Reeimaginação do filme Alzheimer Case (2003). O roteiro é fraco e desinteressante, mas, pelo menos, as poucas cenas de ação são boas.
Patrick Dempsey como assassino profissional não funcionou nem um pouco; é superforçado o cara viver uma vida perigosa e ter uma filha adulta grávida e ainda ser próxima dela.
É muito inferior ao filme Alzheimer Case (2003) e ao remake Assassino sem Rastro (2022). Uma série mediana e dispensável.
A Disney continua destruindo Star Wars para surpresa de zero pessoas, pegaram o Darth Maul que é um dos melhores vilões da franquia e transformaram ele em um personagem genérico, o roteiro é muito fraco, só salva a qualidade técnica, os efeitos visuais e as cenas de ação. Uma animação ruim e dispensável.
Spin-off da série Citadel que ainda não assisti, então minha análise vai ser individual, sem comparações.
O roteiro é muito genérico sobre vingança pela morte dos pais/espionagem e tem alguns momentos confusos; o suspense é monótono e há pouquíssimas cenas de ação.
Como já foi falado, dá muita agonia ver o cabelo todo torto da protagonista; seria mais coerente se o grande vilão da trama fosse o cabeleireiro dela.
Uma série italiana mediana e dispensável da Amazon.
Assisti só por curiosidade. O roteiro é bem genérico; vale pelo carisma do Ashton Kutcher e do Sam Elliott.
Dei poucas risadas, mas a maioria delas foi por causa do Danny Masterson. É inegável: ele é carismático e muito engraçado, tem muito talento no gênero e creio que iria longe se não tivesse cometido crimes. Ele foi condenado, em setembro de 2023, a 30 anos de prisão por estuprar duas mulheres no início dos anos 2000.
Me surpreende que essa série durou quatro temporadas, principalmente sendo da Netflix; um sitcom mediano.
Assisti só por curiosidade. A premissa é interessante, mas a execução deixou a desejar. Taron Egerton, como sempre, ótimo como protagonista; a atriz desconhecida Jurnee Smollett entrega uma boa atuação e, juntos, formam uma dupla carismática.
Mas o maior defeito da série é a enrolação: episódios de 1 hora que poderiam ser facilmente 30 minutos. A subtrama do funcionário negro da lanchonete é pura encheção de linguiça.
Estava óbvio quem era o vilão da trama. Gostei que mostraram já no 2º episódio, até porque não tive paciência para continuar assistindo. Uma série mediana que tinha potencial para ser boa.
Assisti só por causa da Mélanie Laurent, mas infelizmente ela aparece pouco e sem o destaque merecido.
O roteiro é interessante e tinha potencial, mas foi muito mal desenvolvido. Os personagens são rasos e superficiais, com exceção do protagonista interpretado por Benoît Magimel, que carrega a série sozinho nas costas. Aliás, faz anos que não via nada dele; ele envelheceu bastante e engordou, tanto que não o reconheci de primeira.
Assisti só por causa da Renée Zellweger. Aqui, ela está ótima como protagonista, e, ao contrário da duologia de Bridget Jones, ela não engordou para o papel, mas usou próteses conhecidas como traje gordo. Na época dos procedimentos estéticos, ela parecia outra pessoa, mas, surpreendentemente, parece que ela voltou a ter o rosto original dela, inexplicavelmente.
A história biográfica da série é sobre Pam Hupp, uma mulher que assassinou sua amiga e colocou a culpa no marido da amiga morta. Toda essa trama, por si só, já tinha potencial para algo decente, mas, infelizmente, o ritmo é monótono, a trama está mal desenvolvida e desinteressante. A narração é chata e desnecessária, pois ela só fala o óbvio que o público já sabe.
Josh Duhamel e Judy Greer entregam boas atuações. É uma série mediana e decepcionante.
Assisti só por curiosidade. A atmosfera de terror/suspense psicológico é impecável, mas o roteiro é fraco e a atuação da protagonista é muito sofrida.
Jennifer Jason Leigh é uma grande atriz e, aqui, ela rouba a cena. Particularmente, por causa da enrolação excessiva, não tive paciência de terminar e só aguentei dois episódios.
Queria assistir desde a pandemia, mas só conferi recentemente. A premissa, apesar de nada original, tinha potencial para, no mínimo, render uma boa série — mas falha em tudo a que se propõe. Como comédia, não tem graça e é extremamente estúpido; como drama, é raso e superficial; como suspense, é um grande desastre.
