Assisti só por curiosidade. Para uma série dos anos 70, a qualidade da produção é acima da média, mas a trama é mediana, com muita enrolação e um ritmo bastante morno.
Lee Majors é um ator fraco e inexpressivo, parece que tem paralisia facial, e a enfermeira que se apaixona por ele do nada... kkkkkkkkk.
Ainda assim, consegue ser bem melhor do que o seu spin-off, A Mulher Biônica. É uma série superestimada, mediana e dispensável.
Assisti só por curiosidade. Vale pela Anya Taylor-Joy, por alguns momentos interessantes no enredo e por certas cenas de ação.
No entanto, torna-se muito repetitivo, com a protagonista sendo perseguida constantemente e escapando das maneiras mais absurdas possíveis. O material aqui, no máximo, renderia um filme de 1 hora e 30 minutos, e não uma série.
Uma minissérie de 4 episódios que, juntando tudo, deve dar 1 hora e 20 minutos.
O roteiro é muito fraco e o vilão, genérico. A qualidade gráfica é boa e lembra bastante a de um videogame. Vale pela presença do Leon e pela cena dos ratos zumbis.
Sarah Bolger divulgou bastante essa série no perfil dela do Instagram, então decidi conferir por curiosidade.
A trama acompanha uma história de máfia irlandesa que, após um assassinato, tenta impedir uma guerra contra a máfia italiana. O roteiro é forçado e fraco, com ritmo monótono e personagens desinteressantes.
Como séries de máfia estão em alta, não seria surpresa se ganhasse novas temporadas. É uma série ruim, chata e dispensável.
Desde o lançamento eu queria conferir, mas demorou um tempinho para chegar no Brasil com a ótima dublagem. Infelizmente, foi mais uma decepção.
O roteiro é extremamente forçado: tenta transformar a protagonista na pessoa mais azarada do mundo. Temos uma mulher bonita e carismática que é invisível ou odiada por quase todos. Sua vida é cheia de tragédias: perdeu o pai, o cachorro e está prestes a perder a casa — fizeram de tudo para o público sentir pena dela para passar pano para seus assassinatos, e acabou funcionando. No entanto, a narrativa beira o nonsense.
O grande destaque fica para o gore: as cenas de morte são ótimas, superando inclusive muitos filmes de terror atuais. Ella Purnell é uma boa atriz, mas infelizmente escolhe séries e filmes precários para atuar, uma pena.
Desde a pandemia, eu queria conferir Big Sky, mas só consegui assistir este ano. Infelizmente, foi uma grande decepção. A série é uma mistura de novela da Globo com suspense policial genérico; o roteiro é fraco, os diálogos são terríveis, os personagens, desinteressantes, e a dupla de vilões é caricata.
Temos duas mulheres se espancando por causa de um cara, um psicopata com problemas com a mãe e lacração forçada. O cara é um sequestrador de mulheres e nem suspeito de
Assistia essa animação na minha infância no canal cultura, ate que me divertia um pouco, mas o personagem principal pingu é muito irritante e não curto essa proposta de animação sem diálogos.
Faz vários anos que eu queria assistir a essa série e só recentemente a conferi.
A qualidade técnica é impecável. Os figurinos, cenários, reconstituição de época são excelentes. Todas as atuações — sem exceção — são boas e naturais.
Por outro lado, o roteiro é fraco. Não há uma trama central bem definida, apenas mini acontecimentos em sequência. Os personagens são estereotipados e desinteressantes. Ian McShane interpreta um personagem completamente desprezível.
Desde que lançou, eu queria conferir, mas acabei enrolando alguns meses. O roteiro é fraco, o ritmo é parado e lento, a subtrama dos policiais é pura enrolação.
O casal protagonista tem zero química, os personagens são rasos e mal desenvolvidos. Sem dúvidas, uma das piores séries do ano.
Dou uma estrela de caridade pela beleza da Dove Cameron — pena que suas poucas cenas de nudez duram segundos e em ângulos que não mostram quase nada.
