É 1419 em Praga e as coisas estão tensas depois da morte do herói checo Jan Hus. A liderança corrupta da cidade prendeu manifestantes e um padre radical, Jan Zelivsky, está levando um grande número de mais manifestantes para a Casa Conselho na parte antiga da cidade, onde a liderança está escondido e onde os presos estão sendo mantidos. Após a sua chegada, vários manifestantes são mortos por pedras atiradas por aqueles na casa. Enfurecida, a multidão invade o prédio e vários conselheiros são jogados para fora das janelas e mortos, começando o que se tornou conhecido como a Revolução Hussite. Quando o rei e rainha ouvir sobre o que está acontecendo, o rei morre de insuficiência cardíaca e a rainha foge da cidade. Os rebeldes eleger Jan Zizka como seu líder, mas a revolução ainda não acabou.
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Segundo filme da trilogia do diretor Otakar Vávra sobre a rebelião/revolução Hussita. O primeiro é sobre o Mártir Jan Hus, onde é mostrado a saga do personagem principal até o martírio.
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Então chegamos ao segundo com o início da revolução Hussita e com o protagonismo dividido entre os personagens Jan Zizka (líder militar) e Jan Zelivsky (um padre ferrenho seguidor de Hus).
O que obviamente se espera deste segundo são batalhas, muitas batalhas. Coisa que não acontece, depois que a revolta é explicitada o filme fica com MUITA enrolação, pregação marxista, draminha bobo, tramas mirabolantes etc.... a primeira menção as batalhas acontecendo só ocorre depois do meio da película (e realmente só menções) mas felizmente já no fim a situação é melhorada graças ao mítico general Jan Zizka, esmagando a bela cavalaria cruzada em uma batalha que envolve sistema defensivo, pântano com lamaçal e a bonitinha do filme deixando dois pretendentes chupando dedo. Agora quanto ao terceiro espero que seja ao menos do nível do primeiro e termine decentemente a trilogia.
Obs: assim como o primeiro, esse filme tem um não planejado (creio eu) alívio cômico sutil e bem engraçado, o bobo da corte. Com uma presença física naturalmente engraçada e muita irreverência diante dos nobres (até do rei) ele conseguiu me arrancar algumas risadas, pena que teve muito pouco tempo em cena.
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