Kaley Cuoco é muito canastrona e não consegue sustentar uma série sozinha nas costas; sua personagem é insuportável e caricata. As cenas em que ela imagina estar conversando com um cadáver são constrangedoras de tão ridículas.
Mas o pior de tudo foi o discurso woke da agente do fbi sobre o gênero e etnia dela. Uma série original da Max péssima e dispensável.
Aqui termina minha maratona da saga Highlander. A história é ruim, com ritmo monótono, poucas cenas de ação — e as que tem são extremamente mal coreografadas. Dá para perceber que quase não tiveram orçamento.
A mocinha é esteticamente razoável, mas insuportável como personagem. O único aspecto positivo foi a criação do Duncan, que, para mim, é o melhor personagem da franquia.
A trilha sonora do Queen é péssima, e é difícil acreditar que a série teve seis temporadas. A verdade é que só o primeiro filme presta; o restante é tão dispensável quanto essa série.
Por enquanto, é a pior série de 2026. O roteiro é ridículo e extremamente mal desenvolvido. A atuação da protagonista, Paula Usero, é fraquíssima e ela não tem carisma. Clara Galle está mais perdida que cego em tiroteio.
Já Claudia Salas parece estar interpretando novamente a Rebeka de Elite — será que ela vai ficar presa a esse tipo de papel para sempre?
Assisti a alguns episódios dessa série na tv a cabo quando eu era adolescente; meu irmão caçula, que era criança na época, gostava bastante. Revi três episódios para relembrar.
Série do Disney XD, com roteiro raso e piadas que funcionam pouco. O Crash é muito caricato. O maior acerto aqui é o elenco, muito carismático. Tem a Mckenna Grace, bastante fofa no começo da carreira, antes da fama — agora entendo por que não lembrava dela, ela tem pouco destaque na trama. Quem rouba a cena é a atriz Landry Bender (Cleo), que é muito carismática.
Crash & Bernstein (2012) vai agradar mais à criançada. É bem fraquinha, tanto que só durou duas temporadas. Essa época marcou o fim dos anos dourados das grandes séries da Disney e da Nickelodeon.
Highlander para crianças de 5 anos, história fraca e gráficos fraquíssimos até para o padrão da época, personagens rasos e sem carisma. Uma animação ruim e dispensável.
Assisti só por curiosidade. É um lançamento de 2026, mais uma série do Ryan Murphy que vejo — pelo jeito, ele só acertou mesmo em Scream Queens.
A cena de abertura da modelo surtada, dirigindo a moto em alta velocidade (homenagem a Missão: Impossível – Efeito Fallout de 2018), foi espetacular. Gostei também da luta do Evan Peters contra dois caras.
No restante, porém, a série não funciona bem. Senti uma forte influência de A Mosca (1986), do David Cronenberg, nas cenas de body horror.
É uma série muito mais focada em estilo do que em conteúdo. Ainda assim, é melhor do que aquela série ridícula da Kim Kardashian lançada no ano passado. As atuações do Evan Peters e da Rebecca Hall foram boas.
É uma produção que provavelmente só vai agradar fãs hardcore de body horror. É uma série mediana e dispensável.
Odeio quase todas as séries do hbo, assisti só por curiosidade, o elenco feminino é ótimo, mas o roteiro é fraco, desde a boa série: Pretty Little Liars - Um Novo Pecado não via um grupo de mães tão escrotas, uma personagem pior que a outra, em vez de focar na trama policial, foca excessivamente no drama das personagens, em vários momentos me senti assistindo uma novela, também não da para esquecer de mencionar que desde a péssima série pacificador não assistia uma abertura tão ridícula. Série medíocre, superestimada e dispensável.
Assisti só por curiosidade. É muito inferior aos filmes, vale apenas para matar a saudade de ver o Noah Wyle interpretando o Flynn Carsen, o personagem mais icônico da sua carreira. Apesar de o Alexandre Moreno ser um excelente dublador, não combinou com o Flynn.
Gostei da personagem da Rebecca Romijn, e a Lindy Booth, como sempre, muito bonita. O roteiro é fraco e nada empolgante. Mudaram muito o estilo da franquia, provavelmente para se adequar ao formato de série. Em vez de ter a pegada Indiana Jones, virou Missão Impossível e não funcionou.
