Duração
Polêmica entrevista de 90 minutos com um dos maiores seriais killers do mundo.
Em 1994, o assassino em série e canibal norte-americano Jeffrey Dahmer concedeu uma entrevista a Stone Phillips, do canal televisivo MSNBC, para o programa "Confissões de um Serial Killer". Os pais de Jeffrey, Lionel Dahmer e Joyce Flint, também conversaram com o jornalista. Muito do que se falou na entrevista foi referente ao livro "Father's Story" (História de um pai), onde Lionel Dahmer contou parte de sua trajetória, incluindo seus pensamentos mais sombrios. A dúvida sobre uma possível propensão genética para a violência e os problemas familiares aos quais Jeffrey estava exposto na infância também foram tratados na entrevista
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Bicho, o cara é um psicopata. Ele não tá nem aí quantos ele matou, quantas famílias ele destruiu, como ele os matou...pra ele tá tudo certo. O psicopata sente prazer em matar, ele gosta de matar...não tem essa de arrependimento momento algum, tem é encenação, teatro, e só! Igual ao merda do Bundy, ele gostava de ouvir detalhadamente como ele matou as vítimas, aquilo deixava ele em extase. Esse negócio de uma visão de um ser que fez tantas macabridades e que está arrependido é balela, eles nunca se arrependem! Pessoas que sentem pena de um demônio desse, na moral...precisa ter um choque de realidade...apanhou foi pouco, quem matou ele foi um herói e fez um belo serviço pra sociedade. Queime no inferno, seu bastardo!
Muito superficial, além de Dahmer e seus pais serem extremamente frios e não passarem nenhuma credibilidade no que falam.
Dahmer falar que se converteu não me convenceu e confessou pouca coisa sobre seus crimes, o tema principal foi a culpa ou não de seus pais sobre os crimes que o filho cometeu, que inclusive se mostraram parecer pais péssimos, sem diálogo.
O cara era tão calmo e sem emoções que deu medo. Achei bem interessante, pois, muito raramente temos uma serial killer falando tanto... ainda mais sobre sua vida/personalidade e não sobre seus crimes. Stone Phillips também foi ótimo na condução da entrevista!
Esse papo "cristão" dele não me convenceu nenhum pouco, mas senti pena dele, principalmente depois de ler o quadrinho "Meu Amigo Dahmer", escrito e ilustrado por um colega de escola do Dahmer.
Fiquei pensando sobre como tudo poderia ser mais simples se os pais conversassem mais com seus filhos, se pais e filhos fossem mais íntimos e se os filhos pudessem conversar abertamente sobre qualquer coisa.
Tenho sorte de ter nascido em uma família onde falamos sobre absolutamente tudo, nada é um tabu dentro de casa, mas infelizmente essa não é a realidade da gritante maioria no mundo.
Se as pessoas pudessem confiar em seus pais e saberem que os mesmos os ouviriam e os ajudariam sem "escândalos", talvez, só talvez, muitos assassinatos, estupros, zoofilia, necrofilia, podofilia, sequestros, e outras atrocidades não ocorreriam...
Se o Dahmer pudesse confiar em seus pais a ponto de contar sobre seus desejos reprimidos, os mesmos poderiam calmamente procurar ajuda e esses 17 homens poderiam não ter morrido.
Acho que as pessoas são tão cegas com esse tipo de assunto, que esquece que o que o Dahmer fez é uma atitude digna de um DOENTE, e doentes devem, acima de tudo, serem TRATADOS, MEDICADOS, ACOMPANHANDOS, só assim para que talvez possam, depois de pagar por seus crimes, voltarem a viverem em sociedade.
Não adianta nada jogar os caras na cadeia e esperar um milagre, claro que esse não é o caso nos EUA, já que a maioria, se não todos, que comete esse tipo de crime pega prisão perpétua, mas aqui no Brasil há vários exemplos de crimes cruéis como esse, principalmente crimes de estupro. Não adianta nada prender, só isso não resolve o problema, temos que pensar fora da caixa para tentar descobrir um jeito de acabar com esse tipo de atrocidade.
Como eu havia mencionado, apesar o crime horrendo cometido por Dahmer, eu ainda sim consegui sentir pena, diferente dele, eu tenho MUITA empatia pelas pessoas. Eu não tenho ideia de como é estar na pele desse cara (ainda bem), mas devo imaginar o quão difícil deve ser você não ter controle e simplesmente não ter compaixão pelo sentimento alheio, não conseguir controlar seus impulsos, deve ser um sensação terrível. Isso não tira de maneira nenhuma os erros dele e a crueldade que o mesmo cometeu, mas sempre procuro pensar fora da caixa para tentar imaginar o que se passa na cabeça dessas pessoas tão cruéis.
Espero que um dia possamos descobrir como parar essas atrocidades, mas para isso, a sociedade deve deixar o passado para trás e deve começar a entender que nada no passado funcionou e que devemos somente caminhar rumo ao futuro, totalmente abertos a novas tentativas, novos métodos, novos conceitos.
O abraço que ele dá no pai dele, dizendo "sinto muito. Eu te amo, pai'' foi mais falso que nota de 3 reais.