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The Farmer - Estados Unidos da América
Sinopse
O ex-lutador Joe ajuda a administrar a fazenda mexicana de sua parceira Estrella. Ao participar de lutas clandestinas para pagar trabalhadores, ele deve se defender com Marco contra o ataque da gangue de Chávez.
Assisti só por causa da Tania Raymonde; vale pela beleza dela e pelas boas cenas de ação, apesar de dar agonia de ver o sangue cgi péssimo e tenebroso.
Já o roteiro é bem fraco e genérico. Não conhecia o ator Bren Foster; ele é carismático e está bem como protagonista. Tem estilo de astro de ação dos anos 90, mas acho difícil de vingar no gênero, principalmente se continuar com filmes de qualidade duvidosa como esse.
É a primeira vez que vejo o Kris Van Damme (filho do Jean-Claude Van Damme) em um filme sem a influência do nepotismo do pai.
Essa é a estreia de Luke LaFontaine como diretor; é um filme medíocre de ação.
Bren Foster, a fera do Taekwondo, Karatê, Jiu-jitsu, poha toda.<br/>Aqui ele é um ex-mercenário lutador, que vive como fazendeiro e é meio crentelho, aí se mete em furada e parte pro tiro e a especialidade da casa que é a porrada, e sem caô.
O Bren Foster até pode ser o novo Scott Adkins, mas o LaFontaine certamente não é o novo Florentine. Se no excelente "Life After Fighting" o melhor fica pro final, aqui o desfecho é totalmente brochante, culminando num tiroteio meia-boca onde a muié mata mais pendejos que o ex-mercenário e o mafioso vira-casaca... uno pecado, cabrón! Até lá temos o filhote do Van Damme tentando imitar os trejeitos do pai, o Yasuke gangster e o Zorro fazendeiro.
O australiano Bren Foster é definitivamente um faixa-preta legítimo em Taekwondo: muito habilidoso, plástico e com grande presença nas cenas de luta. Como ator marcial, é até um pouco subestimado. Sempre que pode, em suas coreografias demonstra também alguma familiaridade com o grappling e submission, incluindo pegadas de braço, triângulos invertidos e defesas de leg locks.
Em contraste, Kris Van Damme, filho de Jean-Claude Van Damme, não transmite a mesma consistência técnica nas lutas. Como diria, o saudoso mestre Carlson: um franguinho d’água.
Este foi o 14º lançamento que vi em 2026.
Assisti só por causa da Tania Raymonde; vale pela beleza dela e pelas boas cenas de ação, apesar de dar agonia de ver o sangue cgi péssimo e tenebroso.
Já o roteiro é bem fraco e genérico. Não conhecia o ator Bren Foster; ele é carismático e está bem como protagonista. Tem estilo de astro de ação dos anos 90, mas acho difícil de vingar no gênero, principalmente se continuar com filmes de qualidade duvidosa como esse.
É a primeira vez que vejo o Kris Van Damme (filho do Jean-Claude Van Damme) em um filme sem a influência do nepotismo do pai.
Essa é a estreia de Luke LaFontaine como diretor; é um filme medíocre de ação.
Bren Foster, a fera do Taekwondo, Karatê, Jiu-jitsu, poha toda.<br/>Aqui ele é um ex-mercenário lutador, que vive como fazendeiro e é meio crentelho, aí se mete em furada e parte pro tiro e a especialidade da casa que é a porrada, e sem caô.
É um Adkins com menos prestígio.
Não é grande coisa, mas tem umas lutas boas.
29-04-2026
O Bren Foster até pode ser o novo Scott Adkins, mas o LaFontaine certamente não é o novo Florentine. Se no excelente "Life After Fighting" o melhor fica pro final, aqui o desfecho é totalmente brochante, culminando num tiroteio meia-boca onde a muié mata mais pendejos que o ex-mercenário e o mafioso vira-casaca... uno pecado, cabrón! Até lá temos o filhote do Van Damme tentando imitar os trejeitos do pai, o Yasuke gangster e o Zorro fazendeiro.
O australiano Bren Foster é definitivamente um faixa-preta legítimo em Taekwondo: muito habilidoso, plástico e com grande presença nas cenas de luta. Como ator marcial, é até um pouco subestimado. Sempre que pode, em suas coreografias demonstra também alguma familiaridade com o grappling e submission, incluindo pegadas de braço, triângulos invertidos e defesas de leg locks.
Em contraste, Kris Van Damme, filho de Jean-Claude Van Damme, não transmite a mesma consistência técnica nas lutas. Como diria, o saudoso mestre Carlson: um franguinho d’água.