Assisti por curiosidade, história sobre uma mulher que faz uma viagem de trem com seu namorado na França, ele desaparece misteriosamente e ela começa a investigar em uma cidade cheia de segredos, crimes e policiais corruptos.
A trama começa interessante, com um mistério que chama a atenção, mas depois fica muito monótona e desinteressante.
A atriz Kaley Cuoco, além de não ter carisma, tem uma atuação fraquíssima como protagonista. Ela não consegue carregar a série sozinha nas costas, e a personagem dela é muito burra.
É uma minissérie de 4 episódios, mas só aguentei assistir 2. Havia potencial para algo melhor, porém o resultado final acabou sendo apenas mediano.
Assisti a um episódio durante a pandemia, acho que em 2021, e achei tão chato que desisti. Agora tentei dar uma segunda chance e aguentei apenas dois episódios.
A série até tem algumas ideias interessantes, mas são mal executadas. Os personagens são chatos, desinteressantes e sem carisma. A protagonista é insuportável e, em alguns momentos, me lembrou o livro Senhor das Moscas, que eu detesto.
Vale pela Marie Avgeropoulos, que está muito bonita, e pelo conceito da série. Uma série mediana, superestimada e dispensável.
O spin-off/prequel de NCIS que conta a origem de Gibbs quando entrou no NCIS. Austin Stowell esteticamente não lembra em nada o Gibbs original. Na série principal, interpretado por Mark Harmon, Gibbs é determinado, patriótico, carismático e inteligente. Já nessa nova versão, a personalidade é totalmente diferente — parece outro personagem.
Além disso, exageraram demais no drama da família morta de Gibbs, quase em nível de novela mexicana. A carga emocional é tão forçada que acaba prejudicando o desenvolvimento da história.
Como ponto positivo, destaca-se a beleza da atriz Mariel Molino, que tem heterocromia. No entanto, a personagem dela é insuportável, o que dificulta qualquer empatia do público.
No geral, nenhum dos spin-offs presta, mas este, ao lado de NCIS: Sydney, é o pior.
Assisti só por curiosidade, ideia boa, só que muito mal executada. Bizarro demais os vilões titãs, eles são o ponto alto da obra. Qualidade gráfica na média, nada que surpreenda. O grande problema é o protagonista, que é extremamente insuportável. O drama aqui é nível mexicano, de tão exagerado que é. Um anime mediano, superestimado e dispensável.
Assisti só por curiosidade. Ritmo parado e arrastado, roteiro sem sentido, sem pé e nem cabeça, uma protagonista monga com cara de triste, uma estrela de caridade pelos efeitos visuais, para quem esta com problemas de insônia é um bom sonífero. Anime ruim e dispensável.
Assisti só por curiosidade. Roteiro fraquíssimo, falha demais no romance. A personagem da filha é insuportável, imagina ser pai de uma criança assim. Não é à toa que o protagonista é infeliz. Uma estrela de caridade pelo carisma da Isla Fisher. Uma série ruim da Amazon.
Assisti só por curiosidade. Série original da Netflix de 2013, sem a famosa abertura icônica. Nem sabia que a Netflix existia nessa época.
O roteiro é fraco, confuso e mal explicado, com personagens rasos, superficiais e estranhos. Há alguns atores famosos com boas atuações, mas só isso não é o suficiente para prender a atenção.
Acho que aqui tem a pior cena de transformação de lobisomem que já vi em toda a minha vida. Ridícula e com cgi precário, até para o padrão da época.
Memória de um Assassino (1ª Temporada)
3.4 10 Assista AgoraReeimaginação do filme Alzheimer Case (2003). O roteiro é fraco e desinteressante, mas, pelo menos, as poucas cenas de ação são boas.
Patrick Dempsey como assassino profissional não funcionou nem um pouco; é superforçado o cara viver uma vida perigosa e ter uma filha adulta grávida e ainda ser próxima dela.
É muito inferior ao filme Alzheimer Case (2003) e ao remake Assassino sem Rastro (2022). Uma série mediana e dispensável.
Star Wars: Maul - Lorde das Sombras
4.0 8 Assista AgoraA Disney continua destruindo Star Wars para surpresa de zero pessoas, pegaram o Darth Maul que é um dos melhores vilões da franquia e transformaram ele em um personagem genérico, o roteiro é muito fraco, só salva a qualidade técnica, os efeitos visuais e as cenas de ação. Uma animação ruim e dispensável.
