3) O Mestre dos Desejos 3 - Além da Porta do Inferno
Agent Zero
2.0 2Este foi o 13º lançamento que vi em 2026.
A história é sobre uma ex-agente secreta que se torna alvo de um traficante de armas após matar os dois filhos dele para vingar a tentativa de homicídio de seu marido, um policial que entrou em coma. O roteiro tem muita coisa forçada, desde a motivação da protagonista para voltar à ativa até as conexões sobre o seu passado e presente.
Mas, na parte da ação, o longa funciona bem — só não gostei de uma cena de explosão em cgi. É nítida a influência do estilo de espionagem e ação da franquia Bourne, com destaque para a cena espetacular de perseguição de moto, a minha favorita do filme. O ritmo é bom e, como é extremamente curto, não é cansativo de acompanhar.
Não conhecia a atriz Marine Vacth; ela conduz muito bem a narrativa, com uma boa atuação e carisma como protagonista. O diretor desconhecido Guillaume de Fontenay demonstrou domínio no gênero — vou ficar de olho nele. O roteiro poderia ser melhor, mas o filme me entreteve e me divertiu muito mais do que muitas bombas que lançaram neste ano.
É um filme francês assistível para quem não for muito exigente.
Vingadora
2.8 16 Assista AgoraEste foi o 12º lançamento que vi em 2026.
O roteiro é uma mistura de Busca Implacável (2008) + Rambo - Programado Para Matar (1982), mas está extremamente longe de ter a mesma qualidade de ambos — temos aqui até um Coronel Trautman fake.
O filme é protagonizado pela canastrona da Milla Jovovich e produzido por Paul W.S. Anderson, seu marido — para a surpresa de zero pessoas. O longa enche o saco com o excesso de narração desnecessária da protagonista. O sangue em cgi é péssimo, as lutas são mal coreografadas e as cenas de ação são fraquíssimas.
O diretor é Adrian Grunberg, responsável por bombas como Plano de Fuga (2012) e Rambo - Até o Fim (2019), o que explica a precariedade da obra. O único aspecto positivo é o plot twist, que achei até corajoso para esse tipo de filme.
Estamos quase na metade do ano e tem muita estrada pela frente, mas, por enquanto, é o pior filme de ação que vi no ano. Só vai agradar ao fandom da Milla Jovovich; quem procura um bom filme de ação vai ter que buscar em outro lugar. Por aqui, só vai encontrar um filme ruim.
Star Wars: Maul - Lorde das Sombras
4.0 7 Assista AgoraA Disney continua destruindo Star Wars para surpresa de zero pessoas, pegaram o Darth Maul que é um dos melhores vilões da franquia e transformaram ele em um personagem genérico, o roteiro é muito fraco, só salva a qualidade técnica, os efeitos visuais e as cenas de ação. Uma animação ruim e dispensável.
Hipotermia
3.0 4Assisti só por curiosidade. Vendo que o último comentário tem quase uma década e meia, percebe-se que é um filme esquecido pelo tempo.
O roteiro é sobre uma assassina profissional que se apaixona por um vendedor de macarrão e repensa sua vida, ao mesmo tempo que é caçada por um guarda-costas que busca se vingar dela pelo assassinato de seu protegido.
O filme é produzido por Johnnie To e já dá para considerar uma verdadeira bagunça por ser dirigido por quatro diretores completamente desconhecidos. A trama tenta ser drama, romance e ação, mas falha em quase tudo a que se propõe.
O casal é sem carisma e com zero química; não me importei com nenhum deles, tanto que fiquei muito satisfeito com o desfecho da dupla, que foge dos clichês de Hollywood.
A subtrama do guarda-costas querendo vingança é interessante e torci por ele. Aliás, seria um filme bem melhor se focasse só nele. Só vale pelas cenas de ação, que são boas, estilosas, até criativas e com gore. O tiroteio do beco no final é sensacional — senti inspiração do John Woo nessa cena.
É coerente ser um filme esquecido pela galera. Um filme medíocre de ação de Hong Kong e da Coreia do Sul.
Consentimento
2.8 2Assisti só por curiosidade. Filme direto para a televisão, o roteiro é forçado pra caramba. A atriz desconhecida Caroline Anglade, que é a protagonista é sem carisma e sua atuação é bem mediocre, o ritmo é monotomo, vale pela boa atuação do Clovis Cornillac como antagonista e pela beleza da Alice David. Um drama frances mediano.
