Atentado de bricolagem audiovisual com um sujeitobjeto setentonto bricoleur filmado confortável e desconfortavelmente por uma imperiosa cineasta vampira.
O assisti hoje. Gostei muito desse documentário. De ótima qualidade visual e tal. Todavia, ele se mostra muito contraditório em relação a seu conteúdo. No incio mesmo vemos Jormard dizendo que marginal que ele era e é, foi estranho aceitar fazer um documentário seu financiado por algum tipo de fundação cultural - leia-se espaço institucional - de Pernambuco. Ele também diz ao longo do comentário que os verdadeiros documentários deveriam falar ~mal~ de suas personagens e não os glorificá-los. Foi isso que a Luci Alcântara fez, que por sinal ele não deve ter gostado muito. Um amigo meu, que é muito próximo de Jormard, disse que ele não gostou e que fez sua versão desse documentário e tal. Uma coisa a se pensar. Quiça não seja nem culpa da diretora, mas das pessoas entrevistas que só querem dizer coisas boas de Jormard e ocultem as coisas que ele queria que fosse expostas.
Sinopse: "Atentado de bricolagem audiovisual com um sujeitobjeto setentonto bricoleur filmado confortável e desconfortavelmente por uma imperiosa cineasta vampira". A sinopse já diz tudo!
Gostei de conhecê-lo sob a ótica da diretora, apesar dele estar a poucos metros de distância da minha poltrona no festival de cinema...grande figura.
O assisti hoje. Gostei muito desse documentário. De ótima qualidade visual e tal. Todavia, ele se mostra muito contraditório em relação a seu conteúdo. No incio mesmo vemos Jormard dizendo que marginal que ele era e é, foi estranho aceitar fazer um documentário seu financiado por algum tipo de fundação cultural - leia-se espaço institucional - de Pernambuco.
Ele também diz ao longo do comentário que os verdadeiros documentários deveriam falar ~mal~ de suas personagens e não os glorificá-los. Foi isso que a Luci Alcântara fez, que por sinal ele não deve ter gostado muito. Um amigo meu, que é muito próximo de Jormard, disse que ele não gostou e que fez sua versão desse documentário e tal. Uma coisa a se pensar. Quiça não seja nem culpa da diretora, mas das pessoas entrevistas que só querem dizer coisas boas de Jormard e ocultem as coisas que ele queria que fosse expostas.
Sinopse: "Atentado de bricolagem audiovisual com um sujeitobjeto setentonto bricoleur filmado confortável e desconfortavelmente por uma imperiosa cineasta vampira".
A sinopse já diz tudo!