Um ex-campeão de boxe é forçado a fazer uma escolha entre amizade e ambição, quando ele é chantageado para arrumar o resultado da luta do lutador que está treinando.
A história do ambicioso, mas bem intencionado ex-boxeador, que aceita ser capanga de um chefão do crime mais perigoso do que parece ser à primeira vista, até é batida, mas contada de forma autêntica e hipnótica, rende um pequeno grande indie sobre escolhas. As longas e incomuns tomadas, o design de produção insólito, apesar de sofisticado e a baboseira (no bom sentido, prometo!) pseudo-existencial denunciam a maneira com que enxergamos a ordinariedade como algo ruim, indesejável e desumanizante.
Ledo engano, mesmo que, com um atuação digna de emoldurar e expor em museu, o personagem de Billy Crudup tente nos fazer acreditar nisto.
O diálogo, em alguns momentos afetado, atrapalha o envolvimento na trama. Mas é um bom estudo sobre ambição. Boas interpretações em uma produção indie.
A história do ambicioso, mas bem intencionado ex-boxeador, que aceita ser capanga de um chefão do crime mais perigoso do que parece ser à primeira vista, até é batida, mas contada de forma autêntica e hipnótica, rende um pequeno grande indie sobre escolhas. As longas e incomuns tomadas, o design de produção insólito, apesar de sofisticado e a baboseira (no bom sentido, prometo!) pseudo-existencial denunciam a maneira com que enxergamos a ordinariedade como algo ruim, indesejável e desumanizante.
Ledo engano, mesmo que, com um atuação digna de emoldurar e expor em museu, o personagem de Billy Crudup tente nos fazer acreditar nisto.
O diálogo, em alguns momentos afetado, atrapalha o envolvimento na trama. Mas é um bom estudo sobre ambição. Boas interpretações em uma produção indie.