A morte prematura em um acidente de um dos filhos de uma família de classe média alta acaba afetando a todos, principalmente o irmão da vítima, que se considera responsável pelo ocorrido e está em tratamento psiquiátrico. No entanto a mãe faz questão de manter as aparências, para não dar a entender que a unidade familiar foi quebrada.
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Achei muito emocionante esse filme. A história vai envolvendo o telespectador e à medida que os personagens vão se compreendendo conseguimos compreender a nós mesmos em vários momentos, como o sentimento de culpa (que filho sente), dificuldade em expressar os próprios sentimos (que a mãe sente) e a busca por um equilíbrio (o pai).
Um drama forte e profundamente humano. Aborda com sensibilidade questões como o luto, as feridas que permanecem e a difícil tarefa de seguir em frente apesar delas. É um filme que encontra beleza justamente na fragilidade de seus personagens, embora em alguns momentos se torne um tanto prolixo e perca um pouco de sua força narrativa.
Gostei de acompanhar. Dramazinho na medida. O que me incomoda é esse filtro, colorido, aaah anos 80
Pensar que Ordinary people venceu os Oscar tudo em 81. Ganhando de O homem elegante. Inacreditável.
Esperava algo mais frio.
Sofre com um ritmo mais lento no início, porém, totalmente necessário para o desenvolvimento dos personagens.
O pouco que vemos da personagem Karen na tela é o suficiente pra quebrar as nossas pernas. Principalmente, pelo seu desfecho. Mesmo não sabendo nada do seu passado, o que se vê é que ela queria muito superar. Uma pena que não conseguiu se recuperar. Chorei junto com o Conrad.
Apesar de toda aparência, a mãe era o elo fraco da família, e provavelmente, era a que mais sofria com tudo. Só não sabia como se expressar, tão pouco admitiria ajuda profissional.
Um grande filme, com assuntos relevantes, universais e atemporais.
Assistido em 19/12/2025
Vi na época, no cinema mas, adolescente que era, não compreendi sua profundidade, os dilemas e as culpas. Assisti agora, 2025, levada pela tristeza da perda do grande diretor Robert Redford. Excelente construção de personagens, de ritmo e de tensão, a necessidade da sociedade normalizar a tragédia, encaixar o jovem protagonista, em profundo sofrimento gerado, especialmente, pela falta de sinceridade nas relações familiares. Excelente abordagem.