Duração
Um dos melhores documentários produzidos sobre o Movimento Hippie, uma detalhada apreciação sobre a Psicodelia, seu início, seu impacto nos EUA. Trata em detalhe das drogas, em especial do LSD, como droga de lazer e como instrumento de experimentação mental e espiritual, também dentro do contexto filosófico-politico e de um novo e utópico estilo de vida.
Os céticos vão constatar como uma tribo de idealistas psicodélicos afetou profundamente os EUA e o Mundo, e mudou significativamente os dois. E como o impacto do grande movimento psicodélico da década de 60 nos afeta de maneira direta e objetiva até hoje. Explica como um grupo de “freaks” representantes da contra cultura psicodélica promoveu uma mudança cultural sem precedentes na história dos EUA.
“…Havia um tipo de orgia de experimentação, que foi muito além das das drogas e de sexo, e virou um experimento sobre um estilo de vida, aliás virou um estilo de vida !…”.
Esse documentário fala muito também sobre o Dr. Albert Hofmann, Timothy Leary, Ken Kesey e os Merry Pranksters, enfim é um banho de VERDADEIRA psicodelia regado à muita explicação e detalhamento.
Sem anúncios
Aproveite o melhor do Filmow sem interrupções
Apesar de interessante por abranger diversos assuntos, é extremamente tendencioso. Parece mais um material propagandista dos conservadores norte-americanos contra as drogas e sutilmente contra levantes anti-governo. Além disso, parece focar apenas no lado extremamente negativo do começo ao fim. Temas como mortes ocasionadas por abuso de LSD, suicídios por alucinações, Charles Manson, seitas satânicas e violência são a toda hora relacionados ao hippies. Parece que a intenção foi apenas mostrar esse grupo como mal comportados, drogados, paranoicos, violentos e "possíveis homicidas psicóticos". O aumento do divórcio na sociedade americana é citado num tom como sendo algo ruim e decorrente da influência libertadora dos hippies. Ou seja, ser libertador também, de acordo com o documentário, é ruim. A tristeza da população pela ruptura dos Beatles é mostrada como uma das consequências diretas (oi?) da mentalidade do final do movimento, mas não dá muito pra entender os motivos pelos quais isso foi relacionado. Resumindo, é tão sensacionalista que chega a fugir do tema proposto em diversos momentos. De acordo com um dos entrevistados, os hippies "semearam a própria destruição e tentaram fazer algo impossível". Pra não acabar o documentário com um ar de "nós só falamos mal até agora, então vamos dizer algo bom pra fechar tudo", mostram a criação da Apple como fruto dessa geração. 90 minutos com alguns dados reais, claro, mas muito discurso distorcido.
Muita coisa desnecessária. Pareceu matéria de Jornal de TV.
Como dizem, bem tendencioso.
Tendencioso, com certeza.
Achei tendencioso esse documentário, podiam ter abordado mais o lado de quem viveu, organizou e como foi o fim destes na década de 70, acredito que não foi todo mundo que simplesmente largou o movimento e voltou pra casa.
Uma grande produção pra no fim dizer que os hippies eram imundos e doentes, tiveram influências de "forças das trevas" para propósitos ruins e que a parte boa foram os computadores que o Steve Jobs criou depois de uma trip de ácido.. Gente má e cheia de ego, gente perdida e com medo sempre vai existir, a sociedade hippie estava mais próxima da paz. O medo controla a sociedade, talvez um dia todos sigam um ideal de paz e harmonia, mas antes é preciso vencer o medo da mudança.