No único curta (se não me engano) onde Buster tem liberdade para criar (é co-autor do roteiro com o diretor Charles Lamont) em seu contrato com a Educational Films Corporation of America, conseguimos ver um Buster Keaton que nos lembra aquele dos tempos áureos do fim da década de 10 e começo da década de 20; e para-além disso, Buster canta, sabe usar a fala na medida certa, faz piada com Fred Astaire, dança de todas as maneiras possíveis, lembra seu passado circense, brinca com mágica, faz piada com tudo, usa e abusa de seu físico... Exatamente como nos velhos tempos, e tudo isso em 20 minutos apenas. Sem dúvida o melhor filme do maior dos palhaços que vi na sua fase pós-1928.
No único curta (se não me engano) onde Buster tem liberdade para criar (é co-autor do roteiro com o diretor Charles Lamont) em seu contrato com a Educational Films Corporation of America, conseguimos ver um Buster Keaton que nos lembra aquele dos tempos áureos do fim da década de 10 e começo da década de 20; e para-além disso, Buster canta, sabe usar a fala na medida certa, faz piada com Fred Astaire, dança de todas as maneiras possíveis, lembra seu passado circense, brinca com mágica, faz piada com tudo, usa e abusa de seu físico... Exatamente como nos velhos tempos, e tudo isso em 20 minutos apenas.
Sem dúvida o melhor filme do maior dos palhaços que vi na sua fase pós-1928.
Legal ver Buster keaton cantando.