La damnée
1Esperando o lançamento.
Citadel: Diana
3.1 8 Assista AgoraSpin-off da série Citadel que ainda não assisti, então minha análise vai ser individual, sem comparações.
O roteiro é muito genérico sobre vingança pela morte dos pais/espionagem e tem alguns momentos confusos; o suspense é monótono e há pouquíssimas cenas de ação.
Como já foi falado, dá muita agonia ver o cabelo todo torto da protagonista; seria mais coerente se o grande vilão da trama fosse o cabeleireiro dela.
Uma série italiana mediana e dispensável da Amazon.
Socorro!
3.3 311 Assista AgoraEste foi o 11º lançamento que vi em 2026.
Socorro! é o melhor trabalho de Sam Raimi como diretor em muitos anos. É muito agradável ver que ele se reencontrou depois de passar tanto tempo perdido.
O roteiro possui uma crítica social bem construída, mostrando que quem tem talento, dedica e se esforça muitas vezes não consegue chegar ao topo, enquanto quem nasce privilegiado alcança o sucesso sem esforço ou talento.
É legal ver como a hierarquia de poder se altera completamente na chegada à ilha; o clima de suspense é bem desenvolvido durante toda a trama, o cgi é bom, e a cena do javali é espetacular, a melhor cena do filme inteiro.
Dylan O'Brien está bem como o nepo baby egocêntrico, mas o grande destaque é Rachel McAdams. Fazia anos que eu não via nenhum filme dela; ela está ótima como protagonista/anti-heroína. As várias reviravoltas no final foram surpreendentes e o desfecho foi muito satisfatório.
Um entretenimento decente e divertido.
Missão Refúgio
2.8 41 Assista AgoraEste foi o 10º lançamento que vi em 2026.
Sou fã do Jason Statham, acompanho a carreira dele desde adolescente. Nesses últimos anos, ele está fazendo vários filmes por ano e, uma hora ou outra, faz uns filmes fracos, como é o caso aqui de Missão Refúgio (2026).
O roteiro é uma mistura dos filmes A Identidade Bourne (2002) + O Agente (2007), mas longe da qualidade de ambos. Muitas situações inverossímeis acontecem para a história ir para frente; os personagens são desinteressantes, rasos e mal desenvolvidos. Mesmo assim, Bill Nighy consegue entregar uma boa atuação como vilão, o que é especialidade dele, enquanto a garotinha é bem chatinha.
O drama, em vez de emocionar, entedia, o que deixa a experiência menos sofrida são as cenas de ação, que são boas, mas não memoráveis, e nem são tantas para um filme de quase 2 horas. O filme mereceu, e muito, o flop de bilheteria; é um dos piores trabalhos do currículo do Jason Statham.
Um filme chato e medíocre de ação, drama e suspense.
O Silêncio de Marcos Tremmer
3.0 3 Assista AgoraFilme que teve polêmica no ano passado por causa da dublagem ia feita pelo prime video. Só por causa disso que decidi conferir; as vozes são robóticas, sem emoção e, às vezes, falta sincronia labial.
Em uma cena do começo, a esposa do protagonista, no restaurante, do nada fica com sotaque de Portugal. Apesar de todos esses defeitos, aqui dá de 10 a 0 nas dublagens ia do youtube.
Quanto ao filme em si, é difícil sentir empatia pelo Marcos. O personagem toma atitudes egoístas o tempo todo e, embora tentem entregar uma redenção no final, para mim não funcionou. Alguns momentos isolados são interessantes, mas o roteiro acaba exagerando no drama.
É um filme mediano da Espanha, Uruguai e República Dominicana.
The Voices of Our Mother
1Aguardando o lançamento.
The Ranch (Parte 1)
3.8 111 Assista AgoraAssisti só por curiosidade. O roteiro é bem genérico; vale pelo carisma do Ashton Kutcher e do Sam Elliott.
Dei poucas risadas, mas a maioria delas foi por causa do Danny Masterson. É inegável: ele é carismático e muito engraçado, tem muito talento no gênero e creio que iria longe se não tivesse cometido crimes. Ele foi condenado, em setembro de 2023, a 30 anos de prisão por estuprar duas mulheres no início dos anos 2000.
