George é uma jovem cheia de carisma e espírito aventureiro que nasceu numa família tradicionalmente católica. Na adolescência, ela se apaixona por sua professora Sybil. Anos depois, devastada pelo suicídio de sua amante, ela embarca numa jornada imprudente pela noite do bairro parisiense de Pigalle nos anos 1960. Depois que ela conhece Odette, uma mulher mais velha, rica e atraente que lhe oferece dinheiro e presentes em troca de favores sexuais, George se transforma em Gigola, uma espécie de gigolô feminina.
Com Eduardo Noriega, Marisa Paredes, Lou Doillon, Rossy de Palma e Marisa Berenson.
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Como que eu assisto em ?
Que figurino!!
O filme ficou muito mal explicado mas o figurino é lindo.
esperava mais deste filme.
"Gigola" tinha tudo para ser um grande filme: personagens caricatos (com a ajuda da Rossy de Palma então...), história irônica e cheia de nuances esquisitonas e até um elenco competente. Tudo fora desperdiçado por discussões insossas o tempo inteiro, aspectos tragicômicos pouquíssimo explorados, e um visual bastante decepcionante. O mundo "de época" que Laure Charpentier pensou e quis realizar para "Gigola" aparenta não ser o que conseguiu materializar na tela.
O conflito com o pai viciado em ópio, as frias taras da personagem principal, a vida noturna parisiense, as humilhações de quem caia de amores por Gigola; nada parece engrenar e convencer de verdade o espectador.
Não obstante, diversas falhas técnicas imperdoáveis ao longo do filme são facilmente detectadas como o microfone que vaza em cena aos 12m:40s, ou o reflexo reflexo do operador de câmera no vidro do carro aos 73m.
O resultado é uma história sem graça, dramas rasos acompanhados de lesbianismo um tanto forçado.
Acredito que faltou empenho não somente em realizar melhor o filme como pensá-lo mais calmamente a fim de surpreender e prender mais a atenção de quem o assiste. Ficou essa impressão.