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Jenin, Jenin é um filme dirigido por Mohammed Bakri, um proeminente ator palestino e cidadão israelense, com o objetivo de retratar o que Bakri chama de "a verdade palestina" sobre a "Batalha de Jenin", um confronto entre o exército israelense e os palestinos em abril de 2002.
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- para quem acha que tudo começou em outubro de 2023, vinte anos antes os genocidas de israel já cometiam as mesmas atrocidades com o povo Palestino. e isso vem de décadas, desde 1947
- um depoimento mais devastador que o outro, a dor e a força de um povo
- sinto uma vergonha, um ódio, uma tristeza, uma angústia indescritíveis de fazer parte de um mundo que permite que isso aconteça e que não faça nada para parar esses desgraçados
- pior que tem vermes ainda que apoiam os malditos de israel. eu espero do fundo do meu coração que todos que apoiam e são responsáveis pelo que acontece na Palestina receba mil vezes todo o "amor" que israel derrama sobre eles
- como que uma criança vive uma vida assim e não vai crescer revoltada? todo o depoimento daquela menina é de destruir o coração
ISRAHELL TEM QUE ACABAR
Documentário, disponível inteiro no YouTube com legendas em inglês, sobre uma cidade da Palestina massacrada cotidianamente pelo sionismo. É informado logo no começo que o produtor foi assassinado pelo exército nazi-sioniata.
Não chega, evidente, a ser tão narrativa e tecnicamente bom quanto outros do gênero, como 5 CÂMERAS QUEBRADAS, porém é melhor que o burocrático CHECKPOINT, todos sobre o mesmo tema.
Mais de duas décadas depois do documentário ser lançado, veio a contra ofensiva do Hamas neste ano. E vendo dessa perspectiva, a gente entende perfeitamente porque as crianças que aparecem entrevistadas em JENIN JENIN - hoje adultos - se tornaram os jovens com mais ódio, plenamente justificado, da existência da teocracia artificial criada por canetada pelo prostíbulo político da ONU em 1948.
IsraHell faz desde a destruição de casas até o genocídio de crianças práticas regulares em Gaza. Virou rotina de gerações desalentadas, cuja mera existência - e reprodução das gerações seguintes - traz em si mesma um obstáculo aos propósitos do sionismo.
É, sem dúvida, admirável a resiliência daquele povo contra a limpeza étnica na Palestina que - ironia das ironias - lembra e muito os métodos do campo de concentração de Auschwitz e similares. Todavia, fica a impressão que já deu de o mundo só assistir, principalmente os outros países árabes.
Se evidencia necessário tomar a Palestina de fora pra dentro e devolvê-la ao Estado unitário e multinacional que era até 1947, sem ser uma base militar subjacente da OTAN no oeste da Ásia e sem essa ilusão de "dois Estados". Ninguém tem que passar a vida num campo de concentração por capricho geopolítico do sionismo.
Quer construir um "Estado judeu", então faça um no Alaska, já que os Estados Unidos fazem tanta questão de lamber o chão que facínoras como Benjamin Netanyahu pisam.