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Sinopse
Brooklin, 1975: 2 irmãos procurando um jeito de sair da sua vizinhança de classe média, fazem um pacto para roubar o teatro local na noite do concerto dos Rolling Stones.
Parece vestir todos os clichês existentes em um conto sobre amadurecimento de um jovem pobre garoto americano na década de 70. Tem o pai abusivo que não hesita em levantar a mão ao irmão mais velho; este, retrato da rebeldia, decide seguir o rumo da criminalidade e da violência sem abandonar o afeto e a proteção ao irmão mais novo que, por sua vez, é um rapaz desinteressante e apático reagindo muito mais do que agindo aos eventos que ocorrem ao seu lado. No meio, temos também os amigos do garoto que, agem com a estupidez de que se pode esperar de jovens que se auto proclamam "irlandeses brancos bêbados" e a namorada indecisa, que no primeiro encontro resolve correr nua no cemitério. Enfim...
A história, nesse sentido, não segue para nenhum caminho específico, preocupada apenas em acompanhar as ações do protagonista enquanto este decide se vai ou não para a universidade de Carnegie-Mellon, e sua ligação telefônica à instituição é um dos momentos mais infelizes da narrativa, sem conseguir compreender muito bem os porquês do garoto ignorar a chance que lhe foi dada. Também tem um show dos Rolling Stones a ser realizado no teatro local e que, eventualmente, será o palco do terceiro ato. Mas, como disse anteriormente, tudo carregado em clichês, frases de auto ajuda como a estúpida cena em que o pai interpretado por Stephen Lang começa a relatar aos choros o momento que passou a odiar o seu filho (um momento que deveria existir na narrativa, porém em qualquer outro momento salvo aquele).
O jovem Nick Thurston é muito fraco e me lembrou demais os primeiros filmes de Freddie Prinze Jr., que pelos mesmos motivos amarga o esquecimento em Hollywood. Assim, é Stephen Lang (o pai) e Karren Allen (a mãe) os mais interessantes e as preocupações dela em relação ao que o filho está fazendo no porão despertam uma enorme interrogação do porquê ela nunca ter ido, sorrateiramente, tranquilizar-se?
Encerrando de forma patética e abraçando os clichês sem a menor vergonha na descoberta de alguns cadernos, não tem muito o que recomendar.
Simplesmente adorei!
Adorei o jeito como o final supreende. hahaha
Parece vestir todos os clichês existentes em um conto sobre amadurecimento de um jovem pobre garoto americano na década de 70. Tem o pai abusivo que não hesita em levantar a mão ao irmão mais velho; este, retrato da rebeldia, decide seguir o rumo da criminalidade e da violência sem abandonar o afeto e a proteção ao irmão mais novo que, por sua vez, é um rapaz desinteressante e apático reagindo muito mais do que agindo aos eventos que ocorrem ao seu lado. No meio, temos também os amigos do garoto que, agem com a estupidez de que se pode esperar de jovens que se auto proclamam "irlandeses brancos bêbados" e a namorada indecisa, que no primeiro encontro resolve correr nua no cemitério. Enfim...
A história, nesse sentido, não segue para nenhum caminho específico, preocupada apenas em acompanhar as ações do protagonista enquanto este decide se vai ou não para a universidade de Carnegie-Mellon, e sua ligação telefônica à instituição é um dos momentos mais infelizes da narrativa, sem conseguir compreender muito bem os porquês do garoto ignorar a chance que lhe foi dada. Também tem um show dos Rolling Stones a ser realizado no teatro local e que, eventualmente, será o palco do terceiro ato. Mas, como disse anteriormente, tudo carregado em clichês, frases de auto ajuda como a estúpida cena em que o pai interpretado por Stephen Lang começa a relatar aos choros o momento que passou a odiar o seu filho (um momento que deveria existir na narrativa, porém em qualquer outro momento salvo aquele).
O jovem Nick Thurston é muito fraco e me lembrou demais os primeiros filmes de Freddie Prinze Jr., que pelos mesmos motivos amarga o esquecimento em Hollywood. Assim, é Stephen Lang (o pai) e Karren Allen (a mãe) os mais interessantes e as preocupações dela em relação ao que o filho está fazendo no porão despertam uma enorme interrogação do porquê ela nunca ter ido, sorrateiramente, tranquilizar-se?
Encerrando de forma patética e abraçando os clichês sem a menor vergonha na descoberta de alguns cadernos, não tem muito o que recomendar.
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