Assisti apenas por curiosidade. O roteiro é ridículo, o ritmo é parado e lento, e quase não tem cenas de ação. O ator que interpreta o Robin Hood é insuportável, sem carisma e entrega uma atuação fraca; seu personagem é muito burro. Além disso, a série é bem apelativa, com cenas de sexo e nudez, apresentando mulheres medianas metidas a gostosonas. Uma péssima e dispensável série.
O trailer foi mediano, mas a série é bem pior do que imaginei. Gosto do Will Ferrell, mas aqui ele está sem graça e o roteiro é fraco demais. Série ruim de comédia da Netflix.
Já tinha ouvido falar, mas só agora decidi conferir. Senti uma inspiração de Dragon Ball no estilo de destruição da cidade e nas lutas, só que não chega nem perto de ter a mesma qualidade. Os vilões são caricatos e rasos, e visualmente ridículos. O que foi aquele vilão tosco, caranguejo, e o menino com bolas no rosto? Curti apenas a mulher mosquito do segundo episódio, só que, infelizmente, ela não dura muito tempo.
O anime, em vez de se chamar One Punch Man, deveria se chamar Super Overpowered, porque vencer qualquer um com um soco é algo extremamente chato e desinteressante. Ainda vou ter que continuar dando uma de tio e dizer que não se faz animações como antigamente. Vou continuar minha jornada tentando encontrar um anime que preste, mas sem expectativas. Anime medíocre e superestimado.
O elenco é carismático e tem boa química em tela; Ella Hunt (a Anna de Anna e o Apocalipse, 2017) é muito bonita como protagonista. A premissa é interessante ao abordar temas como amizades, emprego, relacionamentos amorosos e sonhos.
O maior problema é que as piadas são politicamente corretas, dei poucas risadas; ficaram com muito medo de contar as piadas. Se fosse politicamente incorreto no início dos anos 2000, teria de 6 a 7 temporadas, mas, como foi feito em pleno 2026, no máximo deve durar 2 temporadas — isso se não for cancelada na primeira temporada.
A prequel do filme Legalmente Loira (2001) mostra a adolescência de Elle Woods após se mudar com os pais para uma nova cidade.
Uma adolescente bonita, carismática, estilosa e que trata todo mundo bem, sem nenhum motivo plausível é maltratada pelos colegas de sua nova escola, o que, além de incoerente, beira o nonsense.
O roteiro é fraco e as piadas são sem graça. A série não chega nem perto da qualidade do filme original; no máximo, é melhor ou do mesmo nível do segundo filme.
O grande destaque é a atriz desconhecida Lexi Minetree, que está muito bem como protagonista. Espero vê-la em projetos melhores no futuro, ela tem potencial. Outro aspecto positivo é a ótima trilha sonora.
É um spin-off da série Bosch que eu não vi, então não tenho como comparar. O roteiro é genérico e desinteressante, e o ritmo é monótono. Vale pela atuação e beleza da Maggie Q, que carrega a produção nas costas. Uma série mediana e dispensável da Amazon.
Assisti só por curiosidade, roteiro genérico e desinteressante de drama e romance.
Fiquei bastante irritado com o excesso de flashbacks que foram desnecessários e servem apenas como pura enrolação.
Vale pela beleza das atrizes Sadie Soverall e Abigail Cowen. Elas repetem a parceria que já haviam feito na série ruim Fate - A Saga Winx, da Netflix; tirando a presença delas, a produção não possui outros atrativos.
Detesto séries de super-heróis. Assisti só porque sou fã do Nicolas Cage. A atuação boa dele é o único aspecto positivo.
De resto, um roteiro fraco, ritmo monótono e, como já foi falado, parece uma série da CW. Vi colorido, mas só aguentei 2 episódios e, no máximo, ele virou o Homem-Aranha por 2 minutos.
Mesmo sendo uma minissérie de apenas 3 episódios, foi sofrido terminar de assistir. Os dois primeiros episódios são ruins e o terceiro foi mediano.
