Samuel abandona uma criação religiosa rígida para levar a vida que deseja, mas continua dividido entre os prazeres mundanos e a fé que deixou para trás.
No início, o filme me fez lembrar do livro Hibisco Roxo, da autora nigeriana Chimamanda Ngozi Adichie. Porém, o roteiro do filme foi apressado e se perdeu em vários momentos. Tinha tudo pra ser melhor. Mas vale a pena pelas belíssimas paisagens de Lagos, uma forma de mudar um pouco o imaginário que a maioria dos brasileiros têm em relação aos países africanos.
Um drama excelente, na minha modesta opinião. Na realidade, um drama-romance-policial. O elenco entrega atuações soberbas, principalmente Akah Nnani, o ator principal da trama. Segue abaixo alguns comentários e críticas pontuais que eu colhi pela Internet:
"No papel de Samuel, Akah Nnani vive seu primeiro protagonista e arrasa na interpretação de um homem corrompido pela sede de poder. Osas Ighodaro no papel de sua esposa, Teju, traz a força feminina da qual o filme precisava, e sua personagem é essencial para que o desfecho do filme seja apresentado com todo o êxito que teve". "A direção do filme é de Bolanle Austen-Peters, fundadora e diretora administrativa da Terra Kulture, um centro de arte e cultura nigeriano. Ela se mostra como uma excelente diretora". "O filme é um show de elementos visuais, em especial no excesso de cores e luzes nas cenas em que Samuel se apresenta nos palcos ou no púlpito, sempre como um personagem muito além de si e de sua verdade. É tudo uma representação, uma farsa, uma ilusão de ótica. E essa sua falsidade é transmitida para o público através da inspirada fotografia de "O Homem de Deus". Como podem observar, é um filme elogiado! Críticas injustas e nota excessivamente baixa, a meu ver...
Muito fraco. 23.05.26.
No início, o filme me fez lembrar do livro Hibisco Roxo, da autora nigeriana Chimamanda Ngozi Adichie. Porém, o roteiro do filme foi apressado e se perdeu em vários momentos. Tinha tudo pra ser melhor. Mas vale a pena pelas belíssimas paisagens de Lagos, uma forma de mudar um pouco o imaginário que a maioria dos brasileiros têm em relação aos países africanos.
Fraco!
Atores inexpressivos
Que o nome de Deus seja louvado em tudo ....
Um drama excelente, na minha modesta opinião. Na realidade, um drama-romance-policial. O elenco entrega atuações soberbas, principalmente Akah Nnani, o ator principal da trama. Segue abaixo alguns comentários e críticas pontuais que eu colhi pela Internet:
"No papel de Samuel, Akah Nnani vive seu primeiro protagonista e arrasa na interpretação de um homem corrompido pela sede de poder. Osas Ighodaro no papel de sua esposa, Teju, traz a força feminina da qual o filme precisava, e sua personagem é essencial para que o desfecho do filme seja apresentado com todo o êxito que teve".
"A direção do filme é de Bolanle Austen-Peters, fundadora e diretora administrativa da Terra Kulture, um centro de arte e cultura nigeriano. Ela se mostra como uma excelente diretora".
"O filme é um show de elementos visuais, em especial no excesso de cores e luzes nas cenas em que Samuel se apresenta nos palcos ou no púlpito, sempre como um personagem muito além de si e de sua verdade. É tudo uma representação, uma farsa, uma ilusão de ótica. E essa sua falsidade é transmitida para o público através da inspirada fotografia de "O Homem de Deus".
Como podem observar, é um filme elogiado! Críticas injustas e nota excessivamente baixa, a meu ver...