Depois de deixarem seus empregos em uma mina de ouro, três trabalhadores viajam para sua aldeia natal a pé pela selva hipnotizante, porém implacável, da mítica ilha de Hugaw. À medida em que o tempo avança e suas conversas se intensificam, histórias enterradas emergem e uma sensação estranha passa a tomar conta deles.
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Contando com mais uma grande realização, o nome e a notícia tocada no rádio ao início da trama dá a dica do que se quer tratar. A chamada do ser humano à sua inerente e indissociável primitividade carrega a crueza de suas relações e até mesmo o seu cenário, que por sua vez se afasta completamente de qualquer traço de modernidade que possa querer esculpir de um mundo exterior, austero e remoto.
O problema de Genus Pan talvez seja necessariamente atrelado ao fato de ser um filme extremamente curto se comparado às demais grandes obras do diretor. A falta de aprofundamento característica deixa muito a desejar quanto ao envolvimento dos personagens e suas atitudes, ainda que uma coisa não resta dúvida ao final do filme:
o mundo é feito de muitos Inggos, embora tenhamos nossas quotas de Andreses.
Amei tudo tirando a parte em que a protagonista destroça uma bananeira a esmo.