Um samurai idoso que passou sua vida como um heya-zumi (um aproveitador de sua família) tem uma última chance de se redimir: pegando sua espada para proteger sua amada sobrinha-neta de um samurai cruel.
Só digo uma coisa... Chorei muito no final. Nakadai é incrìvel. E um fofolete! ❤
Essas hierarquias dentro sociedade japonesa ainda me causam certo estranhamento natural (desconhecimento); acho que isso, inclusive, intensificou a mimha revolta de uma pirâmide social estruturada de maneira injusta (ao meu supérfluo ver); afinal, o protagonista sofre um destino cruel sendo totalmente isento de culpabilidade; a um heya-zumi não é permitido nem o direito de criar um filho.
Tatsuya Nakadai consdgue alternar de forma impressionante uma sensibilidade enorme até um estado de total força; interpretação excepcional e digna de uma luta nosálgica e crível; eu amei.
Escreveram errado a tradução em inglês. É "duel", não "dual".
Só digo uma coisa... Chorei muito no final. Nakadai é incrìvel. E um fofolete! ❤
Essas hierarquias dentro sociedade japonesa ainda me causam certo estranhamento natural (desconhecimento); acho que isso, inclusive, intensificou a mimha revolta de uma pirâmide social estruturada de maneira injusta (ao meu supérfluo ver); afinal, o protagonista sofre um destino cruel sendo totalmente isento de culpabilidade; a um heya-zumi não é permitido nem o direito de criar um filho.
Tatsuya Nakadai consdgue alternar de forma impressionante uma sensibilidade enorme até um estado de total força; interpretação excepcional e digna de uma luta nosálgica e crível; eu amei.