Citadel: Diana
3.1 8 Assista AgoraSpin-off da série Citadel que ainda não assisti, então minha análise vai ser individual, sem comparações.
O roteiro é muito genérico sobre vingança pela morte dos pais/espionagem e tem alguns momentos confusos; o suspense é monótono e há pouquíssimas cenas de ação.
Como já foi falado, dá muita agonia ver o cabelo todo torto da protagonista; seria mais coerente se o grande vilão da trama fosse o cabeleireiro dela.
Uma série italiana mediana e dispensável da Amazon.
The Ranch (Parte 1)
3.8 111 Assista AgoraAssisti só por curiosidade. O roteiro é bem genérico; vale pelo carisma do Ashton Kutcher e do Sam Elliott.
Dei poucas risadas, mas a maioria delas foi por causa do Danny Masterson. É inegável: ele é carismático e muito engraçado, tem muito talento no gênero e creio que iria longe se não tivesse cometido crimes. Ele foi condenado, em setembro de 2023, a 30 anos de prisão por estuprar duas mulheres no início dos anos 2000.
Me surpreende que essa série durou quatro temporadas, principalmente sendo da Netflix; um sitcom mediano.
Cortina de Fumaça
3.3 18 Assista AgoraAssisti só por curiosidade. A premissa é interessante, mas a execução deixou a desejar. Taron Egerton, como sempre, ótimo como protagonista; a atriz desconhecida Jurnee Smollett entrega uma boa atuação e, juntos, formam uma dupla carismática.
Mas o maior defeito da série é a enrolação: episódios de 1 hora que poderiam ser facilmente 30 minutos. A subtrama do funcionário negro da lanchonete é pura encheção de linguiça.
Estava óbvio quem era o vilão da trama. Gostei que mostraram já no 2º episódio, até porque não tive paciência para continuar assistindo. Uma série mediana que tinha potencial para ser boa.
A Caçada
2.7 3 Assista AgoraAssisti só por causa da Mélanie Laurent, mas infelizmente ela aparece pouco e sem o destaque merecido.
O roteiro é interessante e tinha potencial, mas foi muito mal desenvolvido. Os personagens são rasos e superficiais, com exceção do protagonista interpretado por Benoît Magimel, que carrega a série sozinho nas costas. Aliás, faz anos que não via nada dele; ele envelheceu bastante e engordou, tanto que não o reconheci de primeira.
Uma série francesa mediana.
The Thing About Pam
3.6 16Assisti só por causa da Renée Zellweger. Aqui, ela está ótima como protagonista, e, ao contrário da duologia de Bridget Jones, ela não engordou para o papel, mas usou próteses conhecidas como traje gordo. Na época dos procedimentos estéticos, ela parecia outra pessoa, mas, surpreendentemente, parece que ela voltou a ter o rosto original dela, inexplicavelmente.
A história biográfica da série é sobre Pam Hupp, uma mulher que assassinou sua amiga e colocou a culpa no marido da amiga morta. Toda essa trama, por si só, já tinha potencial para algo decente, mas, infelizmente, o ritmo é monótono, a trama está mal desenvolvida e desinteressante. A narração é chata e desnecessária, pois ela só fala o óbvio que o público já sabe.
Josh Duhamel e Judy Greer entregam boas atuações. É uma série mediana e decepcionante.
Algo Horrível Vai Acontecer
3.3 100 Assista AgoraAssisti só por curiosidade. A atmosfera de terror/suspense psicológico é impecável, mas o roteiro é fraco e a atuação da protagonista é muito sofrida.
Jennifer Jason Leigh é uma grande atriz e, aqui, ela rouba a cena. Particularmente, por causa da enrolação excessiva, não tive paciência de terminar e só aguentei dois episódios.
Série medíocre e dispensável da Netflix.
Scott Pilgrim: A Série
3.9 63O filme dá 10 a 0 nessa porcaria. Humor sem graça. Gráfico, roteiro e cenas de ação ruins. Uma animação fraca e dispensável da Netflix.
A Comissária de Bordo (1ª Temporada)
3.5 100Queria assistir desde a pandemia, mas só conferi recentemente. A premissa, apesar de nada original, tinha potencial para, no mínimo, render uma boa série — mas falha em tudo a que se propõe. Como comédia, não tem graça e é extremamente estúpido; como drama, é raso e superficial; como suspense, é um grande desastre.
