Duração
Ocorre em 1937, antes da Segunda Guerra Mundial começar no ocidente. O Tenente Coronel Yuki do Exército Imperial Japonês cria a “Agência D“, uma unidade de inteligência do exército, sobre seu comando e tutela. O General do exército delegou ao Tenente Sakuma a supervisão do trabalho da unidade.
A Agência D cria uma rede para encontrar agentes para além dos militares japoneses. Para além disso, Yuki estabelece princípios na Agência D que vão contra a doutrina IJA: “Não mates, não morras, não sejas capturado“. Com isto, Yuki treina uma equipa de operacionais que conduzem missões contra o poder nacional e estrangeiro.
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Achei interessante essa série.
Não fede & não cheira.
Visualmente lindo, mas vou esquecer esse anime até o próximo fim de semana (escrevo isso numa quarta-feira a tarde).
Fraaaaco, nossa. Nenhum caso é realmente "bom". Sempre mal explicado, forçado, desinteressante e sem o mínimo de tensão. Um desperdício da bela produção do Production I.G.
Até que gostei do anime..
"As faíscas que deram início à Segunda Guerra Mundial se acendiam no 12º ano da Era Showa, durante o outono. Uma escola secreta para desenvolver espiões foi criada dentro do Exército Imperial Japonês.
A história pessoal, o nome e até mesmo a idade dos mais qualificados homens, aqueles que passaram no exame de admissão, eram mantidos em completo sigilo. Eles rapidamente completaram o treinamento que desafiou os limites de seus corpos e mentes. Sob o comando do fundador da escola, o Tenente Coronel Yuki, eles começarão a se infiltrar em vários lugares pelo mundo.
Em suma, um novo serviço de inteligência havia surgido. E este foi batizado de 'Agência D'."
E bom... É isso!
O anime é basicamente isso e não muito mais.
Após uma introdução promissora de 2 episódios o plot principal, que aposto que todo mundo que viu o anime também achou que seria, que é a vida de espião dos 8 jovens espalhados pelo mundo simplesmente desaparece e dá lugar a 8 histórias isoladas, que por si só são até interessantes (destacando os episódios 4, "Xangai" e 10, "Perseguição"), mas que não sustentam o anime e não captam a atenção do telespectador. E é justamente pelo fato de ser do tipo "caso da semana" numa narrativa não linear, e pior, não haver um plot pra acompanhar, nem personagens pra se importar
(em certo momento aparece uma tal Agência do Vento de paraquedas e deixa você mais confuso ainda), com exceção do Tenente Coronel Yuki, que possui 3 episódios pra contar sua história - mesmo que boa parte dela seja falsa - e acaba se tornando um rosto familiar (e quase mitológico, vide episódio 11, lol)
Além das qualidades óbvias de Joker Game (arte/character design, trilha/efeitos sonoros), ao menos o anime desperta em você de vez em quando a vontade de entender melhor algumas referências, como é o caso da explosão de pó, a máquina de codificação Enigma, que eu já conhecia já que vi Jogo da Imitação :P e o microdot, além de obras literárias como "A Roupa Nova do Rei (ou Imperador)" e "Aventuras de Robinson Crusoé" que são bastante populares em todo o mundo, mesmo que por vezes, como foi o meu caso, não saibamos suas origens. Talvez isso tenha sido a única coisa que me manteve assistindo o show até o fim.
Joker Game é um anime que veio prometendo inovar com um gênero já bem consolidado na cultura mundial, mas menos explorado no mercado de animes e acho que mostrar um lado não tão glamouroso do que é ser um espião era muito promissor, mas acabou se perdendo na pretensão de ser inovador, infelizmente.
Ps.: Achei estranho que todas as mulheres espiãs da série acabaram por cair no lugar comum de homicídio passional, pra mim foi um estereótipo ruim. Também achei triste que passaram mais de uma vez pela China e a única citação referente a invasão japonesa é tipo "não compactuamos com as atitudes do Exército Imperial Japonês", mesmo que eu entenda o quão delicado é o assunto até os dias de hoje.