Com uma impressionante e provocadora atuação, a novata Hannah Hoekstra interpreta Hemel , uma jovem sexualmente agressiva, provocadora. O filme é uma investigação não apenas da sexualidade quase masculina de Hemel, mas também de seu psicológico destruído por uma relação completamente distorcida com o pai. Foi uma incrível descoberta dos curadores do festival "New Directors, New Films", que associaram o filme como uma versão feminina de Shame, filme do diretor Steve McQueen sobre um viciado em sexo com atuação incrível de Michel Fassbender.
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A brilhante diretora Sacha Polak, não diferente do que faria anos depois em "Dirty God" (2019), apresenta, por meio da criação e do desenvolvimento de suas personagens, uma excelente oportunidade para debruçar-se sobre estudos relacionados à psicanálise, de modo que, em "Hemel", essa perspectiva torna-se superlativa.
É uma obra complicada de um entendimento inicial, fiquei buscando a moral da historia, o que consegui captar é que a amalgama de Jordana Brewster+Emma Watson tem problemas....Um pacote deles!!
Li muito que é ocasionado pela relação com o pai, nao vi isso, pelo contrario, vi um pai carinhoso e presente, um tanto libertino sim, mas ai ate onde influencia nos problemas que ela tem, pois ali dentro tem muito mais que uma libertinagem, tem solidão, medo, apatia, desajuste comportamental..
Uma duvida ,onde foi filmado, vi que é Holandês, Mas tem uma quantidade enorme de figurante de etnia árabe, marroquina, turca..em fim!!
É um bom filme, precisa ser degustado a principio, e o gosto nao vai ser bom, mas com o tempo vc se pega ate apreciando..A Jordana Watson e linda, mas deu vontade de pagar uma macarronada, como é magrinha...
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A trama não deixa de ser bem interessante porém muito cansativo.
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