Kaley Cuoco é muito canastrona e não consegue sustentar uma série sozinha nas costas; sua personagem é insuportável e caricata. As cenas em que ela imagina estar conversando com um cadáver são constrangedoras de tão ridículas.
Mas o pior de tudo foi o discurso woke da agente do fbi sobre o gênero e etnia dela. Uma série original da Max péssima e dispensável.
Highlander: A Série
3.8 11Aqui termina minha maratona da saga Highlander. A história é ruim, com ritmo monótono, poucas cenas de ação — e as que tem são extremamente mal coreografadas. Dá para perceber que quase não tiveram orçamento.
A mocinha é esteticamente razoável, mas insuportável como personagem. O único aspecto positivo foi a criação do Duncan, que, para mim, é o melhor personagem da franquia.
A trilha sonora do Queen é péssima, e é difícil acreditar que a série teve seis temporadas. A verdade é que só o primeiro filme presta; o restante é tão dispensável quanto essa série.
Naquela Noite
2.5 8 Assista AgoraPor enquanto, é a pior série de 2026. O roteiro é ridículo e extremamente mal desenvolvido. A atuação da protagonista, Paula Usero, é fraquíssima e ela não tem carisma. Clara Galle está mais perdida que cego em tiroteio.
Já Claudia Salas parece estar interpretando novamente a Rebeka de Elite — será que ela vai ficar presa a esse tipo de papel para sempre?
Uma série ruim e dispensável da Netflix.
Crash & Bernstein
3.1 1Assisti a alguns episódios dessa série na tv a cabo quando eu era adolescente; meu irmão caçula, que era criança na época, gostava bastante. Revi três episódios para relembrar.
Série do Disney XD, com roteiro raso e piadas que funcionam pouco. O Crash é muito caricato. O maior acerto aqui é o elenco, muito carismático. Tem a Mckenna Grace, bastante fofa no começo da carreira, antes da fama — agora entendo por que não lembrava dela, ela tem pouco destaque na trama. Quem rouba a cena é a atriz Landry Bender (Cleo), que é muito carismática.
Crash & Bernstein (2012) vai agradar mais à criançada. É bem fraquinha, tanto que só durou duas temporadas. Essa época marcou o fim dos anos dourados das grandes séries da Disney e da Nickelodeon.
Uma série medíocre e dispensável.
Highlander
3.0 4Highlander para crianças de 5 anos, história fraca e gráficos fraquíssimos até para o padrão da época, personagens rasos e sem carisma. Uma animação ruim e dispensável.
The Beauty: Lindos de Morrer (1ª Temporada)
3.2 45 Assista AgoraAssisti só por curiosidade. É um lançamento de 2026, mais uma série do Ryan Murphy que vejo — pelo jeito, ele só acertou mesmo em Scream Queens.
A cena de abertura da modelo surtada, dirigindo a moto em alta velocidade (homenagem a Missão: Impossível – Efeito Fallout de 2018), foi espetacular. Gostei também da luta do Evan Peters contra dois caras.
No restante, porém, a série não funciona bem. Senti uma forte influência de A Mosca (1986), do David Cronenberg, nas cenas de body horror.
É uma série muito mais focada em estilo do que em conteúdo. Ainda assim, é melhor do que aquela série ridícula da Kim Kardashian lançada no ano passado. As atuações do Evan Peters e da Rebecca Hall foram boas.
É uma produção que provavelmente só vai agradar fãs hardcore de body horror. É uma série mediana e dispensável.
Big Little Lies (1ª Temporada)
4.6 1,1K Assista AgoraOdeio quase todas as séries do hbo, assisti só por curiosidade, o elenco feminino é ótimo, mas o roteiro é fraco, desde a boa série: Pretty Little Liars - Um Novo Pecado não via um grupo de mães tão escrotas, uma personagem pior que a outra, em vez de focar na trama policial, foca excessivamente no drama das personagens, em vários momentos me senti assistindo uma novela, também não da para esquecer de mencionar que desde a péssima série pacificador não assistia uma abertura tão ridícula. Série medíocre, superestimada e dispensável.
Os Bibliotecários (1ª Temporada)
3.7 27Assisti só por curiosidade. É muito inferior aos filmes, vale apenas para matar a saudade de ver o Noah Wyle interpretando o Flynn Carsen, o personagem mais icônico da sua carreira. Apesar de o Alexandre Moreno ser um excelente dublador, não combinou com o Flynn.