Me surpreende que essa série durou quatro temporadas, principalmente sendo da Netflix; um sitcom mediano.
Para Sempre Medo
2.4 52 Assista AgoraQueria assistir ao filme Para Sempre Minha desde o seu lançamento no ano passado; só há pouco tempo lançou a boa dublagem e decidi conferir.
O ritmo é excessivamente parado e lento, com muita enrolação; o roteiro é fraquíssimo e tem uma mitologia sem sentido que foi introduzida nos minutos finais.
De positivo, a boa atuação da Tatiana Maslany como protagonista e os demônios bizarros. É nítida a influência do Clive Barker neles, mas, infelizmente, aparecem pouco na trama.
É o pior trabalho de Oz Perkins como diretor, empatado com o filme O Último Capítulo (2016). É um filme ruim, chato, tedioso e decepcionante.
Arraste-me para o Inferno
2.8 2,8KAssisti a esse filme pela primeira vez na adolescência; minha mãe o havia alugado e, na época, nenhum de nós gostou do desfecho. Vi no dvd em 2019 ou 2020 e reassisti novamente esse ano.
O roteiro é bom e interessante, com uma vilã cruel. Justin Long está bem como o namorado carismático, mas o destaque é Alison Lohman, que está ótima como protagonista, entregando uma grande atuação. É uma pena que ela tenha desistido da carreira de atriz para ser esposa e mãe; acredito que ela iria longe como atriz.
O maior defeito do filme é que Sam Raimi, o diretor, abusa demais do humor desnecessário que não combina nada com a trama. O filme iria funcionar muito melhor sendo sério. O final é péssimo, feito para chocar — e conseguiu.
Por mais que tenha vários defeitos, sempre me divirto assistindo. Um filme assistível para quem não for exigente.
The Highest Stakes
0.5 2Esperando a dublagem.
Cortina de Fumaça
3.3 18 Assista AgoraAssisti só por curiosidade. A premissa é interessante, mas a execução deixou a desejar. Taron Egerton, como sempre, ótimo como protagonista; a atriz desconhecida Jurnee Smollett entrega uma boa atuação e, juntos, formam uma dupla carismática.
Mas o maior defeito da série é a enrolação: episódios de 1 hora que poderiam ser facilmente 30 minutos. A subtrama do funcionário negro da lanchonete é pura encheção de linguiça.
Estava óbvio quem era o vilão da trama. Gostei que mostraram já no 2º episódio, até porque não tive paciência para continuar assistindo. Uma série mediana que tinha potencial para ser boa.
Os Estranhos: Capítulo Final
1.8 50Este foi o 9º lançamento que vi em 2026.
Depois de três anos, finalmente chegou o fim da trilogia. Assim como a maioria dos críticos e do público, considero este o pior da franquia — e olha que a concorrência era grande.
Tinham a faca e o queijo na mão para fazer um bom filme, mas entregaram um desfecho preguiçoso. A origem dos Estranhos ficou rasa e mal desenvolvida; o vilão Espantalho voltou a ter destaque e o seu plano de transformar a protagonista em uma assassina da gangue não faz o menor sentido. Estragaram muito a personagem Maya, as mortes são fraquíssimas.
De positivo, destaco a Madelaine Petsch, que carregou essa trilogia nas costas. A produção, o figurino e as atuações foram boas.
Um final/filme ruim para essa franquia.
Conclusão:
Essa é uma das piores franquias de terror que existem. O único filme tolerável é o segundo; essa nova trilogia foi apenas um caça-níquel puro que só valeu pela Madelaine Petsch. Tem que ser muito ingênuo para achar que é o fim da franquia; provavelmente os Estranhos voltam daqui a 10 anos, se bobear, até menos.
Ranking:
6.1/100=(Os Estranhos 2) Os Estranhos - Caçada Noturna (2018)
5.1/100=(Os Estranhos 4) Os Estranhos - Capítulo 2 (2025)
5.0/100=(Os Estranhos 1) Os Estranhos (2008)
4.6/100=(Os Estranhos 3) Os Estranhos - Capítulo 1 (2024)
4.0/100=(Os Estranhos 5) Os Estranhos - Capítulo Final (2026)
The Fireworks Woman
2.5 4A lenda urbana de que Wes Craven dirigiu um filme pornô é real. Foi o segundo trabalho dele como diretor, usando o nome de Abe Snake como pseudônimo, além de ter uma participação dele usando um chapéu.
