Documentário muito importante que aborda como nossa sociedade, principalmente a ocidental, é analítica, dissecadora de uma totalidade que se instaura num incessante fluxo e que, pela via dos nossos sentidos, as separamos para supostamente lidar consigo, com os outros e com a natureza por toda a volta. A intuição é perceber estes incessantes fluxos através de nossos sentidos, que age de uma forma pré-reflexiva (que antecede a linguagem), a ser instrumentalizada como uma bússola para nos nortear para a melhor forma de perceber a si mesmo e o ambiente a sua volta; um trazer para o interno para que se manifeste ao externo a compreensão das emoções, dos pensamentos, dos sentimentos, da identidade que construímos e chamamos de "Eu", que um dia pode ser uma outra coisa, não apenas um desprendimento daquilo que foi, mas um novo ser. Partindo desta "bússola" que se chama a intuição, podemos ser capazes de nos colocar no lugar do outro, tentar compreender o sentimento e as ações do outro, ao invés de guiarmos por julgamentos contra os outros, construídos por nossas experiências anteriores, sejam elas vivenciadas ou aprendidas por uma ideia.
Hoje simplesmente desconectamos com a natureza, que somos nós mesmos e além disso. Não buscamos nos perceber as emoções que fluem incessantemente, os pensamentos que acompanham e ficamos responsáveis em apontar somente a falha aos outros, criando mais divisões, desenvolvendo um senso cada vez maior de competição, ansiedade, isolamento, fracasso, em uma sanha aparentemente irrefreável.
O documentário tem mostrado escolas que têm adotado certas práticas de autopercepção, a importância de como uma respiração desacelerada dilata os nossos vasos, facilitando um melhor acesso aos nossos sentidos, para que possamos perceber melhor situações de estresse e ter um planejamento associado à uma emoção mais empática, de forma a criar melhores resoluções, que vão desde o âmbito familiar e se estendendo ao social.
Documentário imprescindível à psicólogos, pedagogos, assim como também a todas as pessoas no geral que estão em outras funções, no sentido social da palavra
Eu não tenho palavras para expressar o que senti assistindo esse documentário. Foi uma experiência de sentimentos momentâneos e que ecoam até agora. Chorei enquanto assistia. É libertador poder olhar pra dentro de si e ver que somos afetados externamente de maneiras tão brutais que nem nos damos conta do quanto isso nos controla. Sentir que somos muito mais do que isso e que temos capacidade de experenciar a vida de maneira única, sem os filtros da sociedade moderna.
"Olhe a si mesmo, olhe em volta. Pessoas infelizes, totalmente desconectadas com a mente e o corpo, há tantas pessoas vivendo em suas cabeças, mas sem suas emoções. Algo deve estar muito errado."
Era da informação, decisões já tomadas por terceiros e corrida contra o tempo. Indo mais além, entramos na era da informação errada e tendenciosa, algo comum nos dias atuais. A alienação se tornou ainda mais poderosa e nociva. Podemos olhar pra sociedade brasileira; cheia de preconceitos, intolerância e falta de cooperatividade. Não há fundamento algum nos discursos, só reações ao cotidiano estressante em que vivemos. A falta da intuição faz com que fiquemos robóticos e extravasemos nossas frustrações no próximo, consolidando a falta de empatia. O grande paradoxo da era racional em meio a tanta loucura, guerras e solidão.
Torço para que a humanidade realmente dê um passo para trás, um foco dentro de si e observe os danos que já foram feitos mas que podem ser reparados por nós mesmos. Torço para que possamos ser autênticos, sem julgamentos manipulados pelas distrações da mídia e dos valores morais obsoletos. Precisamos conhecer o desconhecido, deixar a intuição fluir, nos relacionar com o próximo e com a natureza.
A intuição é tudo que nós temos e todo o crédito tem que ser dado -no- agora.
Acho que ele perde o tema no caminho e começa a falar de outras coisas. Mas tudo é interessante.
Que documentário foda!