Gostei da personagem da Rebecca Romijn, e a Lindy Booth, como sempre, muito bonita. O roteiro é fraco e nada empolgante. Mudaram muito o estilo da franquia, provavelmente para se adequar ao formato de série. Em vez de ter a pegada Indiana Jones, virou Missão Impossível e não funcionou.
Série mediana e dispensável.
Vanished
3.0 3 Assista AgoraAssisti por curiosidade, história sobre uma mulher que faz uma viagem de trem com seu namorado na França, ele desaparece misteriosamente e ela começa a investigar em uma cidade cheia de segredos, crimes e policiais corruptos.
A trama começa interessante, com um mistério que chama a atenção, mas depois fica muito monótona e desinteressante.
A atriz Kaley Cuoco, além de não ter carisma, tem uma atuação fraquíssima como protagonista. Ela não consegue carregar a série sozinha nas costas, e a personagem dela é muito burra.
É uma minissérie de 4 episódios, mas só aguentei assistir 2. Havia potencial para algo melhor, porém o resultado final acabou sendo apenas mediano.
É uma série dispensável do Reino Unido.
The 100 (1ª Temporada)
4.0 556 Assista AgoraAssisti a um episódio durante a pandemia, acho que em 2021, e achei tão chato que desisti. Agora tentei dar uma segunda chance e aguentei apenas dois episódios.
A série até tem algumas ideias interessantes, mas são mal executadas. Os personagens são chatos, desinteressantes e sem carisma. A protagonista é insuportável e, em alguns momentos, me lembrou o livro Senhor das Moscas, que eu detesto.
Vale pela Marie Avgeropoulos, que está muito bonita, e pelo conceito da série. Uma série mediana, superestimada e dispensável.
NCIS: Origem (1ª temporada)
3.6 3O spin-off/prequel de NCIS que conta a origem de Gibbs quando entrou no NCIS. Austin Stowell esteticamente não lembra em nada o Gibbs original. Na série principal, interpretado por Mark Harmon, Gibbs é determinado, patriótico, carismático e inteligente. Já nessa nova versão, a personalidade é totalmente diferente — parece outro personagem.
Além disso, exageraram demais no drama da família morta de Gibbs, quase em nível de novela mexicana. A carga emocional é tão forçada que acaba prejudicando o desenvolvimento da história.
Como ponto positivo, destaca-se a beleza da atriz Mariel Molino, que tem heterocromia. No entanto, a personagem dela é insuportável, o que dificulta qualquer empatia do público.
No geral, nenhum dos spin-offs presta, mas este, ao lado de NCIS: Sydney, é o pior.
Ataque dos Titãs (1ª Temporada)
4.5 431 Assista AgoraAssisti só por curiosidade, ideia boa, só que muito mal executada. Bizarro demais os vilões titãs, eles são o ponto alto da obra. Qualidade gráfica na média, nada que surpreenda. O grande problema é o protagonista, que é extremamente insuportável. O drama aqui é nível mexicano, de tão exagerado que é. Um anime mediano, superestimado e dispensável.
Serial Experiments Lain
4.4 158Assisti só por curiosidade. Ritmo parado e arrastado, roteiro sem sentido, sem pé e nem cabeça, uma protagonista monga com cara de triste, uma estrela de caridade pelos efeitos visuais, para quem esta com problemas de insônia é um bom sonífero. Anime ruim e dispensável.
Um Lobo Como Eu (1ª Temporada)
3.6 46 Assista AgoraAssisti só por curiosidade. Roteiro fraquíssimo, falha demais no romance. A personagem da filha é insuportável, imagina ser pai de uma criança assim. Não é à toa que o protagonista é infeliz. Uma estrela de caridade pelo carisma da Isla Fisher. Uma série ruim da Amazon.
Hemlock Grove (1ª Temporada)
3.7 294Assisti só por curiosidade. Série original da Netflix de 2013, sem a famosa abertura icônica. Nem sabia que a Netflix existia nessa época.
O roteiro é fraco, confuso e mal explicado, com personagens rasos, superficiais e estranhos. Há alguns atores famosos com boas atuações, mas só isso não é o suficiente para prender a atenção.
Acho que aqui tem a pior cena de transformação de lobisomem que já vi em toda a minha vida. Ridícula e com cgi precário, até para o padrão da época.
Uma série ruim e dispensável da Netflix.