A história é sobre uma mulher ninfomaníaca apaixonada pelo irmão padre. Além de ser problemático por romantizar o incesto, o filme tem uma cena desnecessária de estupro que não agrega nada de relevante à trama, tem um casal de chefes tarados e caricatos, e uma orgia final.
Tenho uma regra de assistir a filmes do começo ao fim, mas, nesse gênero, sempre é exceção e acelerei várias cenas; o filme deve ter durado de 10 a 20 minutos sem as cenas explícitas. Esse é, de longe, o pior trabalho do Wes Craven e um dos piores filmes de todos os tempos.
A Caçada
2.7 3 Assista AgoraAssisti só por causa da Mélanie Laurent, mas infelizmente ela aparece pouco e sem o destaque merecido.
O roteiro é interessante e tinha potencial, mas foi muito mal desenvolvido. Os personagens são rasos e superficiais, com exceção do protagonista interpretado por Benoît Magimel, que carrega a série sozinho nas costas. Aliás, faz anos que não via nada dele; ele envelheceu bastante e engordou, tanto que não o reconheci de primeira.
Uma série francesa mediana.
Máquina de Guerra
3.2 179 Assista AgoraEste foi o 8º lançamento que vi em 2026.
Enrolei um pouco para assistir por causa do hype exagerado; confesso que esperava muito mais por causa do trailer. O início é mediano/morno, focando em soldados querendo ser rangers e no trauma do protagonista pela morte do irmão.
O filme só fica bom a partir dos 35 minutos, quando aparece o robô alien assassino com ótimo cgi; as cenas de ação, violência e maquiagem dos cadáveres são boas. É nítida a inspiração em O Predador (1987) na estrutura do roteiro, mas sem a mesma qualidade/competência. Acaba enjoando o excesso de militarismo.
Alan Ritchson está impecável como protagonista; ele é um dos melhores astros de ação da atualidade. No entanto, para que ele receba a visibilidade que merece, precisa de um projeto que esteja à altura do seu talento, o que, infelizmente, não é o caso aqui.
Podia ter sido muito melhor do que foi, mas é um filme assistível de entretenimento da Netflix.
O Mestre dos Desejos 4
2.2 95Assisti pela primeira vez quando eu era adolescente; foi o meu primeiro contato com a franquia. Por mais horrível que o filme seja, pelo menos é superior ao anterior e, provavelmente, o melhor trabalho da carreira do diretor Chris Angel, o que não significa muito.
O roteiro, fraco e cheio de furos, foca no Djinn entrando em um triângulo amoroso com um cadeirante e uma loira. A protagonista tem uma atuação fraquíssima, é esteticamente mediana e sem carisma; a trama tenta torná-la sensual, mas isso nunca funciona.
O cgi é ruim até para os padrões da época, e as lutas de espada são mal coreografadas. As mortes são tão ridículas que acabam se tornando comédia involuntária — como na cena da amiga tarada ou do barman tarado que vira uma pinta na stripper. Não dá para esquecer a cena do Djinn, em sua versão humana, enaltecendo a stripper como se fosse a personificação da beleza, mesmo sendo feia, kkkkkkkkk.
Um filme chato e um final ruim para essa franquia.
Conclusão:
Como já foi falado, essa é uma das piores franquias de terror que existem. O único filme tolerável é o primeiro; o resto não deveria ter existido. Tem muito potencial para um remake, mas acho que nunca vai acontecer.
Ranking:
6.1/100=(O Mestre dos Desejos 1) O Mestre dos Desejos (1997)
5.0/100=(O Mestre dos Desejos 2) O Mestre dos Desejos 2 (1999)
4.0/100=(O Mestre dos Desejos 4) O Mestre dos Desejos 4 (2002)
3.0/100=(O Mestre dos Desejos 3) O Mestre dos Desejos 3 - Além da Porta do Inferno (2001)
O Mestre dos Desejos 3: Além da Porta do Inferno
2.2 85Assisti pela primeira vez quando eu era adolescente e, assim como a maioria, considero este de longe o pior da franquia. O roteiro e os diálogos são horríveis, ritmo parado e arrastado, mortes extremamente malfeitas. O diretor Chris Angel assume a franquia aqui; ele no passado também fez Fear 2 (1999), que é tão deplorável quanto este.
