Um clássico do cinema, foi estreado em 1976, no Cannes Film Festival antes de desaparecer num turbilhão de censura. Esta nova versão completa, sem censura, mostra a história de um rapaz que aguarda o amante sair da prisão, e os muitos encontros eróticos que ele procura enquanto isso.
Meio difícil de entender... mas enfim
Mas qual o sentido dele terminar com aquela mina?
Visto 25/07/2021
fofo e vulgar
Que delícia de filme
Gente, em um momento me perdi no filme, tentei apenas vê-lo, pois a sensação de estar acompanhando a vida dele é muito interessante, questão da substituição de um personagem, a quebra da relação expectador e filme no making off, a vida fora da prisão, o filme se transforma junto com o cara que quer personalizar uma pessoa.
Achei magnífico.
O quão artístico foi em certos aspectos vi algumas críticas. O começo do filme é denso, na primeira parte do filme a busca pelo narciso, muito presente, muito interessante se assemelha a busca incessante pelo cara, pela busca incessante de procura-lo. A transa com vários caras e o fato de procurar um ator, o paradoxo de procura é muito forte.
Gostei muito.
Sério, não esperava tudo isso.
Fiquei com vontade de beijar.
Outro fator que me conquistou foi o fato de ter um narrador nisso eu já gosto, porque da uma visão sobre o que vc tá vendo e te tira daquele arquétipo horrível que você tem que se identificar.
Ah e a mãe é tudo, a cena em que ela aparece é um contraste bom pra próxima parte do filme, é muito bonito, é delicado, a forma como foi introduzido o criador do filme no filme é muito bem pensando, pois te da uma aproximação de nós com personagem, colocando algo que realmente faz diferença nos sentimentos. Ele trás muita delicadeza. E ressalta toda a gratidão que tem.
Por fim, o filme deixa um gosto bom, pra que a gente se liberte, de uma prisão, seja humana, fictícia ou apenas uma passagem.
Que filme esplêndido! Gente na década de 70, realizarem um filme quase que documental sobre a vida sexual "clandestina" homoafetiva. Apreciei ver também o exercício da metalinguagem, em que o cinema retrata o próprio exercício da sétima arte. Vi críticas desfavoráveis sobre esta obra, respeito, mas é sim um clássico memorável e de grande importância na sessão de filmes europeus e LGBTQ+.