O ritmo é parado, lento e monótono. O roteiro é fraquíssimo, confuso e desinteressante. A protagonista é sem carisma e não consegue sustentar a série sozinha, além de os personagens serem rasos e mal desenvolvidos. No entanto, confesso que o plot twist me surpreendeu.
A trama foi inspirada em um livro que eu não li. Mas, quando vi nos créditos finais que o roteirista era o Chris Chibnall — um dos responsáveis por destruir Doctor Who —, ficou explicado por que a produção é tão precária.
Mais um spin-off de Citadel, versão de Bollywood com elenco totalmente indiano. As três versões são do mesmo nível; esta, ao contrário das outras, tem boas cenas de ação — infelizmente, foram poucas. O roteiro é fraco e o ritmo, bem monótono. A dupla principal é carismática e tem boa química em tela. É uma série mediana e dispensável.
Essa foi a pior coisa que já vi sobre Mortal Kombat; consegue ser muito pior do que qualquer um dos filmes da franquia. O roteiro é horrível e não tem absolutamente nada a ver com os jogos.
Eles trouxeram alguns personagens do game e os colocaram na história de forma totalmente aleatória, além de inventarem novos que são completamente desinteressantes.
O ator que interpreta o Kung Lao é insuportável, e o Shang Tsung ficou extremamente caricato. Daniel Bernhardt faz um personagem genérico, assim como a bela Kristanna Loken — jovem, ruiva e em início de carreira.
As cenas de ação são muito ruins. Ter durado uma temporada foi muito. Uma péssima série.
Assisti só por curiosidade. É uma das piores séries sobre lobisomens que já vi na vida. Roteiro e atuações ruins, personagens desinteressantes e sem carisma. O cgi dos lobos já era ruim para os padrões da época e hoje em dia está totalmente datado. Vale apenas pela beleza da Laura Vandervoort, que deixa a experiência menos sofrida. É difícil de acreditar que durou três temporadas. Uma série ruim e dispensável.
Assisti só por curiosidade, o protagonista, além de ser canastrão e sem carisma, é um Jason Bourne piorado, versão pai de família. Roteiro e cenas de ação genéricas. Sinceramente, estou com medo do que a Amazon vai fazer com o James Bond. Uma série medíocre e dispensável.
Reeimaginação do filme Alzheimer Case (2003). O roteiro é fraco e desinteressante, mas, pelo menos, as poucas cenas de ação são boas.
Patrick Dempsey como assassino profissional não funcionou nem um pouco; é superforçado o cara viver uma vida perigosa e ter uma filha adulta grávida e ainda ser próxima dela.
É muito inferior ao filme Alzheimer Case (2003) e ao remake Assassino sem Rastro (2022). Uma série mediana e dispensável.
O Homem de Seis Milhões de Dólares (1ª Temporada)
3.7 18 Assista AgoraAssisti só por curiosidade. Para uma série dos anos 70, a qualidade da produção é acima da média, mas a trama é mediana, com muita enrolação e um ritmo bastante morno.
Lee Majors é um ator fraco e inexpressivo, parece que tem paralisia facial, e a enfermeira que se apaixona por ele do nada... kkkkkkkkk.
Ainda assim, consegue ser bem melhor do que o seu spin-off, A Mulher Biônica. É uma série superestimada, mediana e dispensável.
Lucky
3.0 20 Assista AgoraAssisti só por curiosidade. Vale pela Anya Taylor-Joy, por alguns momentos interessantes no enredo e por certas cenas de ação.
No entanto, torna-se muito repetitivo, com a protagonista sendo perseguida constantemente e escapando das maneiras mais absurdas possíveis. O material aqui, no máximo, renderia um filme de 1 hora e 30 minutos, e não uma série.
É uma série mediana e dispensável.
Resident Evil: No Escuro Absoluto
2.8 112Uma minissérie de 4 episódios que, juntando tudo, deve dar 1 hora e 20 minutos.
O roteiro é muito fraco e o vilão, genérico. A qualidade gráfica é boa e lembra bastante a de um videogame. Vale pela presença do Leon e pela cena dos ratos zumbis.
Uma série chata, ruim e dispensável da Netflix.