O Djinn, assim como no filme anterior, aparece pouco e sua maquiagem que já não era grande coisa nos anteriores sofreu downgrade. A.J. Cook é, de longe, a melhor protagonista da franquia, embora sua personagem seja rasa e superficial.
De curiosidade, as atrizes Daniella Evangelista e Emmanuelle Vaugier trabalharam juntas três vezes no mesmo ano de 2001: neste O Mestre dos Desejos 3, em De Volta ao Lago da Morte e no ótimo Ripper - Mensageiro do Inferno — este último também protagonizado pela A.J. Cook.
O melhor do filme acaba sendo a beleza do elenco feminino, mas isso não é mérito do filme. Um péssimo filme da franquia.
Ranking:
6.1/100=(O Mestre dos Desejos 1) O Mestre dos Desejos (1997)
5.0/100=(O Mestre dos Desejos 2) O Mestre dos Desejos 2 (1999)
4.0/100=(O Mestre dos Desejos 4) O Mestre dos Desejos 4 (2002)
3.0/100=(O Mestre dos Desejos 3) O Mestre dos Desejos 3 - Além da Porta do Inferno (2001)
O Mestre dos Desejos 2
2.6 96 Assista AgoraAssisti pela primeira vez no dvd em 2017. Mesmo o primeiro filme não sendo um sucesso de bilheteria, por algum motivo inexplicável, decidiram continuar com essa franquia, só que com um orçamento drasticamente menor e direto para vídeo.
Aqui houve queda de qualidade em todas as áreas: roteiro pior e com furos, mortes menos criativas e com poucos valores de produção; o Djinn em sua versão demoníaca aparece bem pouco.
A nova protagonista tem uma atuação fraquíssima, é esteticamente mediana e sem carisma. A trama tenta vender que a personagem é uma santa, mas em nenhum momento isso funciona.
O maior acerto do filme é o ator Andrew Divoff como vilão. Ele não tenta ser sério e sombrio como no primeiro; o personagem está debochado, fazendo caretas ridículas e dizendo frases cômicas. Aqui, essa abordagem funcionou muito melhor para o personagem. Uma continuação mediana.
Ranking:
6.1/100=(O Mestre dos Desejos 1) O Mestre dos Desejos (1997)
5.0/100=(O Mestre dos Desejos 2) O Mestre dos Desejos 2 (1999)
4.0/100=(O Mestre dos Desejos 4) O Mestre dos Desejos 4 (2002)
3.0/100=(O Mestre dos Desejos 3) O Mestre dos Desejos 3 - Além da Porta do Inferno (2001)
O Mestre dos Desejos
3.1 263 Assista AgoraAssisti pela primeira vez no dvd em 2017. Me convenceram a comprar o dvd com todos os filmes e me arrependi pra caramba — aliás, continuo arrependido até hoje, kkkkkk.
Não acho o filme tão ruim; a ideia de um vilão que realiza desejos é boa, mas a execução nem tanto. A protagonista é mediana, tanto na atuação quanto na estética. O vilão não assusta e é desinteressante, mas a maquiagem, as mortes e os efeitos práticos, em sua maioria, são bons. Por outro lado, há outras cenas que dão vergonha alheia e estão bem datadas.
Gostei da participação especial de alguns atores icônicos do terror; o final da trama é bem criativo e satisfatório. Tem muito potencial para ganhar um remake, mas, como não é um personagem/franquia popular na cultura pop, acho difícil algum dia acontecer.
Mesmo com vários defeitos, é divertido. Esse é o melhor da franquia, ou o menos ruim. Um filme assistível para quem não for exigente.
Ranking:
6.1/100=(O Mestre dos Desejos 1) O Mestre dos Desejos (1997)
5.0/100=(O Mestre dos Desejos 2) O Mestre dos Desejos 2 (1999)
4.0/100=(O Mestre dos Desejos 4) O Mestre dos Desejos 4 (2002)
3.0/100=(O Mestre dos Desejos 3) O Mestre dos Desejos 3 - Além da Porta do Inferno