Quero colocar Malidoma em um potinho. Como faz? Que cara sensacional.
Documentário muito importante que aborda como nossa sociedade, principalmente a ocidental, é analítica, dissecadora de uma totalidade que se instaura num incessante fluxo e que, pela via dos nossos sentidos, as separamos para supostamente lidar consigo, com os outros e com a natureza por toda a volta. A intuição é perceber estes incessantes fluxos através de nossos sentidos, que age de uma forma pré-reflexiva (que antecede a linguagem), a ser instrumentalizada como uma bússola para nos nortear para a melhor forma de perceber a si mesmo e o ambiente a sua volta; um trazer para o interno para que se manifeste ao externo a compreensão das emoções, dos pensamentos, dos sentimentos, da identidade que construímos e chamamos de "Eu", que um dia pode ser uma outra coisa, não apenas um desprendimento daquilo que foi, mas um novo ser. Partindo desta "bússola" que se chama a intuição, podemos ser capazes de nos colocar no lugar do outro, tentar compreender o sentimento e as ações do outro, ao invés de guiarmos por julgamentos contra os outros, construídos por nossas experiências anteriores, sejam elas vivenciadas ou aprendidas por uma ideia.
Hoje simplesmente desconectamos com a natureza, que somos nós mesmos e além disso. Não buscamos nos perceber as emoções que fluem incessantemente, os pensamentos que acompanham e ficamos responsáveis em apontar somente a falha aos outros, criando mais divisões, desenvolvendo um senso cada vez maior de competição, ansiedade, isolamento, fracasso, em uma sanha aparentemente irrefreável.
O documentário tem mostrado escolas que têm adotado certas práticas de autopercepção, a importância de como uma respiração desacelerada dilata os nossos vasos, facilitando um melhor acesso aos nossos sentidos, para que possamos perceber melhor situações de estresse e ter um planejamento associado à uma emoção mais empática, de forma a criar melhores resoluções, que vão desde o âmbito familiar e se estendendo ao social.
Documentário imprescindível à psicólogos, pedagogos, assim como também a todas as pessoas no geral que estão em outras funções, no sentido social da palavra
Filme delicioso!!!
Eu não tenho palavras para expressar o que senti assistindo esse documentário. Foi uma experiência de sentimentos momentâneos e que ecoam até agora. Chorei enquanto assistia. É libertador poder olhar pra dentro de si e ver que somos afetados externamente de maneiras tão brutais que nem nos damos conta do quanto isso nos controla. Sentir que somos muito mais do que isso e que temos capacidade de experenciar a vida de maneira única, sem os filtros da sociedade moderna.
"Olhe a si mesmo, olhe em volta. Pessoas infelizes, totalmente desconectadas com a mente e o corpo, há tantas pessoas vivendo em suas cabeças, mas sem suas emoções. Algo deve estar muito errado."
Era da informação, decisões já tomadas por terceiros e corrida contra o tempo. Indo mais além, entramos na era da informação errada e tendenciosa, algo comum nos dias atuais. A alienação se tornou ainda mais poderosa e nociva. Podemos olhar pra sociedade brasileira; cheia de preconceitos, intolerância e falta de cooperatividade. Não há fundamento algum nos discursos, só reações ao cotidiano estressante em que vivemos. A falta da intuição faz com que fiquemos robóticos e extravasemos nossas frustrações no próximo, consolidando a falta de empatia. O grande paradoxo da era racional em meio a tanta loucura, guerras e solidão.
Torço para que a humanidade realmente dê um passo para trás, um foco dentro de si e observe os danos que já foram feitos mas que podem ser reparados por nós mesmos. Torço para que possamos ser autênticos, sem julgamentos manipulados pelas distrações da mídia e dos valores morais obsoletos. Precisamos conhecer o desconhecido, deixar a intuição fluir, nos relacionar com o próximo e com a natureza.
A intuição é tudo que nós temos e todo o crédito tem que ser dado -no- agora.