Donos do Oeste (1ª Temporada)
3.2 5Sarah Bolger divulgou bastante essa série no perfil dela do Instagram, então decidi conferir por curiosidade.
A trama acompanha uma história de máfia irlandesa que, após um assassinato, tenta impedir uma guerra contra a máfia italiana. O roteiro é forçado e fraco, com ritmo monótono e personagens desinteressantes.
Como séries de máfia estão em alta, não seria surpresa se ganhasse novas temporadas. É uma série ruim, chata e dispensável.
Sweetpea (1ª Temporada)
3.4 64 Assista AgoraDesde o lançamento eu queria conferir, mas demorou um tempinho para chegar no Brasil com a ótima dublagem. Infelizmente, foi mais uma decepção.
O roteiro é extremamente forçado: tenta transformar a protagonista na pessoa mais azarada do mundo. Temos uma mulher bonita e carismática que é invisível ou odiada por quase todos. Sua vida é cheia de tragédias: perdeu o pai, o cachorro e está prestes a perder a casa — fizeram de tudo para o público sentir pena dela para passar pano para seus assassinatos, e acabou funcionando. No entanto, a narrativa beira o nonsense.
O grande destaque fica para o gore: as cenas de morte são ótimas, superando inclusive muitos filmes de terror atuais. Ella Purnell é uma boa atriz, mas infelizmente escolhe séries e filmes precários para atuar, uma pena.
Uma série mediana e dispensável.
Big Sky (1ª Temporada)
3.5 14 Assista AgoraDesde a pandemia, eu queria conferir Big Sky, mas só consegui assistir este ano. Infelizmente, foi uma grande decepção. A série é uma mistura de novela da Globo com suspense policial genérico; o roteiro é fraco, os diálogos são terríveis, os personagens, desinteressantes, e a dupla de vilões é caricata.
Temos duas mulheres se espancando por causa de um cara, um psicopata com problemas com a mãe e lacração forçada. O cara é um sequestrador de mulheres e nem suspeito de
que ele sequestrou um homem — foi a primeira coisa que percebi quando vi o rosto do cidadão,
Katheryn Winnick tinha potencial para ser uma grande estrela, mas infelizmente se envolve em projetos muito precários como este, uma pena.
Difícil de acreditar que durou 3 temporadas. Uma péssima e dispensável série.
Pingu
4.0 153Assistia essa animação na minha infância no canal cultura, ate que me divertia um pouco, mas o personagem principal pingu é muito irritante e não curto essa proposta de animação sem diálogos.
Deadwood - Cidade Sem Lei (1ª Temporada)
4.2 32 Assista AgoraFaz vários anos que eu queria assistir a essa série e só recentemente a conferi.
A qualidade técnica é impecável. Os figurinos, cenários, reconstituição de época são excelentes. Todas as atuações — sem exceção — são boas e naturais.
Por outro lado, o roteiro é fraco. Não há uma trama central bem definida, apenas mini acontecimentos em sequência. Os personagens são estereotipados e desinteressantes. Ian McShane interpreta um personagem completamente desprezível.
Uma série mediana da hbo.
56 Dias
3.2 23 Assista AgoraDesde que lançou, eu queria conferir, mas acabei enrolando alguns meses. O roteiro é fraco, o ritmo é parado e lento, a subtrama dos policiais é pura enrolação.
O casal protagonista tem zero química, os personagens são rasos e mal desenvolvidos. Sem dúvidas, uma das piores séries do ano.
Dou uma estrela de caridade pela beleza da Dove Cameron — pena que suas poucas cenas de nudez duram segundos e em ângulos que não mostram quase nada.
Uma série ruim e chata da Amazon.
Robin Hood (1ª Temporada)
3.5 8 Assista AgoraAssisti apenas por curiosidade. O roteiro é ridículo, o ritmo é parado e lento, e quase não tem cenas de ação. O ator que interpreta o Robin Hood é insuportável, sem carisma e entrega uma atuação fraca; seu personagem é muito burro. Além disso, a série é bem apelativa, com cenas de sexo e nudez, apresentando mulheres medianas metidas a gostosonas. Uma péssima e dispensável série.
