Um jovem casal visita um restaurante de destino exclusivo em uma ilha remota, onde o aclamado chef preparou um menu de degustação de luxo, junto com algumas surpresas chocantes.
Uma história surreal que bate no liquidificador "Triângulo Da Tristeza", "Midsommar" com uma pitada de "Casamento Sangrento" e "Glass Onion: Um Mistério Knives Out" (Inclusive, saiu no mesmo ano de 'Triângulo', será espionagem industrial? Várias semelhanças). Aquele ar de que algo errado não está certo desde o início e a escalada de eventos cada vez mais estranhos, mas o mimetismo social impede os personagens de dizer ou fazer algo, já que todos em volta parecem estar ok com aquilo (algo que também me remeteu a "O Anjo Exterminador" de Buñuel)... Nada original, não é o melhor exemplo do gênero, mas tem seu charme, e eu gosto dele comédias dark assim.
Achei quase todas as atuações no modo 'camp', senti que ninguém estava levando aquilo ali a sério, meio que como ironia, e gostei da construção que o Nicholas Hoult fez do personagem dele sendo tão patético.
O mais divertido aqui é a sátira com o mundo da gastronomia, desde o entusiasta formado em 10 temporadas de "Masterchef" que acha que entende algo só porque decorou algumas palavras como 'mise en place', passando pelos críticos gastronômicos que se acham os poderosos que constroem ou destroem carreiras, até a figura endeusada do 'Chef', que ninguém ousa contestar e cuja devoção é quase como uma seita. . #Watch
É surpreendente como o chef incorpora uma espécie de líder carismático, assassina a individualidade de outros e constrói uma espécie de seita profissional e mais ainda, os clientes, inicialmente sãos, passam da resistência à aceitação.
Sem conseguir definir com perfeição o motivo, esse filme simplesmente foi despertando meu interesse, pelo menos nos dois primeiros atos, pois no terço final ele sofre uma certa dispersão. Mesmo assim o cerne da obra, a atuação precisa de Ralph Fiennes e a presença magnética de Anya Taylor-Joy, não deixaram de reluzir.
Achei bem fraco.
Li a sinopse e não esperava nada que iria acontecer no filme, me surpreendeu bastante,
Uma história surreal que bate no liquidificador "Triângulo Da Tristeza", "Midsommar" com uma pitada de "Casamento Sangrento" e "Glass Onion: Um Mistério Knives Out" (Inclusive, saiu no mesmo ano de 'Triângulo', será espionagem industrial? Várias semelhanças). Aquele ar de que algo errado não está certo desde o início e a escalada de eventos cada vez mais estranhos, mas o mimetismo social impede os personagens de dizer ou fazer algo, já que todos em volta parecem estar ok com aquilo (algo que também me remeteu a "O Anjo Exterminador" de Buñuel)... Nada original, não é o melhor exemplo do gênero, mas tem seu charme, e eu gosto dele comédias dark assim.
Achei quase todas as atuações no modo 'camp', senti que ninguém estava levando aquilo ali a sério, meio que como ironia, e gostei da construção que o Nicholas Hoult fez do personagem dele sendo tão patético.
O mais divertido aqui é a sátira com o mundo da gastronomia, desde o entusiasta formado em 10 temporadas de "Masterchef" que acha que entende algo só porque decorou algumas palavras como 'mise en place', passando pelos críticos gastronômicos que se acham os poderosos que constroem ou destroem carreiras, até a figura endeusada do 'Chef', que ninguém ousa contestar e cuja devoção é quase como uma seita.
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#Watch
É surpreendente como o chef incorpora uma espécie de líder carismático, assassina a individualidade de outros e constrói uma espécie de seita profissional e mais ainda, os clientes, inicialmente sãos, passam da resistência à aceitação.
Sem conseguir definir com perfeição o motivo, esse filme simplesmente foi despertando meu interesse, pelo menos nos dois primeiros atos, pois no terço final ele sofre uma certa dispersão. Mesmo assim o cerne da obra, a atuação precisa de Ralph Fiennes e a presença magnética de Anya Taylor-Joy, não deixaram de reluzir.