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In 1999, King Jigme Wangchuck approved the use of television and Internet throughout the largely undeveloped nation of Bhutan, assuring the masses that rapid development was synonymous with the "gross national happiness" of his country, a term he himself coined. Director Thomas Balmès's film Happiness begins at the end of this process as Laya, the last remaining village tucked away within the Himalayan kingdom, becomes enmeshed in roads, electricity, and cable television. Through the eyes of an eight-year-old monk impatient with prayer and eager to acquire a TV set, we witness the seeds of this seismic shift sprouting during a three-day journey from the outskirts of Laya to the thriving capital of Thimphu. It is here the young boy discovers cars, toilets, colorful club lights, and countless other elements of modern life for the first time.
- Written by Sundance Film Festival
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O documentário deixa muito a desejar, pensei que teriam entrevistas com as pessoas e o que mudou na vida delas com a chegada da tv e internet. Porém mesmo assim, valeu à pena para conhecer como era a vida no vilarejo antes do decreto do rei. Me pareceu que antes eram mais felizes e depois ficaram obcecadas e alienadas mas isso só daria para saber se tivessem sido feito os depoimentos. A cena mais interessante foi eles assistindo àquela luta, uma realidade completamente diferente daquilo tudo...algo que na minha visão não fazia sentido algum. Mas enfim, só especulações. Sobre o menino monge, de fato já sabia que em alguns países as crianças tornam-se monges para fugir da miséria. E para o Lama, felicidade é ter um teto para se proteger. Se for parar para pensar, pode estar nas coisas simples sim.
Nao sei bem se me parece um documentário ou a reprodução de uma história verídica. De qualquer forma, nao é mostrado como o Butao mudou após a liberação da tv, mas sim como um vilarejo local era antes. Para mim valeu para conhecer os costumes do povo, de qualquer forma achei o doc bem limitado...
As imagens do documentário são muito bonitas, porém a história fica devendo um pouco.
O documentário diz que mostra as mudanças em um vilarejo após um decreto do rei de Butão liberando a TV e a internet acompanhando um impaciente menino monge, porém quase nada disso é mostrado.
Vemos uma remota vila e como são as coisas por lá, e acompanhamos o pequeno monge andando pela sua vila brincado e impaciente pois não gostaria de ser monge.
O que fica de bom no documentário é analisarmos como a vida é sem a tecnologia, como as crianças se divertiam e brincavam com as coisas mais simples e de repente a notícia da chegada da eletricidade para a vila faz as pessoas só pensarem em ter uma TV.