O Falcão do Golfe (1ª Temporada)
3.0 5 Assista AgoraO trailer foi mediano, mas a série é bem pior do que imaginei. Gosto do Will Ferrell, mas aqui ele está sem graça e o roteiro é fraco demais. Série ruim de comédia da Netflix.
One Punch Man (1ª Temporada)
4.3 340 Assista AgoraJá tinha ouvido falar, mas só agora decidi conferir. Senti uma inspiração de Dragon Ball no estilo de destruição da cidade e nas lutas, só que não chega nem perto de ter a mesma qualidade. Os vilões são caricatos e rasos, e visualmente ridículos. O que foi aquele vilão tosco, caranguejo, e o menino com bolas no rosto? Curti apenas a mulher mosquito do segundo episódio, só que, infelizmente, ela não dura muito tempo.
O anime, em vez de se chamar One Punch Man, deveria se chamar Super Overpowered, porque vencer qualquer um com um soco é algo extremamente chato e desinteressante. Ainda vou ter que continuar dando uma de tio e dizer que não se faz animações como antigamente. Vou continuar minha jornada tentando encontrar um anime que preste, mas sem expectativas. Anime medíocre e superestimado.
Inapropriados Para O Trabalho (1ª Temporada)
3.7 12 Assista AgoraAssisti só por curiosidade.
O elenco é carismático e tem boa química em tela; Ella Hunt (a Anna de Anna e o Apocalipse, 2017) é muito bonita como protagonista. A premissa é interessante ao abordar temas como amizades, emprego, relacionamentos amorosos e sonhos.
O maior problema é que as piadas são politicamente corretas, dei poucas risadas; ficaram com muito medo de contar as piadas. Se fosse politicamente incorreto no início dos anos 2000, teria de 6 a 7 temporadas, mas, como foi feito em pleno 2026, no máximo deve durar 2 temporadas — isso se não for cancelada na primeira temporada.
Uma série mediana da Disney que tinha potencial.
Elle (1ª Temporada)
3.6 37 Assista AgoraA prequel do filme Legalmente Loira (2001) mostra a adolescência de Elle Woods após se mudar com os pais para uma nova cidade.
Uma adolescente bonita, carismática, estilosa e que trata todo mundo bem, sem nenhum motivo plausível é maltratada pelos colegas de sua nova escola, o que, além de incoerente, beira o nonsense.
O roteiro é fraco e as piadas são sem graça. A série não chega nem perto da qualidade do filme original; no máximo, é melhor ou do mesmo nível do segundo filme.
O grande destaque é a atriz desconhecida Lexi Minetree, que está muito bem como protagonista. Espero vê-la em projetos melhores no futuro, ela tem potencial. Outro aspecto positivo é a ótima trilha sonora.
Uma série mediana e dispensável da Amazon.
Ballard (1ª Temporada)
3.8 24 Assista AgoraÉ um spin-off da série Bosch que eu não vi, então não tenho como comparar. O roteiro é genérico e desinteressante, e o ritmo é monótono. Vale pela atuação e beleza da Maggie Q, que carrega a produção nas costas. Uma série mediana e dispensável da Amazon.
Depois Daquele Ano (1ª Temporada)
2.9 29 Assista AgoraAssisti só por curiosidade, roteiro genérico e desinteressante de drama e romance.
Fiquei bastante irritado com o excesso de flashbacks que foram desnecessários e servem apenas como pura enrolação.
Vale pela beleza das atrizes Sadie Soverall e Abigail Cowen. Elas repetem a parceria que já haviam feito na série ruim Fate - A Saga Winx, da Netflix; tirando a presença delas, a produção não possui outros atrativos.
Uma série mediana da Amazon.
A Mulher Biônica (1ª Temporada)
3.8 12 Assista AgoraSpin-off da série O Homem de Seis Milhões de Dólares — que eu ainda não vi, então não tenho como comparar.
O roteiro é fraquíssimo e mistura ficção científica com espionagem. As cenas de ação são boas para o padrão da época, mas hoje em dia estão datadas.
