Quando seu marido desaparece em uma noite ao sair com o cachorro, uma mulher é confrontada com estranhas revelações que contradizem tudo o que sempre soube.
A história começa promissora, a protagonista é intencionalmente antipática (o que não é nenhum problema), mas o desenvolvimento falha em vários momentos, assim como o final.
Nos últimos meses, a Netflix perdeu a parceria de alguns grandes estúdios que também lançaram seus serviços de streaming, com isso, produções menores de países como a Índia e Coréia do Sul passaram a rechear o catálogo do serviço.
Homem na Parede é um desses filmes menores, com um plot feito aos montes nos EUA e Espanha, que vindo de um país como Israel pode parecer incomum aos olhos do espectador. É a prova de que há cinema de entretenimento fora de Hollywood.
A história se passa todo o tempo em um apartamento localizado em Tel Aviv. Shir (Tamar Alkan) acorda e o marido Rami não está ao seu lado na cama. O síndico bate à porta dizendo que o cachorro Bruno estava sozinho do lado de fora. Onde estaria Rami?
O diretor Evgeny Ruman passa então a filmar a noite de sua protagonista que vai recebendo visitas esperadas, indesejadas e excêntricas enquanto tenta descobrir o paradeiro de seu marido.
É impressionante a constância da câmera de Ruman, capaz de manter por longos minutos e sem cortes a excelente Tamar Alkan em foco. Os breves momentos em que temos uma pausa são quando os visitantes saem do apartamento e há um salto no tempo. Quando o próximo chega a encenação é mais uma vez retomada nessa espécie de teatro entre os personagens, com conversas provocantes, perguntas incisivas, segredos revelados e interações conflituosas, tudo muito bem orquestrado graças a Ruman e a Alkan que nos conduzem nesse mistério.
A história de Homem na Parede não se apega aos aspectos culturais de sua sociedade judaica, embora haja momentos de incômodo ao vermos a protagonista sendo sabatinada de maneira doentia pelo policial, Ruman segue pelo caminho mais prático, entregando um thriller muito acima da média que sacia o desejo daqueles que querem assistir a uma hora e meia de um mistério crescente que não depende de sua revelação final para impressionar.
A história começa promissora, a protagonista é intencionalmente antipática (o que não é nenhum problema), mas o desenvolvimento falha em vários momentos, assim como o final.
que final foi esse?
assisti meia hora de filme e não consegui terminar, o ambiente é cansativo igualmente como os diálogos e o suspense não conseguiu me prender.
Filme horrível,um dos piores que já assisti.A história se passa,em um único ambiente,o apartamento e mais nada.
Nos últimos meses, a Netflix perdeu a parceria de alguns grandes estúdios que também lançaram seus serviços de streaming, com isso, produções menores de países como a Índia e Coréia do Sul passaram a rechear o catálogo do serviço.
Homem na Parede é um desses filmes menores, com um plot feito aos montes nos EUA e Espanha, que vindo de um país como Israel pode parecer incomum aos olhos do espectador. É a prova de que há cinema de entretenimento fora de Hollywood.
A história se passa todo o tempo em um apartamento localizado em Tel Aviv. Shir (Tamar Alkan) acorda e o marido Rami não está ao seu lado na cama. O síndico bate à porta dizendo que o cachorro Bruno estava sozinho do lado de fora. Onde estaria Rami?
O diretor Evgeny Ruman passa então a filmar a noite de sua protagonista que vai recebendo visitas esperadas, indesejadas e excêntricas enquanto tenta descobrir o paradeiro de seu marido.
É impressionante a constância da câmera de Ruman, capaz de manter por longos minutos e sem cortes a excelente Tamar Alkan em foco. Os breves momentos em que temos uma pausa são quando os visitantes saem do apartamento e há um salto no tempo. Quando o próximo chega a encenação é mais uma vez retomada nessa espécie de teatro entre os personagens, com conversas provocantes, perguntas incisivas, segredos revelados e interações conflituosas, tudo muito bem orquestrado graças a Ruman e a Alkan que nos conduzem nesse mistério.
A história de Homem na Parede não se apega aos aspectos culturais de sua sociedade judaica, embora haja momentos de incômodo ao vermos a protagonista sendo sabatinada de maneira doentia pelo policial, Ruman segue pelo caminho mais prático, entregando um thriller muito acima da média que sacia o desejo daqueles que querem assistir a uma hora e meia de um mistério crescente que não depende de sua revelação final para impressionar.