Não conhecia a atriz Lindsay Wagner, mas, além de entregar uma atuação sofrida, ela tem zero carisma.
É uma série ruim, chata e dispensável.
Spider-Noir (1ª Temporada)
3.8 96Detesto séries de super-heróis. Assisti só porque sou fã do Nicolas Cage. A atuação boa dele é o único aspecto positivo.
De resto, um roteiro fraco, ritmo monótono e, como já foi falado, parece uma série da CW. Vi colorido, mas só aguentei 2 episódios e, no máximo, ele virou o Homem-Aranha por 2 minutos.
Uma série ruim, chata e superestimada da Amazon.
Os Sete Relógios de Agatha Christie
2.9 38 Assista AgoraMesmo sendo uma minissérie de apenas 3 episódios, foi sofrido terminar de assistir. Os dois primeiros episódios são ruins e o terceiro foi mediano.
O ritmo é parado, lento e monótono. O roteiro é fraquíssimo, confuso e desinteressante. A protagonista é sem carisma e não consegue sustentar a série sozinha, além de os personagens serem rasos e mal desenvolvidos. No entanto, confesso que o plot twist me surpreendeu.
A trama foi inspirada em um livro que eu não li. Mas, quando vi nos créditos finais que o roteirista era o Chris Chibnall — um dos responsáveis por destruir Doctor Who —, ficou explicado por que a produção é tão precária.
Uma série ruim e chata do Reino Unido na Netflix.
Citadel: Honey Bunny (1ª Temporada)
3.2 5 Assista AgoraMais um spin-off de Citadel, versão de Bollywood com elenco totalmente indiano. As três versões são do mesmo nível; esta, ao contrário das outras, tem boas cenas de ação — infelizmente, foram poucas. O roteiro é fraco e o ritmo, bem monótono. A dupla principal é carismática e tem boa química em tela. É uma série mediana e dispensável.
Mortal Kombat: A Conquista (1ª Temporada)
2.8 50Essa foi a pior coisa que já vi sobre Mortal Kombat; consegue ser muito pior do que qualquer um dos filmes da franquia. O roteiro é horrível e não tem absolutamente nada a ver com os jogos.
Eles trouxeram alguns personagens do game e os colocaram na história de forma totalmente aleatória, além de inventarem novos que são completamente desinteressantes.
O ator que interpreta o Kung Lao é insuportável, e o Shang Tsung ficou extremamente caricato. Daniel Bernhardt faz um personagem genérico, assim como a bela Kristanna Loken — jovem, ruiva e em início de carreira.
As cenas de ação são muito ruins. Ter durado uma temporada foi muito. Uma péssima série.
Bitten (1ª Temporada)
3.5 42Assisti só por curiosidade. É uma das piores séries sobre lobisomens que já vi na vida. Roteiro e atuações ruins, personagens desinteressantes e sem carisma. O cgi dos lobos já era ruim para os padrões da época e hoje em dia está totalmente datado. Vale apenas pela beleza da Laura Vandervoort, que deixa a experiência menos sofrida. É difícil de acreditar que durou três temporadas. Uma série ruim e dispensável.
Citadel (1ª Temporada)
3.3 38 Assista AgoraAssisti só por curiosidade, o protagonista, além de ser canastrão e sem carisma, é um Jason Bourne piorado, versão pai de família. Roteiro e cenas de ação genéricas. Sinceramente, estou com medo do que a Amazon vai fazer com o James Bond. Uma série medíocre e dispensável.
Memória de um Assassino (1ª Temporada)
3.5 10 Assista AgoraReeimaginação do filme Alzheimer Case (2003). O roteiro é fraco e desinteressante, mas, pelo menos, as poucas cenas de ação são boas.
Patrick Dempsey como assassino profissional não funcionou nem um pouco; é superforçado o cara viver uma vida perigosa e ter uma filha adulta grávida e ainda ser próxima dela.
É muito inferior ao filme Alzheimer Case (2003) e ao remake Assassino sem Rastro (2022). Uma série mediana e dispensável.